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Estamos Voltando

                A vida é feita de fases, isso todos sabem, e cada fase tem um atrativo.

Muitas vezes ouvimos algum motociclista fazendo críticas a outro motociclista, e quem faz a critica não percebe uma coisa muito importante.

                É muito importante analisar a fase que se encontra o criticado, pois essa critica só terá valor quando o “criticante” estiver na mesma fase do criticado.

                Vamos dar um exemplo corriqueiro: Um senhor motociclista coletado é criticado por não ir mais a eventos de moto como ia antigamente, que ele só tira a sua moto da garagem em ocasiões esporádicas (isso no ponto de vista do “criticante”).

                O “criticante” faz dois anos que é coletado e dois anos que está na estrada, sendo que o criticado é coletado há mais de 10 anos e está na estrada há mais de 15 anos.

                Então é obvio que a fase do “criticante” é a inicial, onde está empolgado com todos os eventos e com a magia desses.

                O criticado já passou por isso, foi no mínimo umas 5 vezes em cada evento, já viveu tudo e um pouco mais que o “criticante” está vivendo.

                O “criticado”, por já ter vivido todas essas emoções, algumas com até maior ênfase, que o “criticante” está em outra fase, talvez na fase de viagens de longo percurso, talvez na fase de ir somente na padaria de moto, enfim em uma outra fase.

                Assim, a crítica do “criticante” só terá valor se ele chegar aos anos de estrada do criticado e fizer diferente.

                É importante destacar, que em cada mudança de fase você ganha alguma coisa, mas também pode perde outra.

                Esse ano tivemos a necessidade de mudar de fase, pois fatos aconteceram dentro do nosso MC e também em MCs que conhecemos. Isso nos faz lembrar a frase de um nobre motociclista que sempre diz: “O motociclismo jamais será uma irmandade, será no máximo uma primariedade.”, além do que já tínhamos ido a todos os eventos de moto, mais de uma vez, então resolvemos iniciar uma nova fase no motociclismo.

Essa fase foi à fase de viagens, essas feitas com amigos, companheiros de estradas e muitas vezes sozinho.

                Aprendemos muito esse ano, aprendemos que o motociclismo é universal e que ele é formado por muitas “tribos” de gostos diferentes e cada “tribo” tem algo especial, algo maravilhoso, pois todas tem a essência do motociclismo que é a paixão por moto, que é a paixão por viver emoções fortes.

                Andamos mais de 15.000 km esse ano só fazendo viagens.

                Como dito acima, a cada alteração de fase ganhamos e perdemos algo. Assim ganhamos a alegria de viver a viagem, de viver a estrada, e de estar em lugares diferentes. Perdemos a companhia dos amigos que sempre encontramos nos eventos de moto, perdemos o bate papo gostoso, o churrascos de acampamentos.

                Então temos um novo desafio pela frente que é conciliar as fases de viagens e de eventos motociclisticos e conciliar ainda outras fases que virão.

                O importante é você curtir a fase que você se encontra, e curtir andando de moto. É você respeitar as fases dos outros motociclistas, e se você tiver sorte, poderá uma hora mudar de fase também.

Ulisses José Ferreira Neto

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Luvas Impermeáveis

            

Todos nós que andamos de moto sabemos que um dos nossos principais problemas é andar de moto todo molhado e, sem dúvida, uma coisa que dá muita agonia é guiar a moto com as mãos molhadas.

                Então saímos procurando um milagre para não guiarmos a moto com as mãos molhadas e fomos atrás das LUVAS IMPERMEÁVEIS.

                Quando vamos comprar, geralmente, os vendedores dizem que a luva é impermeável e que dá garantia de 3 meses (garantia estabelecida no Código de Defesa do Consumidor).

                Todos sabemos que em 3 meses, não temos como averiguar se a luva é impermeável ou não e quando precisamos constatamos que a luva não é impermeável.

                Sinceramente, já compramos quase todas as marcas e não achamos uma luva que se propõe ao seu objetivo.

                Então procuramos soluções paralelas e encontramos uma.

                Utilizar luvas que são utilizadas para a inseminação de animais. Elas são compradas facilmente em casa de produtos agrícolas, por um valor super baixo.

                Essas luvas de inseminação de animais você coloca por cima da sua luva de couro, ou seja, você guia a sua moto com a sua luva de proteção e fica protegido da água da chuva.

                Fizemos quase 800 km embaixo de chuva e realmente não molhamos um dedo sequer.

                É uma dica que aprovamos.

                Ulisses José Ferreira Neto

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2º Moto Monge - Forquilhinha

Estivemos participando do 2º Moto Monge, que é uma confraternização organizada pelo MG TAMBORES DO ASFALTO, da linda e hospitaleira cidade de Forquilhinha. O ponto alto do evento é o almoço, pois a confraternização começa às 11.00 horas e termina perto das 18.00 horas.

