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Culpa de quem? Veja 10 conclusões de estudos sobre acidentes de moto


Há cerca de um ano foi divulgado um estudo sobre acidentes envolvendo motocicletas na Zona Oeste de São Paulo. Os dados mais relevantes, derivados da análise de pouco mais de 300 acidentes em um período de cerca dois meses, apontaram para um percentual expressivo de acidentados que não tinham habilitação(23%). Entre eles, 75% eram jovens com menos de 32 anos.
Outro índice importante da pesquisa patrocinada pela associação dos fabricantes de motos e bicicletas, a Abraciclo e realizada pela Universidade de São Paulo (USP) foi verificar que quase um em cada quatro acidentados havia consumido drogas ou álcool. Testes clínicos feitos no hospital de atendimento apontaram que 14% tinham drogas no sangue, sendo cocaína a mais frequente, e 7,1% apresentaram nível de álcool acima de 0,6 g/l – nível que configura crime de trânsito com pena de 6 meses a 3 anos de detenção, conforme a legislação.
É impossível refutar a realidade que estabelece os motociclistas como um grupo vulnerável nas ruas e estradas. Do mesmo modo é inegável que moto, scooter ou motoneta representam uma valiosa contribuição para a mobilidade pelo pequeno espaço que ocupam, agilidade e baixo custo, que lhes confere eficiência superior à de qualquer outro veículo. Motocicletas e congêneres conquistaram as ruas de todo o país e hoje ocupam um papel indispensável no âmbito do transporte individual, seja pelas deficiências crônicas no transporte público do Brasil, seja por terem se transformado em instrumentos de trabalho, não apenas de transporte.
O lado ruim desta inexorável escalada sobre duas rodas é problema de saúde pública decorrente dos acidentes com motos, e daí a importância da pesquisa coordenada por médicos da Faculdade de Medicina da USP, com a colaboração da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Estudar um problema é o primeiro passo para solucioná-lo, e pesquisar acidentes de motos não é novidade: muitos anos atrás, nos EUA, mais exatamente no final dos anos 1970, foi divulgado o "Hurt Report", cujo nome é uma homenagem ao engenheiro aeronáutico norte-americano que liderou a pesquisa, Hugh Harrison Hurt Jr., professor da University of Southern California.
Aplicando metodologia semelhante à de acidentes aéreos, algumas das conclusões do Hurt Report até hoje se refletem no uso da motocicleta. Exemplos consistentes foram a comprovação da efetividade do capacete como peça de segurança "número 1" para todos os motociclistas e a necessidade da aumentar a visibilidade, envergando trajes de cores claras e sempre com o farol aceso.
Extensa, meticulosa e detalhada, a pesquisa serviu também de exemplo para outros estudos subsequentes sobre acidentes com motos, como o Maids (estudo profundo sobre acidentes com motocicletas, na sigla em inglês), que, de 1999 a 2002, analisou mais de 900 casos ocorridos na França, Alemanha, Holanda, Espanha e Itália.
No estudo brasileiro há que se lamentar, como confirma Marcelo Rosa Rezende, médico do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de SP e membro da equipe executiva que realizou o trabalho, que, passado um ano, não se tenha adotado nenhuma das recomendações decorrentes da análise.
Entre as sugestões estavam a criação de um banco de dados, uma espécie de “registro nacional dos acidentes de trânsito”, a segregação das motocicletas em vias que comportem tal medida e a melhoria do processo de habilitação, tanto teórico com prático.
De fato, o que se verifica na cidade de São Paulo não é apenas a indiferença ante as sugestões decorrentes do trabalho, mas também o contrário de uma das recomendações, uma vez que a Prefeitura aboliu as faixas exclusivas de motos, consideradas fundamentais para a segurança dos motociclistas pelos autores da pesquisa.
José Eduardo Gonçalves, diretor-executivo da Abraciclo, sinaliza que algum progresso no âmbito da melhoria do sistema de habilitação para motociclistas está em andamento, lembrando que políticos e o Contran discutem, em Brasília, modificar o modo de concessão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), escalonando a habilitação de acordo com o tamanho da motocicleta e a experiência do candidato.
A complexidade do exame prático seria revista, para ser feito em vias abertas ao tráfego, corrigindo um vício do atual sistema, que atualmente concede a carteira com base na análise da capacidade do candidato em realizar um percurso (não uniformizado) onde se atesta controle da moto e equilíbrio em baixa velocidade, mas não a efetiva capacidade de condução em situação real, em ruas e avenidas.

