INFORMATIVOS

Curso de Comboio de Motos

 curso de Condução de Moto em Comboio visa levar técnicas de deslocamento de várias motos juntas, ou seja, em comboio. O curso é gratuito (dependendo da localidade) e tem duração de 3 a 4 horas, sendo necessário um local onde se possa fazer a projeção de imagem.
Com o curso o Moto Clube adquire características de andar de moto.
Contatos: motociclismosc@motociclismosc.com.br – Ulisses José Ferreira Neto
MATÉRIAS ABORDADAS NO CURSO
Requisito para prática do Motociclismo
Comboio - conceito
Palavra e sua importância
Liberdade do Motociclista
Direito de ir ou não no comboio
Motivos de andar em Comboio
Comboio Social - função
Responsável passeio
Projeto de passeio
Projeto financeiro do passeio
Pitoco - Motociclista
Tipos de Comboio ou Comboio
Briefing
Líder
Líder Auxiliar
Ferrolho jornalista
Ferrolho Bombeiro
Saída do Comboio do Posto e outras paradas
Fila Indiana
Fila Alternada
Tempo e espaço no comboio
Racha no comboio
Visão do Motociclista na frente e retrovisor atrás
Mexendo a cobra
Ultrapassagem - Forma de entrar na frente do veículo ultrapassado (acelerando canto direito pista).
Ultrapassagem – ultrapassando
Ultrapassagem – sendo ultrapassado
Ultrapassagem - um motociclista por vez
Ultrapassagem - espaço
Saindo do Comboio por dificuldade
Voltar ao Comboio
Reestruturarem das filhas do comboio
Veículo no meio do Comboio
Aguardar a sua vez de ultrapassar outro veículo
Ultrapassagem do comboio em pista dupla
Mudança de Rodovia - sinalização
O SINALIZADOR como deve proceder
Parada do Comboio
Parada do Comboio velocidade
Parada do Comboio sinalização
Abastecimento forma
Ultrapassagem - regra dos três espelhos
Dúvida de procedimento o que fazer
Pedágio - Pista a ser escolhida, quem paga, forma de agrupamento
Carro de apoio
Comboio de Parada - conceito e características
Locais de parada do comboio
Tempo de parada do Comboio
Sinal sonoro de parada
Ordem das motos no comboio
Comboio na cidade
Sofredores do passeio
Comboio na sinaleira
Técnica para “sacar” veículo do meio do Comboio na cidade
Garupa, sua função, utensílios a usar
Moto Clubismo - Aspectos Gerais
Representantes do Motociclismo
O que é ser Motociclista

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Ulisses Jose Ferreira Neto
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LIM – Liga Itajaiense de Motoclubismo

                Desde a sua criação a LIM – Liga Itajaiense de Motoclubismo – vem despertando profundo debate de ideias, de posições. Uns contra outros a favor e outros não querem se meter.

                Primeiramente, gostaríamos de deixar clara nossa opinião, SOMOS A FAVOR DA LIM, DO SEU FUNCIONAMENTO, achamos que somente nos unindo é que vamos conseguir enriquecer o motoclubismo.

                Por sermos a favor e querendo que a LIM alcance seus objetivos e exercendo o direito de discordar, porém, respeitando as opiniões contrárias e acima de tudo buscando o que é melhor para a LIM e para os Moto Clubes, e principalmente, sabendo que nossas ideias e pensamentos muitas vezes estão equivocadas, e somente com a troca de ideias e conversas é que podemos seguir em um mesmo fim.

                Mas do debate, não o debate briga, mas o debate exposição, o debate onde as opiniões diversas são ouvidas para se verificar qual o caminho a ser escolhido, onde o importante não é quem está à frente, quem manda, quem deu a ideia, mas sim, onde todos estamos juntos buscando um fim comum.

                Muitos falam, gritam, emitem opiniões sobre a LIM, sobre os assuntos defendendo, criticando suas posições.

                Temos que entender que a LIM, é uma associação sem fins lucrativos, e que os seus diretores estão ali por entender que vale a pena buscar algo melhor para o motoclubismo, mesmo que tenham interesse pessoais, o que não é errado, pois se estamos de braços dados temos que caminhar juntos.

                Então esses motociclistas doam, tempo, dinheiro, paciência, ouvem o que não desejam e mereciam ouvir, para engrandecer a LIM e o motoclubismo. Temos que ter em mente, a princípio, que todos agem de boa-fé, até que se prove em contrário, por isso merecem apoio.

                Claro que a LIM, seus diretores, vão cometer equívocos, vão tomar procedimentos que não concordaremos, mas temos que estar juntos, atuando e participando, dando opiniões e colocando posições que possam levar a um caminho melhor.

                Temos que esclarecer que não participamos da LIM por determinação regimental do nosso Moto Clube, pois como ele tem características nacionais e desta forma dependemos de posição da diretoria nacional, o que estamos trabalhando para que isso ocorra.

                Como já colocamos, observamos em alguns motociclistas tem uma posição equivocada em pertencer a uma associação, como a LIM, muitos ficam perguntando, explanando, o que a LIM poderá lhes trazer de benefício, quais as vantagens de pertencer, o que vão receber se associados forem.