                Estivemos presente na 1ª edição do Moto Monge e resolvemos ir na 2ª edição também, porém, acompanhados da “turma do pastel”, que era formada pelo Douglas/Letícia; Junior/Tamara e Elton. Ainda tivemos a visita dos agregados Fagner, Mateus/Luciana (ela não fala e quase não come, mas sem dúvida é uma grande parceira de viagem).

                O nome da turma foi atribuído em face da Tamara dizer no início da viagem que as melhores viagens que ela podia fazer era quando a viagem era gastronômica, e assim a cada pouca distância estávamos parando para tomar café e comer pastel.

                Tivemos sorte. Pensem em um dia, sábado 29-12-2014, maravilhoso para andar de moto. Aquele dia que está lindo, nem quente nem frio e ideal para andar de moto.

                Saímos do posto Universitário de Itajaí, sendo que na saída estavam também se preparando para viajar nossos grandes amigos motociclistas, eles iam “fazer” a Serra do Rio do Rastro.

                A viagem foi sensacional, com muitas paradas, pois as motos não eram movidas a gasolina e sim a pastel.

                Chegamos em Forquilhinha e fomos direto ao maravilhoso hotel Oma Zita, seguindo logo para  o evento, porém, antes, fomos almoçar e comer pastel.

                Quando chegamos ao evento vimos uma moto “Indian”, 1945, vixe, nosso coração quase saiu pela boca, nunca tínhamos visto uma “Indian”, foi realmente emocionante e ficamos arrepiados, pois todos sabemos que a moto “Indian” faz parte da história do motociclismo mundial.

                Logo ficamos sabendo o porque  do  ponto alto do evento ser o almoço, pois, ao meio dia é servido churrasco para quem quiser e tiver fome, infelizmente, nós da turma do pastel, realmente uma turma de “tansos”, tínhamos ido comer pastel e só nos restou beliscar o delicioso churrasco.

                Lá encontramos vários motociclistas e vários amigos, como o Grande Companheiro de Estrada Alceu, do MC Cavaleiros do Amanhã, um grande e querido amigo. Ainda, tivemos conhecimento do novo “piloto automático” para motos o “SPEED CONTROL” – senafotografo@terra.com.br – fone 048.9123.9004 - http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-596840102-piloto-automatico-speed-control-acessorio-para-motos-_JM , que quando testarmos daremos nossa opinião na página.

                O evento como já foi dito, é organizado pelo MG Tambores do Asfalto, capitaneado pelo Motociclista Adalto. Sem dúvida também o ponto alto da festa é a calorosa recepção que os motociclistas recebem ao chegarem ao evento, um abraço forte e aquele “ seja bem vindo”.

                Foi bom ver o Sr. Prefeito e o Vice Prefeito (Vanderlei Alexandre e José Ricardo Junkes), participando da festa e principalmente saber do apoio super importante, dos administradores municipais para a mesma.

                                Outro ponto forte da festa, além da recepção calorosa e do churrasco, foram as bandas do evento, sem dúvida muita música e de boa qualidade. Porém, aqui, nas bandas é que encontramos o grande problema do evento, a música acabou cedo, cedo demais. Sem música o evento logo termina, na próxima edição quem sabe a música poderá ficar até o sol se por.

                               O lugar onde foi realizada  a confraternização é excelente, com muito espaço, sombras e lugares para sentar, enfim um lugar perfeito para aumentar o evento de confraternização do encontro de motos.

                               Lá no evento fomos convidados a participar do 128ª  Edição do “LEITÃO NA PISCINA”. Sem dúvida foi um grande evento e acima de tudo  comer muito bem. Tudo uma delícia, onde o porquinho assado inteiro foi o ponto alto da festa, onde a sobremesa também não ficou atrás.

                               Saímos do evento e fomos a Cervejaria Saint Bier. A cervejaria é uma atração turística sem sombra de dúvida, pois é um ambiente completo e que faz você passar horas e horas muito agradáveis. Na cervejaria ainda tivemos a querida presença do Adalto e seu filho, que nos levou a um bate papo até altas horas da noite.

                               Se vocês querem uma dica de viagem, podem ir a Forquilhinha, fiquem hospedados no hotel Oma Zita, que é maravilhoso em atendimento e qualidade de hospedagem, a noite vão na cervejaria, que será sem dúvida um passeio ótimo e maravilhoso.

                               O evento e o passeio da ida estavam maravilhosos.

                               No domingo fomos dar um rolé por Nova Veneza, na tradicional gôndola, e de lá fomos na represa da Casan em Siderópoalis, lugar maravilhoso para ir. Na represa deixamos as motos estacionadas e logo depois aconteceu algo maravilhoso. Crianças se postaram na frente das motos e fizeram suas fotos, sem dúvida um momento maravilhoso de se presenciar.