Enquanto a formação do motociclista brasileiro não é melhorada e a fiscalização falha em inibir a circulação sem CNH e o uso de drogas, vale ressaltar 10 das principais conclusões extraídas das pesquisas sobre acidentes citadas.
1) 75% dos acidentes com motos são colisões com outro veículo, na maior parte das vezes um carro, enquanto apenas 25% são quedas ou colisões contra objetos fixos como muros, proteções e postes (Hurt Report);
2) Apenas 8% dos acidentes são causados por fatores relacionados à motocicleta, como pneu furado e problemas nos freios. Já 18% dos acidentes têm origem em problemas na via como buracos, óleo na pista ou falta de sinalização em cruzamentos (Universidade de São Paulo);
3) Em 31,9% dos casos, destaca-se a total ausência de reação do motorista para evitar o acidente, denunciando inexperiência e o treinamento inadequado para enfrentar situações de emergência (Maids);
4) Em 70% dos acidentes que envolvem motos com outros veículos, o motorista declara não ter visto/percebido o motociclista, assumindo a responsabilidade pelo acidente (Maids);
5) Mais de 50% dos acidentes analisados ocorrem com motociclistas que tinham pouco tempo de experiência, em média, 5 meses (Hurt Report);
6) Em 70% dos casos analisados, os acidentes ocorreram quando o motociclista trafegava abaixo dos 50 km/h (Maids);
7) A velocidade excessiva foi causa direta ou indireta do acidente em apenas 13% dos casos (Universidade de São Paulo);
8) Em acidentes entre motos e outros veículos, em 49% deles o causador do acidente foi o motociclista enquanto nos 51% restantes a culpa foi atribuída ao motorista (Universidade de São Paulo);
9) O fator predominante dos acidentes envolvendo motoristas e motociclistas decorre do fato do motorista não ter visto ou ter visto tardiamente o motociclista, tornando assim impossível evitar a colisão (Hurt Report);
10) Os cruzamentos são os locais mais frequentes para colisões, assim como a falta de concentração/atenção na tarefa de conduzir veículos é um fator comum à maioria dos acidentes (Hurt Report)
(Foto no início da reportagem mostra acidente com moto ocorrido no Espírito Santo - crédito: Reprodução/TVGazeta. A segunda imagem é de uma colisão entre moto, carro e ônibus na Av. Paulista, em São Paulo - crédito: Anay Cury/G1

http://g1.globo.com/carros/motos/blog/dicas-de-motos/post/culpa-de-quem-veja-10-conclusoes-de-estudos-sobre-acidentes-de-moto.html
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9º Moto Planalto – Três Barras

                Foi um final de semana MARAVILHOSO. Saímos sábado de manhã e fomos ao autódromo de São José dos Pinhais acompanhando um grande amigo e motociclista Rafael - https://www.facebook.com/rafael.moreiragomes.3?fref=nf&pnref=story - que foi ao autódromo fazer a divulgação do 1º Moto Zona e da balada que haverá no local do evento para Motociclistas que é o MOTO SHOW Adrenaline Party. Também foi conosco a Promotora do evento acima citado Tatiana Bleichove - https://www.facebook.com/taaty.bleichovell?fref=ts – menina super legal, profissional e competente na sua atividade, deu um banho na divulgação.

            Quando chegamos ao autódromo notamos que muitos motociclistas que corriam na pista estavam acompanhados de suas famílias, esposas, filhos, filhas, enfim um ambiente super legal. Estavam correndo motociclistas de todas as idades, todos “viciados” pela adrenalina da velocidade. Achamos super correto, pois estavam em um ambiente seguro e feito para a velocidade, sendo que o custo pelo que tomamos conhecimento gira em torno de R$ 800,00 a  R$ 1.000,00 (custo total) para “brincar” o dia todo na pista.

            Confessamos que ficamos admirados pelo que vimos, os motociclistas são divididos por categorias, essas estabelecidas pelo tempo o que motociclista leva para fazer uma volta toda na pista. Assim a cada 20 minutos em média muda a categoria que anda na pista, tudo bem tranquilo, sem qualquer problema.

            O ronco das motos rasgando a grande reta também é algo que deixa a gente “adrenalizado”, tudo ótimo, foi uma experiência incrível.

            O Motociclismo é maravilhoso, pois ele possibilita a sua prática de várias formas.

            Após saímos curtir a moto velocidade fomos em direção a querida cidade Três Barras, onde estava sendo realizado o 9º Moto Planalto, organizado pelo Os Intocáveis Moto Amigos.

            O Moto Planalto é um evento ótimo, que dá gosto de ir pelas estradas e principalmente pelo evento. Tudo muito bem organizado. Evento que adota o sistema de separação de área e isso produz uma tranquilidade a todos que curtem o evento.

            Uma atração muito especial foi o show do Jorge Negretti, sem dúvida um dos melhores para um evento.

            Outra grata surpresa foi assistir o show da BANDA KRAVAN, sem dúvida foi uma ótima atração no evento, seu repertório foi muito adequado e sem dúvida houve uma grande evolução da banda, isso na nossa singela opinião.