                Quando se ingressa em uma associação sem fins lucrativos temos que ter em mente que não vamos receber nada, que a nossa participação não pode ser valorada em espécie ou em benefício, pois a filiação a uma sociedade sem fins lucrativos tem que ter um objetivo, se doar, fazer o objetivo da associação ser forte e crescer no meio.

                O fim comum dos integrantes da associação é o objetivo e não o fim individual, onde a vantagem particular vem acima da vantagem coletiva.

                Então, cabe ao associado levar sua opinião, posição, mesmo que contrária aos dirigentes da LIM, para eles possam avaliar suas atitudes e rever seus posicionamentos. De nada adianta ficar falando, criticando ou criando controvérsia pelas “costas”, pois essas atitudes de nada ajudará a LIM alcançar seus objetivos.

                Em algumas conversas com os motociclistas a respeito da LIM, verificamos diversas opiniões contrárias aos procedimentos dela, a forma de ser administrada, a forma de resolver os problemas.

                Também entendemos que isso aconteceu e acontecerá, porém, temos que entender que isso acontece em todos os lugares, até em nossas famílias, pois brigamos com nossos pais, nossas esposas, nossos filhos e eles brigam com a gente.

                O que temos que entender é que faz a diferença é como tentamos resolvemos esses problemas, pois somente conversando, colocando as opiniões na mesa e buscando um fim comum onde o coletivo, traduzido pela LIM, seja o objetivo comum.

                A nova diretoria da LIM, veja foto abaixo, tem uma longa tarefa, acreditamos muito na capacidade deles e o que precisarem de apoio, estamos de pé e a ordem. Se pudéssemos dar um conselho a diretoria da LIM daríamos: Elogie em público, fale das coisas boas em públicos e em segredo, critique, aponte equívocos e chame a atenção, e em menor número de pessoas possíveis, pois os possíveis erros apontados a 4 ventos, são como árvore desfolhando, não conseguimos juntar as folhas jamais.

                Aos Motos Clubes e seus associados damos outro conselho, falem bem da LIM e de seus companheiros em público, pois se queremos aumentar nossa força, atividade, devemos falar o bem a todos. Em particular, e só entre os associados, fale, dos erros, dos procedimentos errados, em pequeno número de pessoas, pois se queremos buscar algo melhor, temos que em primeiro lugar respeitar o coletivo, mas só vamos alcançar isso respeitando o individual.

                Como conselho para a LIM, temos que antes de tudo ela tem que deixar claro a todos:

- Quem ela representa, e isso não se tem dúvida;

- Quais os seus objetivos a curto e longo prazo, esses devem ser devem ser mensuráveis, quantificáveis ​​e com prazo para o cumprimento, sendo que cada objetivo deve ser descriminado pormenor, por escrito;

- Verificar as pessoas que vão desenvolver os projetos para se chegar a alcançar esses objetivos, distribuindo tarefas, inclusive as ferramentas que serão usadas;

- Dividir o projeto em pequenas etapas, pois o sucesso será mais certo e se possível estabeleça data para a verificação do sucesso do projeto;

- Expor os objetivos alcançados, pois o sentimento de realização, alegria são motivadores e faz com que o projeto se estenda a outras pessoas;

- Fazer projetos claros, onde todos podem ajudar.

Para alcançar qualquer objetivo deve ter um planejamento prévio.

                                

                A LIM, tem que de forma rápida se tornar uma associação formal, devidamente inscrita nos órgãos governamentais, com estatuto, regimento interno, CNPJ, pois, toda representação tem que ter personalidade jurídica constituída. E quando ela for chamada a representar os Motoclubistas em órgãos governamentais não o poderá fazer senão for devidamente registrada.

 

                Por fim temos dois assuntos a tratar:

 

Primeiro: Cobrança de mensalidade. A LIM não cobra mensalidade, isso é e será um grande problema, pois não há nada nesse mundo que se faça sem dinheiro, pois para tudo se requerer valores. É uma questão que a LIM terá que resolver. Lembramos que pagar mensalidade não é errado ou imoral ou dinheiro jogado fora, o que temos que fazer é cobrar uma prestação de contas correta, com os dados das arrecadações, das despesas e os devidos comprovantes fiscais, pois quem trabalha com dinheiro de terceiro tem a obrigação de prestar contas.

Segundo: A nosso ver, com todo respeito e carinho, a LIM tem que mudar sua forma de representação, pois ela tem a finalidade de representar os MC, MG e outras associações a ela vinculadas, porém, essa representação tem que ser feita em segundo plano, onde os entes representados devem estar em primeiro plano, senão os representados ficarão anulados.

                Por fim, deixamos aqui que somos a favor da Liga Nacional de Bikers, sendo que exporemos nossas considerações em outra publicação.

                Desejamos sucesso a nova diretoria da LIM.

 

Ficamos à disposição

Ulisses José Ferreira Neto

motociclismosc@motociclismosc.com.br

 

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Motociclismo e Queimaduras do Sol e Vento

Para onde tenha SOL...

Se tem algo que todos nos Motociclistas realmente adoramos é o sol e o vento. Nada como apreciar aquela bela paisagem ao fim da curva sob a luz e o calor do sol. São momentos que realmente marcam nossa memória.