                               Saímos da represa e fomos almoçar no excelente Restaurante Ghellere. Pensem na comida, no espeto corrido e na comida tradicional, outra “barrigada”. Sem dúvida, foi a viagem do pastel.

                               Após, fomos obrigados a tirar um cochilo, dar uma dormidinha básica, pois tocar a moto naquele calor  depois de ter comido tanto, sem dúvida seria muito difícil.

                               Na volta, sem dúvida um fato marcante foi o forte vento que nos acompanhou, as motos tinham que ser conduzidas de lado, e quando dava uma rajada de vento a moto chegava a sair da sua trajetória. Assim a viagem ficou lenta e cuidadosa, mas sem dúvida muito prazerosa.

                               Todos sabemos, que fazer uma viagem de moto é gravar um álbum de fotografias no peito e no coração. Sem dúvida, ir ao 2º Moto Monge foi algo maravilhoso e acima de tudo uma conciliação de fases, onde conseguimos unir o evento de moto com a fase da viagem.

Ulisses José Ferreira Neto

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Região Sul - Valente Fazedor de Chuva - 20-04-2014

No terceiro dia – 20-04-2014  – iniciamos cedo o projeto e quando subimos na moto estávamos renovados para um novo dia, porém esse dia foi diferente, estávamos mais tranquilos, curtindo cada km na viagem.

Depois de visitar as prefeituras chegamos a conclusão que algumas cidades estão jogadas ao vendo, sendo que os Prefeitos não cuidam nem do prédio da Prefeitura, imagine da cidade. Tem prefeitura que nem nome ou indicação tem, realmente é de se admirar.

Tudo correu tranquilamente até o final da tarde, quando chegamos a Orleans e fomos a Rio Fortuna e Santa Rosa de Lima, sendo que essas cidades ficam em um braço onde você tem que ir e voltar pela mesma estrada, não existe ligação asfáltica com outra cidade.

Quando saímos de Orleans a chuva fina chegou, e fomos assim até Rio Fortuna, sendo que logo após nos dirigimos a Santa Rosa de Lima que para chegar é uma serra, sobe e sobe. Quando iniciamos a subida a chuva fina veio e a noite também, e desafiando a serra fomos assim mesmo.

Aí vem a tradicional pergunta: O que estamos fazendo aqui? A resposta é: Estamos vivendo e andando de moto. É demais estar vivo e sentir essa sensação.

Quando chegamos a Santa Rosa e começamos a descer a serra a chuva veio forte e torrencial, não dava para ver nada. Estávamos trazendo a moto com todo cuidado, e com muita dificuldade, quando o Grande Arquiteto do Universo nos mandou um novo anjo, pois fomos ultrapassados por um carro Fiat Uno e logo em seguida o mesmo diminuiu a velocidade, ligou o pisca alerta e assim desceu toda a serra na nossa frente indicando o caminho por onde devíamos ir. Só de escrever e lembrar ficamos arrepiados. Chegando ao pé da serra ele acelerou e nem sequer  podemos dizer obrigado.

Paramos para dormir em Gravatal, sem dúvida um lindo dia de viagem.

MotociclismoSC

Ulisses

 

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VIAGEM DOS SONHOS

 

Depois de muito tempo de planejamento e de sonho, conseguimos realizar a nossa viagem dos sonhos, que era fazer oito mil quilômetros andando pelo Chile, Argentina e Uruguai.

Nesta viagem fui acompanhado do motociclista Valmir e Jairo, ambos muito experientes e parceiros de estrada de muitas outras jornadas.

Para esse projeto a primeira coisa que fizemos foram várias reuniões no total de sete onde foram decididos o roteiro, alimentação, o que levar de ferramentas, roupas remédios. Essas reuniões serviram para dar base de nos conhecer melhor um ao outro e dar mais afinidade. Depois de tudo planejado e calculado na medida do possível no dia 03 (três) de abril saímos de Itajaí em direção a Dionísio Cerqueira.

Neste primeiro dia de viagem nós optamos em fazer um tiro longo para sair do Brasil, pois o nosso foco era viajar na Argentina, Chile e Uruguai e foi um dia em que a chuva nos acompanhou e foi um dia de muita água, simplesmente muita chuva. Isso já tornou a viagem um pouco mais tensa por causa da visibilidade e os motivos de segurança, mas fomos com calma e tranqüilidade e chegamos ao final do dia em Dionísio Cerqueira onde nos hospedamos e fomos a pé ao país visinho da Argentina conhecer, conversar tirar umas informações e também tomar umas cervejas e eu, no caso coca cola. Voltamos para o hotel e nos preparamos para a adrenalina do dia seguinte.