            Temos que o grande desafio do Moto Planalto é a decisão em crescer mais ou ficar um evento “caseiro”, com característica do interior, que sem dúvida é uma gostosa característica. 

 

- Fotos do evento: http://www.motociclismosc.com.br/fotos.php 

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Luvas Impermeáveis

            

Todos nós que andamos de moto sabemos que um dos nossos principais problemas é andar de moto todo molhado e, sem dúvida, uma coisa que dá muita agonia é guiar a moto com as mãos molhadas.

                Então saímos procurando um milagre para não guiarmos a moto com as mãos molhadas e fomos atrás das LUVAS IMPERMEÁVEIS.

                Quando vamos comprar, geralmente, os vendedores dizem que a luva é impermeável e que dá garantia de 3 meses (garantia estabelecida no Código de Defesa do Consumidor).

                Todos sabemos que em 3 meses, não temos como averiguar se a luva é impermeável ou não e quando precisamos constatamos que a luva não é impermeável.

                Sinceramente, já compramos quase todas as marcas e não achamos uma luva que se propõe ao seu objetivo.

                Então procuramos soluções paralelas e encontramos uma.

                Utilizar luvas que são utilizadas para a inseminação de animais. Elas são compradas facilmente em casa de produtos agrícolas, por um valor super baixo.

                Essas luvas de inseminação de animais você coloca por cima da sua luva de couro, ou seja, você guia a sua moto com a sua luva de proteção e fica protegido da água da chuva.

                Fizemos quase 800 km embaixo de chuva e realmente não molhamos um dedo sequer.

                É uma dica que aprovamos.

                Ulisses José Ferreira Neto

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2º Moto Monge - Forquilhinha

Estivemos participando do 2º Moto Monge, que é uma confraternização organizada pelo MG TAMBORES DO ASFALTO, da linda e hospitaleira cidade de Forquilhinha. O ponto alto do evento é o almoço, pois a confraternização começa às 11.00 horas e termina perto das 18.00 horas.

                Estivemos presente na 1ª edição do Moto Monge e resolvemos ir na 2ª edição também, porém, acompanhados da “turma do pastel”, que era formada pelo Douglas/Letícia; Junior/Tamara e Elton. Ainda tivemos a visita dos agregados Fagner, Mateus/Luciana (ela não fala e quase não come, mas sem dúvida é uma grande parceira de viagem).

                O nome da turma foi atribuído em face da Tamara dizer no início da viagem que as melhores viagens que ela podia fazer era quando a viagem era gastronômica, e assim a cada pouca distância estávamos parando para tomar café e comer pastel.

                Tivemos sorte. Pensem em um dia, sábado 29-12-2014, maravilhoso para andar de moto. Aquele dia que está lindo, nem quente nem frio e ideal para andar de moto.

                Saímos do posto Universitário de Itajaí, sendo que na saída estavam também se preparando para viajar nossos grandes amigos motociclistas, eles iam “fazer” a Serra do Rio do Rastro.

                A viagem foi sensacional, com muitas paradas, pois as motos não eram movidas a gasolina e sim a pastel.

                Chegamos em Forquilhinha e fomos direto ao maravilhoso hotel Oma Zita, seguindo logo para  o evento, porém, antes, fomos almoçar e comer pastel.

                Quando chegamos ao evento vimos uma moto “Indian”, 1945, vixe, nosso coração quase saiu pela boca, nunca tínhamos visto uma “Indian”, foi realmente emocionante e ficamos arrepiados, pois todos sabemos que a moto “Indian” faz parte da história do motociclismo mundial.

                Logo ficamos sabendo o porque  do  ponto alto do evento ser o almoço, pois, ao meio dia é servido churrasco para quem quiser e tiver fome, infelizmente, nós da turma do pastel, realmente uma turma de “tansos”, tínhamos ido comer pastel e só nos restou beliscar o delicioso churrasco.

                Lá encontramos vários motociclistas e vários amigos, como o Grande Companheiro de Estrada Alceu, do MC Cavaleiros do Amanhã, um grande e querido amigo. Ainda, tivemos conhecimento do novo “piloto automático” para motos o “SPEED CONTROL” – senafotografo@terra.com.br – fone 048.9123.9004 - http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-596840102-piloto-automatico-speed-control-acessorio-para-motos-_JM , que quando testarmos daremos nossa opinião na página.

                O evento como já foi dito, é organizado pelo MG Tambores do Asfalto, capitaneado pelo Motociclista Adalto. Sem dúvida também o ponto alto da festa é a calorosa recepção que os motociclistas recebem ao chegarem ao evento, um abraço forte e aquele “ seja bem vindo”.

                Foi bom ver o Sr. Prefeito e o Vice Prefeito (Vanderlei Alexandre e José Ricardo Junkes), participando da festa e principalmente saber do apoio super importante, dos administradores municipais para a mesma.