Inicia o dia, vemos aquele céu lindo, convidativo, e já pegamos nossa jaqueta, nosso capacete, luvas, bota, documentos, aquela passada no posto, verificar os pneus, pequenos detalhes para um dia mágico, lá vamos nós, para aquela viagem dos sonhos ou aquele passeio tão esperado do final de semana.

Logo vem a sensação: Será que não esqueci nada? Uma breve revisão, e lá vamos nós.

Mas para que estes passeios deixem marcas apenas em nossa memória e alma não podemos esquecer de alguns pontos, que acabam passando despercebidos e podem comprometer nossos futuros passeios deixando marcar, digamos, “ardidas” em nossa pele. Sim amigos, esse nosso amigo Sol, pode realmente nos fazer fica marcados por um longo tempo após o nosso passeio.

Os raios solares como todos sabem tem radiações ultra violeta de várias formas A e B principalmente. Essa radiação tem o poder de atravessar a viseira do capacete e causar queimaduras, que podem ir desde uma leve vermelhidão local, até uma queimadura profunda de terceiro grau. Temos aquela ideia de que protetor solar só se usa para ir à praia ou piscina, porém estamos sob ação dessas radiações por todo o tempo que andamos de moto.

Quando estamos pilotando isso tem um agravante especial que é o VENTO, esse, por si só, pode causar queimaduras, quando as temperaturas estão baixas, e em lugares onde haja muito frio, geada, neve. Porém, no verão o vento em cima da moto desfaz um pouco a sensação de calor, e você não sente que está queimando.  E quando percebe o estrago é grande. Podem haver queimaduras de córnea e retina, causando graves lesões oculares com perda da visão inclusive.

Por isso, amigos em viagens ou passeios vamos lembrar de todos os detalhes para a nossa segurança, como por exemplo usar um protetor solar facial adequado. Quais seriam as características de um protetor solar adequado? O protetor solar facial deve respeitar o seu tipo de pele, se a pele é muito oleosa, prefira em gel, caso a pele seja ressecada use um que seja cremoso.

O fator de proteção FPS 25 já dá uma ótima garantia, pois não é tão gorduroso aderindo melhor a pele, e também pela garantia testada de proteger 25 vezes mais do que sem nada, ou seja, se sua pele queima, quando exposta ao sol por meia hora, usando o fator 25 irá demorar 25 vezes mais para queimar, é um bom tempo, não é?

A cada parada, se lavar o rosto ou suar muito reaplique.

Os lábios também merecem especial proteção, utilize um protetor solar labial, fps 25, e reaplique sempre que beber água.

Quanto aos olhos, o ideal seria o uso de viseiras com proteção, ou óculos de sol sob a viseira com lente polarizada, e resistentes a radiação UVA/UVB que impedem a passagem desses raios e permitem uma boa acomodação visual.

Existem outros perigos e outros detalhes a respeito do nosso amigo sol e nossos passeios, como percebem a moto é vida, e para aproveitarmos ao máximo, precisamos proteger a nossa vida, para poder curtir muito a nossa moto, cuidados com a insolação, a desidratação, e alguns outros fatores bastantes simples, porém que fazem uma imensa diferença para a melhor qualidade de nossos.

Agora não esqueça de colocar no seu kit viagem seu protetor solar facial, labial, e seu óculos de sol, e boa viagem.

Esse assunto é trazido a toma em face de termos queimado os lábios da boca em uma viagem e podem ter certeza, dói muito.

 

Ulisses José Ferreira Neto

motociclismosc@motociclismosc.com.br

 

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Bunda de Ferro – IRON BUTT – Um Desafio Pessoal

 

Sempre tivemos a ideia e vontade de fazer o projeto (desafio) do Bunda de Ferro – IRON BUTT. O desafio é percorrer 1000 milhas (aproximadamente 1600 km) em 24 horas. Esse projeto tem certificação internacional feita pela IBA (Iron Butt Association), organização sediada em Illinois (EUA),  www.ironbutt.com (site em inglês).

 

Quando se fala sobre o projeto, para muitos é fácil fazer, para outros é uma loucura e uma irracionalidade.

 

Uma coisa é certa, só pode falar que é fácil quem já fez, pois, como diz o lema dos Fazedores de Chuva – http://www.fazedoresdechuva.com/forums/forum.php - "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem...".

 

O primeiro ponto a destacar é que andar 1000 milhas de moto é diferente de andar 1000 milhas de moto fazendo o projeto Bunda de Ferro, rodar em 1 dia.

 

A entidade certificadora IBA (Iron Butt Association), organização sediada em Illinois (EUA),  www.ironbutt.com (site em inglês), estabelece critérios rígidos para a concessão da certificação, conforme relataremos abaixo.

 

É uma das condições que se o a moto tiver o marcador de km e não em milhas a quilometragem a ser rodada é 1.630 km.

 

A oportunidade para nós de fazer o projeto Bunda de Ferro surgiu quando o motociclista Reginaldo Alves Granja, filiado ao MC Bodes do Asfalto, nos comunicou que iria tentar realizar o projeto.

 

De imediato nos convidamos, dizendo: “Que legal Reginaldo, também vamos”.