Quando saímos já começamos a sentir a adrenalina, aquela paixão pela moto aflorando na pele e todos os sentidos ficam ligados e nos sentimos emocionados e esse primeiro dia foi bem isso com um grande sentimento de união aos parceiros de viagem e as motos.

No segundo dia fomos de Dionísio Cerqueira a Presidência Chances Pena e novamente a chuva esteve presente, muita chuva, teve uma hora em que eu estava guiando atrás do Valmir e a moto dele sambou de tudo quanto foi lado e eu pensei que ele iria para i chão, mas ele com a experiência de motociclista que possui puxou a moto de volta botou ela no trilho e colocou ela de volta na pista, foi um grande susto. Na metade do dia a chuva chegou a parar e começamos a andar pelas grandes retas da Argentina.

Era muita reta, era tanta reta que a gente fazia uma reta vinha outra reta e depois outra reta e chegamos em Presidente Pena todos cansados mas alegres e com o dia realizados, logo nos preparamos para o outro dia.

No terceiro dia fomos de Presidente Pena a São Salvador do Jui Jui, foi uma viagem emocionante pelas estradas que nos convidam a andar, uma estrada que faz a moto andar sozinha e a adrenalina segue na frente da moto e empurrando a moto, tudo se torna um corpo só você e a moto, a vontade de andar a vontade de sentir e nesse dia nós tivemos uma surpresa que são as montanhas coloridas, você está pilotando e daqui a pouco você olha uma estrada que te leva simplesmente a lugares maravilhosos, lugares onde a paisagem é totalmente diferente do Brasil, são montanhas verdes, amarelas, azuis e que não tem explicação, parece que Deus chegou ali e pintou cada montanha daquela de uma cor diferente, fora a estrada magnífica em todos os pontos em que ela te acompanha.

Foi o primeiro ponto em que pulamos da moto de alegria, de êxtase e de felicidade por estar vivendo aquele momento tão lindo e estar vivendo situações tão lindas como aquela. Simplesmente a gente pôde ver o mundo através talvez com um pouquinho dos olhos de Deus que fez esse nosso querido mundo.

No quarto dia nós fizemos um trajeto de São Salvador do Jui Jui a São Pedro do Atacama e esse dia foi um dos mais marcantes da nossa vida como motociclista, tudo foi lindo nesse dia, simplesmente tudo e quando você chega ao deserto de sal e a nossa reação foi ajoelhar porque Deus estava ali presente naquele momento e você tinha certeza da existência do criador e que tudo aquilo que fizemos para nós mesmos como brigas, contra gostos, as revoltas por pouca coisa são tão insignificantes diante daquela obra grandiosa de Deus.

Dali seguimos para a divisa do Chile e toda a estrada é maravilhosa e se no dia anterior a adrenalina estava a mil, ali a adrenalina estava se acalmando no sentido de sentir, curtir e viver aquela longa viagem.

A divisa do Chile é mais complicada do que a da Argentina, fizemos a aduana e fomos para uma pousada em São Pedro do Atacama.

No próximo dia ficamos o dia todo em São Pedro do Atacama que era o quinto dia de viagem e lá aproveitamos para conhecer o Vale da Lua, os gêiser que é uma obra da incrível da natureza, pegamos 8 graus negativos, frio muito frio, ainda bem que levei uma jaqueta de lã de carneiro que foi a salvação da lavoura.

São Pedro do Atacama é uma cidade construída de barro, as estradas tudo em barro batido, porém a estrutura é de uma cidade turística com pousadas muito bem elaboradas com ar condicionado e camas e chuveiros muito gotosos. A comida também é muito boa e temos que variar, pois é um tempero diferente .

As paisagens do Vale da Lua, só olhando a sessão de fotos que vocês vão sentir do que estamos falando e foi realmente uma experiência muito incrível.

Todo mundo sabe que lá é o deserto de sal e muitas regiões são formadas pelo sal.

Pela explicação do nosso guia aquilo nunca foi mar e nunca seria mar e sim uma explosão do vulcão e que trouxe o sal para cima da terra.

No sexto dia fomos de São Pedro do Atacama até Caldeira sendo uma viagem também muito impressionante porque chegamos a um ponto em que todo motociclista acredito que um dia queria ver que é a Mão no Deserto. Quando avistamos a Mão no Deserto a sensação foi simplesmente em dizer: Cara cheguei aqui!!!!!! Cara estou aqui na Mão no Deserto, eu sempre via nas revistas a emoção e a vontade dos motociclistas vencendo essa barreira e você chega lá e vê aquele esplendor todo você diz: Meu, consegui, venci, estou aqui!!!!!!