                                Outro ponto forte da festa, além da recepção calorosa e do churrasco, foram as bandas do evento, sem dúvida muita música e de boa qualidade. Porém, aqui, nas bandas é que encontramos o grande problema do evento, a música acabou cedo, cedo demais. Sem música o evento logo termina, na próxima edição quem sabe a música poderá ficar até o sol se por.

                               O lugar onde foi realizada  a confraternização é excelente, com muito espaço, sombras e lugares para sentar, enfim um lugar perfeito para aumentar o evento de confraternização do encontro de motos.

                               Lá no evento fomos convidados a participar do 128ª  Edição do “LEITÃO NA PISCINA”. Sem dúvida foi um grande evento e acima de tudo  comer muito bem. Tudo uma delícia, onde o porquinho assado inteiro foi o ponto alto da festa, onde a sobremesa também não ficou atrás.

                               Saímos do evento e fomos a Cervejaria Saint Bier. A cervejaria é uma atração turística sem sombra de dúvida, pois é um ambiente completo e que faz você passar horas e horas muito agradáveis. Na cervejaria ainda tivemos a querida presença do Adalto e seu filho, que nos levou a um bate papo até altas horas da noite.

                               Se vocês querem uma dica de viagem, podem ir a Forquilhinha, fiquem hospedados no hotel Oma Zita, que é maravilhoso em atendimento e qualidade de hospedagem, a noite vão na cervejaria, que será sem dúvida um passeio ótimo e maravilhoso.

                               O evento e o passeio da ida estavam maravilhosos.

                               No domingo fomos dar um rolé por Nova Veneza, na tradicional gôndola, e de lá fomos na represa da Casan em Siderópoalis, lugar maravilhoso para ir. Na represa deixamos as motos estacionadas e logo depois aconteceu algo maravilhoso. Crianças se postaram na frente das motos e fizeram suas fotos, sem dúvida um momento maravilhoso de se presenciar.

                               Saímos da represa e fomos almoçar no excelente Restaurante Ghellere. Pensem na comida, no espeto corrido e na comida tradicional, outra “barrigada”. Sem dúvida, foi a viagem do pastel.

                               Após, fomos obrigados a tirar um cochilo, dar uma dormidinha básica, pois tocar a moto naquele calor  depois de ter comido tanto, sem dúvida seria muito difícil.

                               Na volta, sem dúvida um fato marcante foi o forte vento que nos acompanhou, as motos tinham que ser conduzidas de lado, e quando dava uma rajada de vento a moto chegava a sair da sua trajetória. Assim a viagem ficou lenta e cuidadosa, mas sem dúvida muito prazerosa.

                               Todos sabemos, que fazer uma viagem de moto é gravar um álbum de fotografias no peito e no coração. Sem dúvida, ir ao 2º Moto Monge foi algo maravilhoso e acima de tudo uma conciliação de fases, onde conseguimos unir o evento de moto com a fase da viagem.

Ulisses José Ferreira Neto

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Região Sul - Valente Fazedor de Chuva - 20-04-2014

No terceiro dia – 20-04-2014  – iniciamos cedo o projeto e quando subimos na moto estávamos renovados para um novo dia, porém esse dia foi diferente, estávamos mais tranquilos, curtindo cada km na viagem.

Depois de visitar as prefeituras chegamos a conclusão que algumas cidades estão jogadas ao vendo, sendo que os Prefeitos não cuidam nem do prédio da Prefeitura, imagine da cidade. Tem prefeitura que nem nome ou indicação tem, realmente é de se admirar.

Tudo correu tranquilamente até o final da tarde, quando chegamos a Orleans e fomos a Rio Fortuna e Santa Rosa de Lima, sendo que essas cidades ficam em um braço onde você tem que ir e voltar pela mesma estrada, não existe ligação asfáltica com outra cidade.

Quando saímos de Orleans a chuva fina chegou, e fomos assim até Rio Fortuna, sendo que logo após nos dirigimos a Santa Rosa de Lima que para chegar é uma serra, sobe e sobe. Quando iniciamos a subida a chuva fina veio e a noite também, e desafiando a serra fomos assim mesmo.

Aí vem a tradicional pergunta: O que estamos fazendo aqui? A resposta é: Estamos vivendo e andando de moto. É demais estar vivo e sentir essa sensação.

Quando chegamos a Santa Rosa e começamos a descer a serra a chuva veio forte e torrencial, não dava para ver nada. Estávamos trazendo a moto com todo cuidado, e com muita dificuldade, quando o Grande Arquiteto do Universo nos mandou um novo anjo, pois fomos ultrapassados por um carro Fiat Uno e logo em seguida o mesmo diminuiu a velocidade, ligou o pisca alerta e assim desceu toda a serra na nossa frente indicando o caminho por onde devíamos ir. Só de escrever e lembrar ficamos arrepiados. Chegando ao pé da serra ele acelerou e nem sequer  podemos dizer obrigado.