 

Todo o preparativo burocrático da viagem foi feito pelo Motociclista Reginaldo, inclusive preparou todos os relatórios necessários à viagem e isso facilitou muito as coisas, inclusive o ganho de tempo.

 

A data foi escolhida e logo se iniciou os preparativos para o preenchimento das burocracias exigidas para a certificação.

 

Os primeiros dados necessários são: Placa da moto; Número da Carteira de Motorista; Quilometragem da moto no momento da partida; Marca,  modelo e dados da Moto; Dados do participante do desafio, incluindo e-mail.

 

É necessário convidar duas testemunhas para o ato do início do projeto, devendo obter os dados pessoais dos mesmos, inclusive e-mail.

 

INÍCIO DO PROJETO: No lugar para o início do projeto as testemunhas devem comparecer e assinar a declaração de que assistiram à partida da viagem e certificam a hora de início da mesma. Deve-se bater foto do local, com as testemunhas presentes, e ainda abastecer a moto, sendo que é necessário e obrigatório que o abastecimento seja precedido de nota fiscal, constando o nome do Motociclista, placa da moto, quilometragem do hodômetro naquele momento e o número do documento de identidade, que aconselhamos que seja o CPF, pois os postos têm seus cadastros pelo referido número.

Ainda deve-se tirar foto do hodômetro da moto constando a quilometragem da moto no momento da partida.

Para o projeto, deve-se fazer a burocracia necessária e no caso quando da saída preencher uma folha com os dados exigidos pela associação certificadora.

 

Saímos à 01:00 hora da manhã do dia 18 de dezembro de 2015. O horário escolhido por nós não é o ideal, pois o motociclista em face da ansiedade fica acordado a noite toda antes de sair.

Acreditamos que o melhor horário de saída é perto das 04:00 horas da manhã, mas deve-se escolher o horário com a necessidade de sono de cada um. Deve ser lembrado que na noite anterior a gente por mais que tente não consegue dormir, pois a ansiedade pela partida toma conta.

 

A noite estava super gostosa. Como testemunhas escolhemos os Motociclistas Armando Lins Junior e Aldair Petermann, também do nosso MC Bodes do Asfalto e para nossa grande surpresa lá também compareceram os Motociclistas Mário, Russem e Marcio.

 

Aconselhamos que o abastecimento da moto deve ser realizado no último momento da saída, pois do horário de emissão da nota fiscal do abastecimento é que começa a contar o tempo de 24 horas para percorrer as 1000 milhas.

 

Tem uma recomendação de que se faça na verdade 1630 quilômetros em vez de 1600, pois é exposto que as motos Japonesas marcam menos, não sabemos o motivo, mas recomendamos cumprir a meta de 1.630 km.

 

A noite estava super gostosa para tocar a moto, porém, como todos que andam de moto sabem, o imprevisto faz parte da viagem. No meio da Serra de Curitiba as duas pistas de rolagem para Curitiba estavam “trancadas” em face da colocação da estrutura para um viaduto. Ficamos parados mais de 01 hora e 45 minutos no local.

 

Essa parada trouxe uma preocupação quanto ao tempo, pois o desafio “Bunda de Ferro” é desafio de tempo e distância. Como não tinha modo de passar tentamos achar um lugar para descansar e o único que encontramos foi no asfalto da BR 101. Ficamos impressionados pois o mesmo é lisinho, então não deu outra, tiramos um cochilo ali mesmo.

 

Acordamos com a informação que as pistas da BR 101 seriam liberadas e a adrenalina foi lá em cima, pois a ansiedade de tocar a moto e fazer os quilômetros necessários está sempre presente.

 

Em todas as paradas para abastecimento deve-se pegar a nota fiscal, contendo os itens acima, e ainda uma “declaração” do funcionário do posto de combustível onde se está abastecendo a moto, conforme modelo anexo.

 

Verificamos que são dois os inimigos que dificultam o desafio. O primeiro é a rota estabelecida, pois como a nossa Itajaí – Goiânia (Goiás), passamos por muitas cidades, lombadas, trafego e ainda pegamos também duas paralizações de pista para recapeamento. A segunda é o sono, que não se deve bobear, principalmente nas horas que ele vem, por isso deve-se tomar em cada parada “Gatorade” e não água, pois o Gatorade não deixa desidratar, conforme informação que recebemos de uma excelente profissional de farmácia.

Ainda não se deve comer muito de uma única vez, evitando comidas “pesadas”, pois aí o sono vem mesmo, “preferir refeições leves de digestão fácil que não desviam o fluxo sanguíneo todo para o fígado, deixando o cérebro em estado de sono.”

 

Como já falamos, quem anda de moto sabe que imprevistos acontecem. No período da tarde, que estava gostoso para andar de moto, após uma parada para resolver um problema na moto, olhamos para a jaqueta e notamos que não ligamos o cabo de “air bag” da jaqueta, mas não quisemos parar. De repente o céu começou a ficar escuro, anunciando uma trovoada de verão. Não demos muita “bola” e continuamos a viagem, no momento do início da tempestade estávamos pensando nos queridos amigos Motociclistas do MG Pega Nada, pensávamos em dizer para eles quantas coisas se faz andando de moto. Concentrado em nossos pensamentos fomos despertados pelos primeiros pingos de chuva.