Você vem guiando pelo deserto do Chile e foram 1.200 quilômetros que andamos sendo que não pegamos nem um bichinho na bolha da moto, um grande deserto. Você vê grandes máquinas de mineração, realmente gigantescas em que não tínhamos noção da dimensão daquelas máquinas. Você vai andando e é somente deserto e mais deserto, quando de repente você faz uma curva longa e dá de cara simplesmente com o Oceano Pacífico, as cordilheiras, as montanhas do deserto praticamente entram dentro do Pacífico. Aquilo é rejuvenescedor e você sente vontade de pular e diz: Meu Deus!!!!!!!!!!

È uma surpresa tão grande, tão bonita que você fica sem saber o que pensar, pois a paisagem muda radicalmente de areia para mar.

Foi uma emoção muito grande, uma situação inusitada. Fomos para La Serena e  aconteceu que na subida de um morro um grande congestionamento, nenhum carro ia e nenhum carro voltava, fomos com as motos pelo ladinho e quando chegamos lá em cima a polícia nos parou e explicou que não poderíamos prosseguir pois um caminhão que transportava ácido virou na estrada, mas como não tínhamos mais gasolina para voltar ao último posto que tínhamos passado e assim não tínhamos mais autonomia. Mais abaixo de onde tinha acontecido o acidente tinha um vilarejo, seguimos para lá e fomos a procura de uma pousada, mas não tinha pousada no vilarejo, vimos uma marquise de um restaurante que estava fechado e decidimos pernoitar ali e nesse pernoite quando já estávamos nos preparando para ficar por ali mesmo veio  uma senhora perguntando se nós queríamos uma habitação e nós aceitamos na hora, pois qualquer habitação seria melhor que ali e para nossa surpresa ela nos levou a umas cabanas de frente para o oceano pacífico. Não tem aquelas cabanas que são todas preparadas com carinho em que até a colcha é de crochê e até cama box e  churrasqueira.  Ficamos sem acreditar, mas isso meus amigos de frente para o Pacífico.

Então podemos ver o sol se por no Pacífico com um lindo sol vermelho, coisa que na nossa região é ao contrário, o sol nasce no mar, fizemos uma comprinha básica para um belo churrasco em frente ao Pacífico, foi sensacional, um dia simplesmente memorável.

Passada a noite naquela memorável cabana nós fomos para a cidade de Caldeira em que podemos parar as motos, colocar os pés no Pacífico que é gelado, muito gelado e a paisagem com as pedras criadas pelos vulcões e aquela situação caótica que não nasce nada somente pedra, pedra, pedra. Foi um dia em que a gente parou para analisar como o motociclismo é importante na nossa vida, porque nós só estávamos vivendo aquela experiência maravilhosa por sermos motociclistas e por termos  dedicado nossa vida ao motociclismo.

Parando em La Serena, passamos uma noite super gostosa e  fomos a Los Andes que é uma cidade perto da divisa da Argentina e do Chile e lá foi o local com o hotel mais ruim de toda viagem, na verdade era um quarto, mas naquela situação nós estávamos agradecendo a Deus por ter um lugar para dormir, um lugar calmo e sereno.

No dia seguinte nós iríamos fazer a divisa do Chile para a Argentina e nos famosos caracóis em tivemos a oportunidade de visitar em outra viagem a estrada estava sendo reformada e só dava para passar a noite. Acordamos cedo e fomos em direção aos caracóis, infelizmente ainda estava noite e não deu para ver nada, pois ainda estava escuro e o que nos acompanhou na travessia desse dia foi o frio, pegamos -7 graus, realmente muito frio.

A viagem se tornou longa e a mão, o pé, enfim tudo sofreu. A nossa sorte que subida dos caracóis nós paramos e todos colocaram as suas roupas de frio.

Subir os caracóis sempre é uma emoção, chegando na aduana fomos muito bem recebidos pelos fiscais, mas não tivemos coragem de seguir em frente porque o frio realmente estava demais, ficamos mais duas horas ali dentro esperando o sol nascer até porque ver a paisagem do lado dos caracóis no outro dia já de sol claro, porque tem umas passagens de túneis e imensos rios secos, mas são imensos de largura que aguardam as águas do degelo.

Fizemos uma viagem maravilhosa cheia de emoção e chegamos a Mendonça.

Mendonça foi o nosso décimo dia de viagem e lá ficamos o dia todo sem fazer nada, andando para lá e para cá, fomos visitar o Shopping Center, as lojas, comemos o tradicional Parrilha e churrasco. Foi um dia esplendoroso, muito barata a acomodação  na faixa de cem reais para três pessoas.

Foi um dia maravilhoso onde conhecemos um pouco de uma cidade considerada grande e que compensa ficar realmente um dia em Mendonça.