Paramos para dormir em Gravatal, sem dúvida um lindo dia de viagem.

MotociclismoSC

Ulisses

 

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VIAGEM DOS SONHOS

 

Depois de muito tempo de planejamento e de sonho, conseguimos realizar a nossa viagem dos sonhos, que era fazer oito mil quilômetros andando pelo Chile, Argentina e Uruguai.

Nesta viagem fui acompanhado do motociclista Valmir e Jairo, ambos muito experientes e parceiros de estrada de muitas outras jornadas.

Para esse projeto a primeira coisa que fizemos foram várias reuniões no total de sete onde foram decididos o roteiro, alimentação, o que levar de ferramentas, roupas remédios. Essas reuniões serviram para dar base de nos conhecer melhor um ao outro e dar mais afinidade. Depois de tudo planejado e calculado na medida do possível no dia 03 (três) de abril saímos de Itajaí em direção a Dionísio Cerqueira.

Neste primeiro dia de viagem nós optamos em fazer um tiro longo para sair do Brasil, pois o nosso foco era viajar na Argentina, Chile e Uruguai e foi um dia em que a chuva nos acompanhou e foi um dia de muita água, simplesmente muita chuva. Isso já tornou a viagem um pouco mais tensa por causa da visibilidade e os motivos de segurança, mas fomos com calma e tranqüilidade e chegamos ao final do dia em Dionísio Cerqueira onde nos hospedamos e fomos a pé ao país visinho da Argentina conhecer, conversar tirar umas informações e também tomar umas cervejas e eu, no caso coca cola. Voltamos para o hotel e nos preparamos para a adrenalina do dia seguinte.

Quando saímos já começamos a sentir a adrenalina, aquela paixão pela moto aflorando na pele e todos os sentidos ficam ligados e nos sentimos emocionados e esse primeiro dia foi bem isso com um grande sentimento de união aos parceiros de viagem e as motos.

No segundo dia fomos de Dionísio Cerqueira a Presidência Chances Pena e novamente a chuva esteve presente, muita chuva, teve uma hora em que eu estava guiando atrás do Valmir e a moto dele sambou de tudo quanto foi lado e eu pensei que ele iria para i chão, mas ele com a experiência de motociclista que possui puxou a moto de volta botou ela no trilho e colocou ela de volta na pista, foi um grande susto. Na metade do dia a chuva chegou a parar e começamos a andar pelas grandes retas da Argentina.

Era muita reta, era tanta reta que a gente fazia uma reta vinha outra reta e depois outra reta e chegamos em Presidente Pena todos cansados mas alegres e com o dia realizados, logo nos preparamos para o outro dia.

No terceiro dia fomos de Presidente Pena a São Salvador do Jui Jui, foi uma viagem emocionante pelas estradas que nos convidam a andar, uma estrada que faz a moto andar sozinha e a adrenalina segue na frente da moto e empurrando a moto, tudo se torna um corpo só você e a moto, a vontade de andar a vontade de sentir e nesse dia nós tivemos uma surpresa que são as montanhas coloridas, você está pilotando e daqui a pouco você olha uma estrada que te leva simplesmente a lugares maravilhosos, lugares onde a paisagem é totalmente diferente do Brasil, são montanhas verdes, amarelas, azuis e que não tem explicação, parece que Deus chegou ali e pintou cada montanha daquela de uma cor diferente, fora a estrada magnífica em todos os pontos em que ela te acompanha.

Foi o primeiro ponto em que pulamos da moto de alegria, de êxtase e de felicidade por estar vivendo aquele momento tão lindo e estar vivendo situações tão lindas como aquela. Simplesmente a gente pôde ver o mundo através talvez com um pouquinho dos olhos de Deus que fez esse nosso querido mundo.

No quarto dia nós fizemos um trajeto de São Salvador do Jui Jui a São Pedro do Atacama e esse dia foi um dos mais marcantes da nossa vida como motociclista, tudo foi lindo nesse dia, simplesmente tudo e quando você chega ao deserto de sal e a nossa reação foi ajoelhar porque Deus estava ali presente naquele momento e você tinha certeza da existência do criador e que tudo aquilo que fizemos para nós mesmos como brigas, contra gostos, as revoltas por pouca coisa são tão insignificantes diante daquela obra grandiosa de Deus.

Dali seguimos para a divisa do Chile e toda a estrada é maravilhosa e se no dia anterior a adrenalina estava a mil, ali a adrenalina estava se acalmando no sentido de sentir, curtir e viver aquela longa viagem.

A divisa do Chile é mais complicada do que a da Argentina, fizemos a aduana e fomos para uma pousada em São Pedro do Atacama.