 

A Chuva começou a “engrossar” e o vento a ficar forte, não demorou muito e a chuva engrossou de tal forma que não tínhamos qualquer visão na frente, não víamos mais estrada, somente água na pista. O vento lateral era super forte e nos empurrava para o acostamento, de imediato resolvemos parar no acostamento mesmo. Olhamos pelo retrovisor e vimos um caminhão pequeno atrás. Então usamos a técnica de redução de velocidade gradativa forçando o caminhão também a diminuir. Quando estávamos em velocidade baixa e sem qualquer visão, pois a chuva era super forte, entrando no acostamento, um vento “bateu” de tal maneira que a moto começou a “sambar” nos jogando fora dela e indo ao chão. Não sabemos como, onde ou mesmo o motivo, mas quando vimos estávamos rolando pelo chão da BR e a moto também sendo girada até parar. Por sorte, como tínhamos diminuído a velocidade e feito o caminhão pequeno diminuir a velocidade o caminhão logo parou.

 

A sensação de susto e impotência é enorme. A mente variando impressiona, após cair a gente não se localiza, não sabe os motivos e um monte de sentimentos, principalmente de medo vem a gente.

 

O resultado do tombo foi que o pé ficou preso, inchou bastante e ficou doido. Ficamos mais de 1 hora parados novamente.

 

Perto do nosso destino nos lembramos que estávamos carregando as notas fiscais de abastecimento no bolso da calça e com a chuva e o tombo elas se desintegraram, aí o tombo doeu mais ainda.

 

Chegamos ao nosso destino, a cidade de Abadiana, Goiás, a 00 h. e 45 minutos, ou seja, faltando 15 minutos do prazo estabelecido para o desafio.

 

Muitos momentos da viagem, principalmente após a queda, pensamos em desistir do projeto, porém, como somos teimosos seguimentos em frente.

 

Como também já mencionamos, a Moto e o Motociclismo são imprevisíveis. Nos colocam em momentos difíceis, mas também diante de momentos maravilhosos e principalmente de pessoas maravilhosas.

Nessa viagem podemos conhecer os pais do Reginaldo, seu Raimundo e D. Inácia, suas Irmãs Selma e seu filho Leonardo, Celda (motociclista que pilota uma Harley Davidson),  Regina Célia e seu esposo que em um curto espaço de tempo nos ensinou várias coisas sobre construção, Soren Kall, Leandro Augusto Granja e sua esposa e o Silvio, amigo de Uberlândia. Pelas fotos temos certeza que saberão a quem nos refirimos.

 

Estando em Goiânia, fomos fazer uma parte do outro projeto de duas rodas, que é o projeto “Bandeirante Fazedor de Chuva”, que consiste em ir em todas as capitais do Brasil. Então fomos ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, centro administrativo do Governo de Goiás.

 

Do cansaço. Cuidem, nada vale a pena, se tentar e não conseguir fazer o projeto todo por causa de qualquer circunstância, não fique decepcionado, pois você terá outra oportunidade. Se tudo correr bem você terá de 3 a 4 horas para dormir, então planeja, mas deixe tempo para o imprevisto.

 

Ainda fomos a Feira Livre de Goiânia. Ficamos impressionados com a diferença de costumes e produtos. O “pequi” https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequi - é o centro das atenções e a feira ainda é daquelas antigas, onde todos os produtos são expostos. Super legal o passeio.

 

Temos que agradecer de coração o nosso companheiro de viagem Reginaldo Alves Granja, motociclista que demonstra como tocar uma moto e acima de tudo está sempre de pé e a ordem para o que der e vier.

 

Por fim, temos que informar que as motos não deram qualquer problema, porém a BMW 1200 GS Adventure deu um banho na questão da autonomia, era dois abastecimentos da minha moto para um abastecimento da GW.

 

Como dissemos no começo, esse projeto de percorrer 1630 km em 24 horas para muitos é fácil, para outros é loucura. Agora vejo que o que importa é o que o projeto te traz, o que ele te complementa como motociclista e a sensação de conseguir alcançar um objetivo e no nosso caso, essa sensação foi super, super.

 

Se algum motociclista desejar realizar o projeto, é só entrar em contato que damos todo apoio.

 

Ficamos à disposição

MotocicismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

www.motociclismosc.com.br

 

 

Programação da Rota, resumo:

                Programar a rota com antecedência e marcar ela em um mapa

Saída:

Abastecer a moto e pegar a nota fiscal, doc. 01, bem na hora da saída 

                Levar 2 testemunhas que assinarão o doc. 01, pegar cópia doc. identidade testemunhas; e-mail;          

                Fotografar o momento da saída com a moto e as duas testemunhas    

Trajeto:

                Planilha: - preencher a planilha, doc. 03, em cada parada de abastecimento;    

                Notas fiscais abastecimento devem conter:      

                               Km da moto

                               Placa da moto

                               CPF do desafiante

                               Nome do desafiante

                               Se a nota fiscal não apresentar data e horário correto escrever atrás na mesma "correct Date 00/00/0000 e correct time 00:00 hs”, e solicitar ao funcionário do posto para assinar e carimbar embaixo.