No décimo segundo dia de viagem que era o dia onze de abril fomos de Mendonça a Vila Carlos Paz. A viagem em si é maravilhosa, viagem com muita serra, montanhas com vegetação própria, um verde super lindo e com verdadeiro cheiro de mato e a estrada é como se estivesse chegando a Gramado-RS, muito arborizada e com restaurantes, bem gostosa de se fazer, de se curtir e quando se chega a Vila Carlos Paz aí temos outra grata surpresa.

A cidade é formada em um lago ou rio com vários barcos, não sabemos precisar, mas se parece muito com Gramado-RS  com muita opções  de restaurantes e lazer e o pôr do sol no lago é maravilhoso, inclusive existe uma obra que é um avião de caça que foi utilizado nas Guerras das Malvinas.

Foi uma noite memorável, compensa realmente visitar a Vila Carlos Paz.

No dia seguinte, décimo segundo dia, fomos em direção a Vila Guaim. Vila Guaim é uma viagem diferente porque é somente reta, muita reta. A cidade é muito gostosa onde todos ficam reunidos na praça central onde muitos jovens ficam sentados na grama e o domingo gira em torno da praça.

Estacionamos as motos em frente ao hotel e para nossa surpresa vieram conversar conosco os motociclistas da cidade, eles pertenciam ao Moto Clube La Roca e gentilmente nos convidaram para jantar com eles.

Queridos amigos motociclistas, só de falar já nos emocionamos, mas viver aquilo que vivemos junto com os motociclistas do La Roca Moto Clube não tem preço e não temos como transmitir a nossa emoção.

Foi uma noite de muita descontração, em que você vê que no motociclismo realmente existe uma irmandade, que o motociclismo tem essa força da união.

Todos foram especiais, onde abriram a sede deles e fizeram um belo churrasco a “lá Argentino” para nós tornando a noite muito grata e que ficou marcada em nossos corações durante essa viagem por ver que o motociclismo realmente é universal e que todo mundo que gosta de andar de moto sente a base do motociclismo.

Assim, aqui fizemos um agradecimento de coração a todos os associados do Moto Clube La Roca, obrigado por nos deixar viver uma emoção tão grande.

No outro dia que era o décimo terceiro dia, saímos de Vila Guaim e fomos para Rivera, onde fizemos a aduana da Argentina para o Uruguai e tudo correu tranquilamente com o pessoal muito receptivo junto a aduana e não tivemos qualquer problema e a viagem é igualmente muito gostosa.

Uma das grandes vantagens de andar por esses países é que as pistas são maravilhosas, chegando a Rivera, descansamos, tomamos aquele banho gostoso e fomos caminhar um pouquinho e ver as lojas.

Já era a nossa programação ficar mais um dia em Rivera e foi um dia de compras, sentar no banco e ver o pessoal passar com sacolas enormes para lá e para cá, tomar nossa cerveja e coca cola acompanhada de uma picanha grelhada, realmente um dia para não se fazer nada.

Foi um dia para relembrar a nossa viagem, foi um dia prazeroso e quando a gente fala que as mulheres saem para fazer compra e sentem-se felizes realmente é uma delícia. Fizemos muitas compras com várias bobagens e aconteceu uma situação muito engraçada em que eu comprei umas mercadorias e fui em uma loja guardei num armário, peguei a chave de outra porta e quando voltamos foi uma confusão, chama guarda, chama porteiro... Fomos ver na câmera e lá tinha eu colocado em outro armário, pensa na confusão dentro de uma loja.

Foi um dia maravilhoso que passamos em Rivera.

No décimo quinto dia viemos de Rivera a Vacaria, aí a emoção foi forte por chegarmos ao Brasil, foi muito bom viajar, foi maravilhoso conhecer esses países e ter tido  essa experiência, mas chegar ao Brasil foi outra sensação muito prazerosa, sentir o cheiro do nosso Brasil e saber que ali é a nossa terra, a nossa casa foi muito gostoso.

Olhamos um para o outro e pensamos “Ufa, conseguimos!!! Estamos aqui, estamos na nossa terra!!!” Foi maravilhoso poder dizer: “Eu estou no Brasil”.

Em Vacaria ficamos em um ótimo hotel e a janta num restaurante próximo foi excelente. Foi simplesmente uma noite maravilhosa e poder dormir “em casa”.

No décimo sexto dia, o último dia da viagem, viemos de Vacaria a Lages, onde nos despedimos e encerramos a nossa viagem juntos, ali cada um tomou o seu caminho, mas tenho a certeza que todos os momentos vividos nesta viagem jamais sairá do nosso pensamento e da nossa alma, que a recordação será eterna em nossas vidas  e que cada momento vai ser lembrado  não só como uma lembrança, mas sim como uma grande emoção vivida por nossos corações.