No próximo dia ficamos o dia todo em São Pedro do Atacama que era o quinto dia de viagem e lá aproveitamos para conhecer o Vale da Lua, os gêiser que é uma obra da incrível da natureza, pegamos 8 graus negativos, frio muito frio, ainda bem que levei uma jaqueta de lã de carneiro que foi a salvação da lavoura.

São Pedro do Atacama é uma cidade construída de barro, as estradas tudo em barro batido, porém a estrutura é de uma cidade turística com pousadas muito bem elaboradas com ar condicionado e camas e chuveiros muito gotosos. A comida também é muito boa e temos que variar, pois é um tempero diferente .

As paisagens do Vale da Lua, só olhando a sessão de fotos que vocês vão sentir do que estamos falando e foi realmente uma experiência muito incrível.

Todo mundo sabe que lá é o deserto de sal e muitas regiões são formadas pelo sal.

Pela explicação do nosso guia aquilo nunca foi mar e nunca seria mar e sim uma explosão do vulcão e que trouxe o sal para cima da terra.

No sexto dia fomos de São Pedro do Atacama até Caldeira sendo uma viagem também muito impressionante porque chegamos a um ponto em que todo motociclista acredito que um dia queria ver que é a Mão no Deserto. Quando avistamos a Mão no Deserto a sensação foi simplesmente em dizer: Cara cheguei aqui!!!!!! Cara estou aqui na Mão no Deserto, eu sempre via nas revistas a emoção e a vontade dos motociclistas vencendo essa barreira e você chega lá e vê aquele esplendor todo você diz: Meu, consegui, venci, estou aqui!!!!!!

Você vem guiando pelo deserto do Chile e foram 1.200 quilômetros que andamos sendo que não pegamos nem um bichinho na bolha da moto, um grande deserto. Você vê grandes máquinas de mineração, realmente gigantescas em que não tínhamos noção da dimensão daquelas máquinas. Você vai andando e é somente deserto e mais deserto, quando de repente você faz uma curva longa e dá de cara simplesmente com o Oceano Pacífico, as cordilheiras, as montanhas do deserto praticamente entram dentro do Pacífico. Aquilo é rejuvenescedor e você sente vontade de pular e diz: Meu Deus!!!!!!!!!!

È uma surpresa tão grande, tão bonita que você fica sem saber o que pensar, pois a paisagem muda radicalmente de areia para mar.

Foi uma emoção muito grande, uma situação inusitada. Fomos para La Serena e  aconteceu que na subida de um morro um grande congestionamento, nenhum carro ia e nenhum carro voltava, fomos com as motos pelo ladinho e quando chegamos lá em cima a polícia nos parou e explicou que não poderíamos prosseguir pois um caminhão que transportava ácido virou na estrada, mas como não tínhamos mais gasolina para voltar ao último posto que tínhamos passado e assim não tínhamos mais autonomia. Mais abaixo de onde tinha acontecido o acidente tinha um vilarejo, seguimos para lá e fomos a procura de uma pousada, mas não tinha pousada no vilarejo, vimos uma marquise de um restaurante que estava fechado e decidimos pernoitar ali e nesse pernoite quando já estávamos nos preparando para ficar por ali mesmo veio  uma senhora perguntando se nós queríamos uma habitação e nós aceitamos na hora, pois qualquer habitação seria melhor que ali e para nossa surpresa ela nos levou a umas cabanas de frente para o oceano pacífico. Não tem aquelas cabanas que são todas preparadas com carinho em que até a colcha é de crochê e até cama box e  churrasqueira.  Ficamos sem acreditar, mas isso meus amigos de frente para o Pacífico.

Então podemos ver o sol se por no Pacífico com um lindo sol vermelho, coisa que na nossa região é ao contrário, o sol nasce no mar, fizemos uma comprinha básica para um belo churrasco em frente ao Pacífico, foi sensacional, um dia simplesmente memorável.

Passada a noite naquela memorável cabana nós fomos para a cidade de Caldeira em que podemos parar as motos, colocar os pés no Pacífico que é gelado, muito gelado e a paisagem com as pedras criadas pelos vulcões e aquela situação caótica que não nasce nada somente pedra, pedra, pedra. Foi um dia em que a gente parou para analisar como o motociclismo é importante na nossa vida, porque nós só estávamos vivendo aquela experiência maravilhosa por sermos motociclistas e por termos  dedicado nossa vida ao motociclismo.

Parando em La Serena, passamos uma noite super gostosa e  fomos a Los Andes que é uma cidade perto da divisa da Argentina e do Chile e lá foi o local com o hotel mais ruim de toda viagem, na verdade era um quarto, mas naquela situação nós estávamos agradecendo a Deus por ter um lugar para dormir, um lugar calmo e sereno.