                Bater fotografia de cada documento, fazendo uma sequência

                Bater foto do hodômetro da moto na saída, em cada parada e na chegada

                Se a parada não for no posto, anotar todos os detalhes possíveis da mesma, e bater foto.

                Se possível pagar com o cartão de crédito, pois será mais um comprovante.

                Colocar os documentos em um lugar bem seguro, em fácil acesso.

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MOTOCLUBISMO - TROCA DE IDEIAS - PARTE 1ª

A presente matéria foi dividida em duas partes, sendo essa a primeira parte da exposição da troca de ideias realizada. Aqui, nessa 1ª Parte será exposta a ideia original e a resposta.

Na segunda parte, segunda publicação, a ser realizada, serão expostas a réplica e tréplica da troca de ideias.

Pense sobre o assunto e de sua opinião, nos envie ela.

 

Há algum tempo apresentamos uma matéria sobre a LIGA ITAJAIENSE DE MOTOCLUBISMO – LIM – Publicada em 2016 08 21, abaixo publicada novamente. Em resposta a publicação a matéria recebemos uma correspondência do Motociclista ANTÔNIO C. FERNANDES contra argumentando a matéria, publicada logo após a matéria acima. Tem coisas que vale a pena fazermos, e analisarmos a correspondência recebida, pela educação, pelo alto grau de informações e contra informações que o Motociclista Antônio expos em sua correspondência, pois nos levou a uma reflexão e uma troca de ideias sobre o assunto, possibilitando o engrandecimento do entendimento da matéria. Essa troca de ideias passamos a expor aos queridos amigos motociclistas, visando a reflexão sobre o assunto. Dividiremos à matéria em várias publicações, segue abaixo: PRIMEIRA PUBLICAÇÃO - 01

 

Matéria publicada em 21 de agosto de 2016, pelo Site.

LIGA ITAJAIENSE DE MOTOCLUBISMO – LIM – Publicada em 2016 08 21

Foi criada em Itajaí a “LIGA ITAJAIENSE DE MOTOCUBLISMO”, essa formada pelas Associações Motociclisticas de Itajaí, entre elas, Moto Clubes, Moto Grupos, Moto Turismo, etc.

Todos sabemos que o Motoclubismo é uma bagunça, não existe disposições “legais” que organize o mesmo, desde a formação e organização das Associações Motociclisticas, cada um faz o que quer como quer e quando quer.

As Associações Motociclisticas que existem não conseguem resolver esses problemas, pois como não existe uma norma nacional regulando o Motoclubismo cada um ou cada associação da uma definição que melhor lhe agrada e dessa forma a desorganização está presente.

A LIM veio plantar algo bom, algo inovador, já em seu nome, pois se refere ao MOTOCLUBISMO, que é a associação de motociclistas congraçados e identificados por “brasões”.

Assim, a LIM representa, claramente, o que é muito importante, um grupo dentro do motociclismo, sendo esse grupo os motociclistas representados por BRASÕES.

Ainda tem a LIM o objetivo de:

O OBJETIVO PRINCIPAL DA" LIM" É PROMOVER A UNIÃO ENTRE OS GRUPOSMOTOCICLISTICOS DE ITAJAÍ, TRANSFORMANDO O MOTOCLUBISMO DE NOSSA CIDADE EM UMA GRANDE IRMANDADE.

Esse detalhe pode parecer pouco, mas na verdade é um grande, enorme diferencial, pois quase todas as associações, mesmo as voltadas para o motoclubismo, tem e buscam abrangências a outras categorias do motociclismo.

Ainda, dentro do nosso conhecimento, a LIM busca organizar, por enquanto, de forma tímida, a nascente do Motoclubismo, que é o nascimento e formação de uma associação motociclista.

A ideia da LIM deve ser levada a outras cidades não só de Santa Catarina, mas também do Brasil, pois só teremos um MOTOCLUBISMO organizado quando tivermos condições de ter uma “legislação” a nível nacional para regular essa área do motociclismo.

A LIM tem uma página no Facebook, porém é um grupo fechado, pois deve ser o meio de discussão e organização de seus membros.

A LIM terá que enfrentar diversos aspectos difíceis que foram formados por esses longos anos de desorganização, tanto quanto a sua própria organização quanto as organizações de seus associados, tais como: A LIM será uma associação formal, com CNPJ; Seus associados poderão ser formais ou aceitará filiação de associação informal; Quem não cumprir as regulamentações sofrerá punição. Enfim diversos desafios virão no decorrer do tempo.

A liga teve um ótimo início, pois venceu a desconfiança das associações motociclísticas de Itajaí que aos poucos foram se filiando e ainda teve atitudes corretas entre elas de reconhecer possíveis equívocos, voltar e reanalisar situações e mudar suas decisões visando o bem maior que é a coletividade, pois só teremos progressos quando tivermos coragem de fazer e ainda quando tivermos coragem maior de corrigir o que tem que ser corrigido.