Por fim, temos que acrescentar que na nossa viagem levamos o bodinho de pelúcia como bichinho de estimação e foi ele que nos acompanhou nesses quilômetros todo, e por incrível que pareça foi muitas vezes a emoção da viagem com as crianças chegando na moto, pulando de alegria, querendo bater foto e foi muito especial ter a companhia do nosso bodinho ao qual demos o nome de LAMPIÃO e que foi feito com muito amor e carinho. Sem dúvida é um bodinho internacional.

MotociclismoSC

UIisses José Ferreira Neto

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Eventos – Responsabilidade de Organizar

         Todos sabem que organizar e fazer realizar um evento não é fácil.

         Já vimos muito Moto Clube idealizar e fazer acontecer um evento super unido e no final do evento não existir mais o Moto Clube, tudo em decorrência das divergências de opiniões e procedimentos.

         Já vimos brigas, algazarras, noites inteiras sem descanso, ou seja, sem poder dormir, nas barracas, em face de vizinhos barulhentos, até ataque de espirito ruim já presenciamos.

         Tudo acontece nos eventos e por esses acontecimentos é que os Organizadores de Eventos tem que tomar cuidado, cuidado redobrado, pois se seu Moto Clube fizer um evento e algo der errado, vai ter consequências.

         O Tribunal de Justiça condenou os Organizadores de um Evento ao pagamento de R$ 100.000,00 de indenização, veja notícia do julgamento abaixo.

 

FAMÍLIA DE HOMEM ESPANCADO POR MOTOQUEIROS RECEBE INDENIZAÇÃO DE R$ 100 MIL

12/11/2013 18:58            

A 5ª Câmara de Direito Civil deu parcial provimento ao recurso de empresa em cujo estabelecimento ocorreu um homicídio, e fixou em favor da família da vítima indenização por danos morais e materiais no valor de R$ 100 mil.

 Consta dos autos que, no ano de 2000, a recorrente alugou seu estabelecimento para um encontro de motoqueiros; no estacionamento do local, os ânimos se alteraram em razão do som de um carro, que os presentes julgaram estar alto demais. A confusão começou quando a vítima, negando-se a diminuir o volume do som, foi agredida até a morte por um grupo de homens que participava do evento.

Em sua defesa, a empresa apelante sustentou que não houve falha no esquema de segurança, e que o infortúnio foi de responsabilidade exclusiva da vítima, que adotou na ocasião um comportamento provocativo.

Para o desembargador Sérgio Izidoro Heil, relator do recurso, essa versão não ficou comprovada, já que não há nos autos nada que indique que a vítima teve atitude agressiva ou exageradamente inadequada na noite dos fatos. Quanto à atitude negligente dos seguranças, o desembargador baseou-se em depoimentos de testemunhas, que não fizeram nenhuma referência a tentativa dos seguranças do estabelecimento de impedir a agressão.

"Assim, ausente prova da inexistência de falha na prestação do serviço e/ou da culpa exclusiva da vítima, resta configurada a responsabilidade civil objetiva da demandada, uma vez que o falecimento da vítima decorreu das agressões sofridas no interior da casa noturna, enquanto desfrutava dos serviços ofertados", concluiu o desembargador (Apelação Cível n. 2010.052428-8).

 

                Então queridos Organizadores de Evento, todo cuidado é pouco e o custo pode ser altíssimo.

MotociclismoSC

Ullisses José Ferreira Neto

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Abuso de Poder da Autoridade Policial

                Temos que concordar que a autoridade policial é de super importância em uma sociedade, pois somente ao Estado é dado o poder de resolver e ditar a solução dos problemas entre seus membros.

                A autoridade policial é muitas vezes injustiçada pela sociedade, pois em vez de respeito e admiração, eles são tratados como uma “laranja podre” dentro da sociedade.

                Isso se deve sem dúvida há policiais sem ética, sem princípios morais e principalmente sem conhecimento técnico de sua profissão, que se impõe pelo cargo que ocupa e não por sua educação e habilidade frente as dificuldades que enfrenta no dia a dia.

                Agora, as ditas “autoridades” públicas tem com o que se preocupar, pois seus atos de abuso de autoridade, de denegrir a honra das pessoas, agressão física injustificada e acima de tudo a violação dos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, terão punição direta, ou seja, as Autoridades poderão ser responsabilizadas diretamente por seus atos.

                Em recente decisão judicial o Superior Tribunal de Justiça assim decidiu:

DIREITO PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. LEGITIMIDADE DE AGENTE PÚBLICO PARA RESPONDER DIRETAMENTE POR ATOS PRATICADOS NO EXERCÍCIO DE SUA FUNÇÃO.