No dia seguinte nós iríamos fazer a divisa do Chile para a Argentina e nos famosos caracóis em tivemos a oportunidade de visitar em outra viagem a estrada estava sendo reformada e só dava para passar a noite. Acordamos cedo e fomos em direção aos caracóis, infelizmente ainda estava noite e não deu para ver nada, pois ainda estava escuro e o que nos acompanhou na travessia desse dia foi o frio, pegamos -7 graus, realmente muito frio.

A viagem se tornou longa e a mão, o pé, enfim tudo sofreu. A nossa sorte que subida dos caracóis nós paramos e todos colocaram as suas roupas de frio.

Subir os caracóis sempre é uma emoção, chegando na aduana fomos muito bem recebidos pelos fiscais, mas não tivemos coragem de seguir em frente porque o frio realmente estava demais, ficamos mais duas horas ali dentro esperando o sol nascer até porque ver a paisagem do lado dos caracóis no outro dia já de sol claro, porque tem umas passagens de túneis e imensos rios secos, mas são imensos de largura que aguardam as águas do degelo.

Fizemos uma viagem maravilhosa cheia de emoção e chegamos a Mendonça.

Mendonça foi o nosso décimo dia de viagem e lá ficamos o dia todo sem fazer nada, andando para lá e para cá, fomos visitar o Shopping Center, as lojas, comemos o tradicional Parrilha e churrasco. Foi um dia esplendoroso, muito barata a acomodação  na faixa de cem reais para três pessoas.

Foi um dia maravilhoso onde conhecemos um pouco de uma cidade considerada grande e que compensa ficar realmente um dia em Mendonça.

No décimo segundo dia de viagem que era o dia onze de abril fomos de Mendonça a Vila Carlos Paz. A viagem em si é maravilhosa, viagem com muita serra, montanhas com vegetação própria, um verde super lindo e com verdadeiro cheiro de mato e a estrada é como se estivesse chegando a Gramado-RS, muito arborizada e com restaurantes, bem gostosa de se fazer, de se curtir e quando se chega a Vila Carlos Paz aí temos outra grata surpresa.

A cidade é formada em um lago ou rio com vários barcos, não sabemos precisar, mas se parece muito com Gramado-RS  com muita opções  de restaurantes e lazer e o pôr do sol no lago é maravilhoso, inclusive existe uma obra que é um avião de caça que foi utilizado nas Guerras das Malvinas.

Foi uma noite memorável, compensa realmente visitar a Vila Carlos Paz.

No dia seguinte, décimo segundo dia, fomos em direção a Vila Guaim. Vila Guaim é uma viagem diferente porque é somente reta, muita reta. A cidade é muito gostosa onde todos ficam reunidos na praça central onde muitos jovens ficam sentados na grama e o domingo gira em torno da praça.

Estacionamos as motos em frente ao hotel e para nossa surpresa vieram conversar conosco os motociclistas da cidade, eles pertenciam ao Moto Clube La Roca e gentilmente nos convidaram para jantar com eles.

Queridos amigos motociclistas, só de falar já nos emocionamos, mas viver aquilo que vivemos junto com os motociclistas do La Roca Moto Clube não tem preço e não temos como transmitir a nossa emoção.

Foi uma noite de muita descontração, em que você vê que no motociclismo realmente existe uma irmandade, que o motociclismo tem essa força da união.

Todos foram especiais, onde abriram a sede deles e fizeram um belo churrasco a “lá Argentino” para nós tornando a noite muito grata e que ficou marcada em nossos corações durante essa viagem por ver que o motociclismo realmente é universal e que todo mundo que gosta de andar de moto sente a base do motociclismo.

Assim, aqui fizemos um agradecimento de coração a todos os associados do Moto Clube La Roca, obrigado por nos deixar viver uma emoção tão grande.

No outro dia que era o décimo terceiro dia, saímos de Vila Guaim e fomos para Rivera, onde fizemos a aduana da Argentina para o Uruguai e tudo correu tranquilamente com o pessoal muito receptivo junto a aduana e não tivemos qualquer problema e a viagem é igualmente muito gostosa.

Uma das grandes vantagens de andar por esses países é que as pistas são maravilhosas, chegando a Rivera, descansamos, tomamos aquele banho gostoso e fomos caminhar um pouquinho e ver as lojas.

Já era a nossa programação ficar mais um dia em Rivera e foi um dia de compras, sentar no banco e ver o pessoal passar com sacolas enormes para lá e para cá, tomar nossa cerveja e coca cola acompanhada de uma picanha grelhada, realmente um dia para não se fazer nada.

Foi um dia para relembrar a nossa viagem, foi um dia prazeroso e quando a gente fala que as mulheres saem para fazer compra e sentem-se felizes realmente é uma delícia. Fizemos muitas compras com várias bobagens e aconteceu uma situação muito engraçada em que eu comprei umas mercadorias e fui em uma loja guardei num armário, peguei a chave de outra porta e quando voltamos foi uma confusão, chama guarda, chama porteiro... Fomos ver na câmera e lá tinha eu colocado em outro armário, pensa na confusão dentro de uma loja.