Todos os motociclistas coletados devem buscar ajudar a LIM, pois é uma ideia embrionária que terá acertos e erros, porém, temos certeza que o objetivo de união estará presente em todos os momentos e somente com a união de todos os desafios serão vencidos.

wwww.motociclismosc.com.br

motociclismosc@motociclismosc.com.br

Ulisses José Ferreira Neto

 

Resposta enviada em 21 de novembro de 2016, pelo Motociclista Antônio C. Fernandes, a matéria LIGA ITAJAIENSE DE MOTOCLUBISMO – LIM – Publicada em 2016 08 21

Mensagem: Prezado Ulisses, Há anos venho acompanhando vosso site e matérias, das quais posso dizer sempre com grande propriedade. Realmente acompanhei o crescimento do “Motociclismo SC” em cada evento, em cada publicação. Tenho acompanhado com muita atenção o surgimento nestes últimos anos, de dezenas de moto clube, moto grupo, ou apenas amigos motociclista que se organizam, juridicamente ou não para, em grande, valorar a qualidade de ser motociclista, engrandecer os moto clubes e moto grupos, sempre se respeitando. Da mesma forma, assisti a muitos definharem e outros que por conta de egos e rivalidade estão em dormência. Muitos querem ser “o pai da criança”, mas esquecem de como tem de cuidar delas. É comum isso acontecer, pois em se tratando de relações pessoais de proximidade tudo é possível. As mídias sociais surgem como uma ferramenta a mais nesse processo e vemos toda a sua diversidade. Há alguns meses soube da Liga e claro, esperançoso que venha sim para contribuir. Só não posso concordar é com algumas falas no artigo sobre a LIGA ITAJAIENSE DE MOTOCLUBISMO – LIM. Vamos aos pontos. Dizer que “Todos sabemos que o Motoclubismo é uma bagunça, não existe disposições “legais” que organize o mesmo, desde a formação e organização das Associações Motociclisticas, cada um faz o que quer como quer e quando quer. ” Chega a entender como preocupante, pois você mesmo acompanha as atividades de dezenas de moto clubes e congêneres que estão extremamente organizados, quer juridicamente, quer nas suas relações interpessoais e sobre eles você escreve. Certo é que a nível nacional não temos uma organização sustentável para se dizer que represente os motociclistas nesta categoria. Aqui mesmo no Estado algumas tentativas foram feitas e ainda sem muito sucesso, e sabemos bem o porquê. Chego a indagar se haveria mesmo a necessidade de uma norma nacional para regular nossa categoria e se esta supriria as lacunas deixadas pelo ego, senso de posse e propriedade que muito se vê deturpar os ideais do “motoclubismo”. E lhe digo acompanhei de perto muito disso. Não podemos ignorar as centenas de entidades da categoria que existem e insistem em perpetuar um ideal maravilhoso. Tenho plena certeza que muito da velha e nova guarda de motociclistas que hoje representam muitas das “associações” pelo território, se lembram das regras pétreas do motociclismo nos moto clubes e congêneres. Ou seja, o código de ética de respeito a irmandade, atenção e cumprimento às regras que regem desde a sua origem, o respeito ao colete, aos brasões, aos componentes, as esposas e caroneiras, e as leis que regem nosso país. Diga-se de passagem, o Código Civil Brasileiro, define as regras para as associações de todas os tipos. Discordo no tocante ao fato que “As Associações Motociclisticas que existem não conseguem resolver esses problemas, pois como não existe uma norma nacional regulando o Motoclubismo cada um ou cada associação da uma definição que melhor lhe agrada e dessa forma a desorganização está presente.” Pois tenho certeza irrefutável que normas que possam pretender engessar entidades associativas tendem a desestruturá-las, ou se não, criar um ranço de dependência que ludibria e enfraquece seus componentes. Não tenho dúvidas que a “Liga” possa ser um contribuinte no processo de coesão dessa corrente no motociclismo, mas não podemos entender que àqueles que nela não fizerem parte, devam ser “excluídos” do processo social, participativo e contributivo. Em hipótese alguma tem este artigo intenção de menosprezar a LIM, muito pelo contrário, Mas deveras importante que houve também um levantamento histórico sobre os moto clubes e congêneres, uma pesquisa profunda sobre a ética que envolve tudo isso. Para finalizar, realmente desejo que possamos nos compreender fora “dessa bagunça”, e contribuir para tudo que venha a engrandecer o “motoclubismo”. Respeitosamente, 

Antônio C. Fernandes

 

Historiador/ Motociclista

 

São José,SC

 

caprona.co@gmail.com 

 

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Lista mostra 13 situações que provocam acidentes de moto

 26 de setembro de 2016 Tony Cavalcanti

O experiente motociclista Harold de Beck, membro do motoclube holandês MAG (Motorcycle Action Group), se debruçou em informações relativas a dois mil acidentes que envolveram usuários de motocicletas em seu país. O resultado é um ranking das 13 principais situações que geraram tais acidentes.

A iniciativa de Harold nasceu de uma ação promovida pela Fema, a união das associações de motoclubes de toda a Europa, que convocou seus associados a colaborarem para a realização de uma aprofundada pesquisa sobre o uso da motocicleta no continente. Entre novembro de 2011 e abril de 2015, foram cerca de 18 mil entrevistas.

Batizado de “Riderscan”, o estudo tem quase 200 páginas e pode ser obtido no site oficial da Fema (neste link aqui).