Na hipótese de dano causado a particular por agente público no exercício de sua função, há de se conceder ao lesado a possibilidade de ajuizar ação diretamente contra o agente, contra o Estado ou contra ambos. De fato, o art. 37, § 6º, da CF prevê uma garantia para o administrado de buscar a recomposição dos danos sofridos diretamente da pessoa jurídica, que, em princípio, é mais solvente que o servidor, independentemente de demonstração de culpa do agente público. Nesse particular, a CF simplesmente impõe ônus maior ao Estado decorrente do risco administrativo. Contudo, não há previsão de que a demanda tenha curso forçado em face da administração pública, quando o particular livremente dispõe do bônus contraposto; tampouco há imunidade do agente público de não ser demandado diretamente por seus atos, o qual, se ficar comprovado dolo ou culpa, responderá de qualquer forma, em regresso, perante a Administração. Dessa forma, a avaliação quanto ao ajuizamento da ação contra o agente público ou contra o Estado deve ser decisão do suposto lesado. Se, por um lado, o particular abre mão do sistema de responsabilidade objetiva do Estado, por outro também não se sujeita ao regime de precatórios, os quais, como é de cursivo conhecimento, não são rigorosamente adimplidos em algumas unidades da Federação. Posto isso, o servidor público possui legitimidade passiva para responder, diretamente, pelo dano gerado por atos praticados no exercício de sua função pública, sendo que, evidentemente, o dolo ou culpa, a ilicitude ou a própria existência de dano indenizável são questões meritórias. Precedente citado: REsp 731.746-SE, Quarta Turma, DJe 4/5/2009. REsp 1.325.862-PR, Rel. Min. Luis Felipe Salomão, julgado em 5/9/2013.

 

                Assim, a Autoridade Policial que abusar de seu poder e cometer atos fora dos ditames legais pode responder pessoalmente pelos danos que seus atos causar.

                MotociclismoSC

 

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Rota Santa & Bela Catarina

O Motociclista Wagner Sandoval Barboza criou a ROTA SANTA & BELA CATARINA, que estadetalhada no site Oficial www.rotasantaebelacatarina.com.br inclusive várias fotos do trajeto (Ilha e Continente).

 Esta Rota foi criada com o objeto e desejo de:

1 . Divulgar e mostrar, em apenas uma Rota (dois trechos que somam 580 Km ( 109 + 471) Ilha, Dunas, Lagoas, Litoral, Serra e Planalto Catarinense, sem dúvida umas das GRANDES BELEZAS DE SANTA CATARINA;

2 . Divulgar, em especial, a Ilha de Florianópolis e a Serra do Rio do Rastro uma das mais belas estradas do Brasil, sendo que o motociclista Wagner trabalhou na sua pavimentação(toda de concreto);

            3 . Oferecer, principalmente, aos MOTOCICLISTAS um roteiro lindo para suas aventuras;

Além de ficar gravado nos olhos, e coração quem completar a ROTA SANTA & BELA CATARINA receberá uma certificação (diploma numerado e constar no Site Oficial com o registro em fotos do participante) da realização do projeto e ainda um KIT especial que contém: Camiseta, Pin, Patch, Adesivo;

Os registros das viagens dos motociclistas que concluíram o projeto podem ser vistas no site acima indicado ou ainda também na página do Facebook:  https://www.facebook.com/rotasantaebelacatarina

 Ainda o motociclista. Wagner se propõe a ajudar caso os Motos Clubes desejem criar grupos para fazer o trajeto da rota, para tanto poderá: 1. buscar um preço melhor com desconto (apesar do preço ser simbólico, pois existe o custo dos materiais do Kit, da manutenção do site, além do custo de criação de todos materiais/site); 2. Receber diretamente as fotos por e-mail fazendo a atestação no site Oficial para facilitar).

 Ainda sugere o motociclista Wagner que a Serra seja feito de baixo para cima (inúmeras vantagens), que ele está à disposição para aconselhar aos motociclistas que pretendem realizar o projeto.

O custo da participação do projeto é de R$ 200,00.

É necessário para a concessão da certificação 3 fotos no Continente (Laguna, Serra do Rio Rastro, Urubici) e 3 fotos na Ilha (Ponte, Lagoa da Conceição e Jurerê Internacional) e ainda 4 fotos aleatórias.

Informar:

1º) Nome completo

2º) Cidade

3º) Endereço completo

4º) Tamanho da camiseta

5º) Depósito do valor

 

O Motociclista Wagner fica à disposição para maiores informações.

Wagner Sandoval Barbosa -  wagnersb.fln@gmail.com - Rota Santa & Bela Catarina

https://www.facebook.com/rotasantaebelacatarina

www.rotasantaebelacatarina.com.br

 

MotociclismoSC

 Ulisses José Ferreira Neto

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