Foi um dia maravilhoso que passamos em Rivera.

No décimo quinto dia viemos de Rivera a Vacaria, aí a emoção foi forte por chegarmos ao Brasil, foi muito bom viajar, foi maravilhoso conhecer esses países e ter tido  essa experiência, mas chegar ao Brasil foi outra sensação muito prazerosa, sentir o cheiro do nosso Brasil e saber que ali é a nossa terra, a nossa casa foi muito gostoso.

Olhamos um para o outro e pensamos “Ufa, conseguimos!!! Estamos aqui, estamos na nossa terra!!!” Foi maravilhoso poder dizer: “Eu estou no Brasil”.

Em Vacaria ficamos em um ótimo hotel e a janta num restaurante próximo foi excelente. Foi simplesmente uma noite maravilhosa e poder dormir “em casa”.

No décimo sexto dia, o último dia da viagem, viemos de Vacaria a Lages, onde nos despedimos e encerramos a nossa viagem juntos, ali cada um tomou o seu caminho, mas tenho a certeza que todos os momentos vividos nesta viagem jamais sairá do nosso pensamento e da nossa alma, que a recordação será eterna em nossas vidas  e que cada momento vai ser lembrado  não só como uma lembrança, mas sim como uma grande emoção vivida por nossos corações.

Por fim, temos que acrescentar que na nossa viagem levamos o bodinho de pelúcia como bichinho de estimação e foi ele que nos acompanhou nesses quilômetros todo, e por incrível que pareça foi muitas vezes a emoção da viagem com as crianças chegando na moto, pulando de alegria, querendo bater foto e foi muito especial ter a companhia do nosso bodinho ao qual demos o nome de LAMPIÃO e que foi feito com muito amor e carinho. Sem dúvida é um bodinho internacional.

MotociclismoSC

UIisses José Ferreira Neto

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Eventos – Responsabilidade de Organizar

         Todos sabem que organizar e fazer realizar um evento não é fácil.

         Já vimos muito Moto Clube idealizar e fazer acontecer um evento super unido e no final do evento não existir mais o Moto Clube, tudo em decorrência das divergências de opiniões e procedimentos.

         Já vimos brigas, algazarras, noites inteiras sem descanso, ou seja, sem poder dormir, nas barracas, em face de vizinhos barulhentos, até ataque de espirito ruim já presenciamos.

         Tudo acontece nos eventos e por esses acontecimentos é que os Organizadores de Eventos tem que tomar cuidado, cuidado redobrado, pois se seu Moto Clube fizer um evento e algo der errado, vai ter consequências.

         O Tribunal de Justiça condenou os Organizadores de um Evento ao pagamento de R$ 100.000,00 de indenização, veja notícia do julgamento abaixo.

 

FAMÍLIA DE HOMEM ESPANCADO POR MOTOQUEIROS RECEBE INDENIZAÇÃO DE R$ 100 MIL

12/11/2013 18:58            

A 5ª Câmara de Direito Civil deu parcial provimento ao recurso de empresa em cujo estabelecimento ocorreu um homicídio, e fixou em favor da família da vítima indenização por danos morais e materiais no valor de R$ 100 mil.

 Consta dos autos que, no ano de 2000, a recorrente alugou seu estabelecimento para um encontro de motoqueiros; no estacionamento do local, os ânimos se alteraram em razão do som de um carro, que os presentes julgaram estar alto demais. A confusão começou quando a vítima, negando-se a diminuir o volume do som, foi agredida até a morte por um grupo de homens que participava do evento.

Em sua defesa, a empresa apelante sustentou que não houve falha no esquema de segurança, e que o infortúnio foi de responsabilidade exclusiva da vítima, que adotou na ocasião um comportamento provocativo.

Para o desembargador Sérgio Izidoro Heil, relator do recurso, essa versão não ficou comprovada, já que não há nos autos nada que indique que a vítima teve atitude agressiva ou exageradamente inadequada na noite dos fatos. Quanto à atitude negligente dos seguranças, o desembargador baseou-se em depoimentos de testemunhas, que não fizeram nenhuma referência a tentativa dos seguranças do estabelecimento de impedir a agressão.

"Assim, ausente prova da inexistência de falha na prestação do serviço e/ou da culpa exclusiva da vítima, resta configurada a responsabilidade civil objetiva da demandada, uma vez que o falecimento da vítima decorreu das agressões sofridas no interior da casa noturna, enquanto desfrutava dos serviços ofertados", concluiu o desembargador (Apelação Cível n. 2010.052428-8).

 

                Então queridos Organizadores de Evento, todo cuidado é pouco e o custo pode ser altíssimo.

MotociclismoSC

Ullisses José Ferreira Neto

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