13 situações que mais geram acidentes sobre duas rodas

1. Frenagem de emergência

2. Piso escorregadio

3. Erro na execução de uma curva

4. Travamento de roda por frenagem excessiva/errada

5. Desrespeito da preferencial (semáforo ou sinalização de “Pare”)

6. Veículo que ingressa na via saindo de garagem ou de via secundária

7. Veículo que vem em sentido oposto e cruza a frente da moto

8. Veículo trafegando na contramão

9. Veículo que muda de pista e atinge a moto lateralmente

10. Veículo que atinge moto parada por trás

11. Veículo que desvia de obstáculo e atinge a moto lateralmente

12. Veículo que atinge a moto por trás por erro de cálculo na ultrapassagem

13. Moto que bate atrás de outro veículo por não manter distância

Asfalto ruim mata

Apesar da realidade europeia ser bem diferente da brasileira em diversos aspectos, inclusive na que diz respeito ao uso da motocicleta e demais veículos, prestar uma boa atenção na listinha dos “13 pecados” certamente servirá para alertar a qualquer um que se disponha a pilotar uma moto em qualquer lugar do planeta.

A primeira delas é que os países europeus onde a pavimentação é pior são os que apresentam o maior índice de acidentes com motocicletas. Tal conclusão soará bem familiar para nós, motociclistas brasileiros, vítimas literais de rodovias e ruas cujo mau estado infelizmente é o padrão vigente.

Respeito ao mais fraco salva

Outro dado interessante diz respeito à relação entre a frota de motocicleta dos 31 países europeus pesquisados (estimada em mais de 23 milhões de motociclos) e o índice de fatalidade nos acidentes em motocicletas. Curiosamente a Itália, líder disparada em termos de frota circulante de motociclos (6,5 milhões de motos e scooters), apresenta um baixo índice de fatalidades, atrás apenas da Dinamarca, Holanda, Suíça, Espanha e Finlândia. Portugal, Polônia, Irlanda e Croácia estão na lanterninha neste quesito.

Como explicar? A extensa cultura sobre duas rodas é uma boa pista. Diferentemente da organização dos nórdicos ou a regrada viabilidade suíça, a Itália assim como a Holanda e Espanha tem uma tradição sobre duas rodas que faz com que todo cidadão seja um motorista, que certamente um dia foi ciclista ou motociclista, o que faz uma baita diferença no convívio entre usuários das duas ou das quatro rodas.

Outro fator vem do elevado padrão dos equipamentos de segurança onde não apenas a qualidade, como conforto e beleza incentiva o uso.

Mais dados curiosos vêm da divisão entre acidentes individuais e aqueles onde a motocicleta e outro veículo estão envolvidos, equilibrada em 50% cada; e a mínima contribuição de problemas técnicos na lista dos acidentes, apenas 2%, sendo a maioria por culpa de falhas nos pneus.

O MOTOCICLISTA

Roberto Agresti, editor da Revista da Moto! desde 1994, volta a escrever para UOL Carros. Sua estreia na imprensa automotiva foi em 1984, com passagens pelas revistas Motoshow (atual Motor Show) e Motor 3. Atualmente, é comentarista da rádio CBN/CBN MOTO e colaborador do site AutoEntusiastas desde 2011.

http://eventosmotociclisticos.com.br/dicas/lista-mostra-13-situacoes-que-provocam-acidentes-de-moto/

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Tiradentes (MG) Museu Com Motos Centenárias

Aldo Tizzani

Da Infomoto, em Tiradentes (MG)

01/10/201610h00

 

Por dentro do Museu de Motos de Tiradentes (MG)

O biciclo Ariel, ou Penny, foi um dos primeiros veículos de duas rodas com tração humanaImagem:

Desde os 15 anos, Rômulo Filgueiras coleciona tudo que está relacionado ao mundo das duas rodas: primeiro foram miniaturas, revistas e livros; depois vieram chaveiro, apontador, imã de geladeira. Aos 57 anos, o costume se tornou obsessão e deu origem ao recém-inaugurado "Museu da Moto", em Tiradentes (MG), com mais de 3.000 itens.

O acervo particular conta com 85 motos -- 66 expostas, algumas sendo finalizadas, outras em fase de restauração. Há réplicas, modelos históricos, militares, agrícolas, Vespa e Lambretta.

Montado em um casario a 300 metros da estação ferroviária, ponto turístico da cidade, o museu tem sete cômodos que somam 360 metros quadrados de área e cria toda uma atmosfera saudosista. Além das motos, o espaço traz miniaturas, peças, placas e utensílios em formato de motos.

Acervo abrangente

No acervo mineiro, exemplares nacionais e importados têm extrema relevância dentro da motocultura. Destaque para a belga FN, de 1909, com side car feito de vime, motor monocilíndrico com menos de 5 cv de potência, farol a carbureto e, como diferencial, transmissão por eixo-cardã, sistema imortalizado pelas BMW.

Aliás, no museu mineiro há vários modelos da marca alemã fabricados entre as décadas entre 1950 e 1980.

Há ainda uma Indian Chief 1946 com câmbio manual e uma Harley-Davidson Flathead 1947 com suspensão Springer (molas aparentes) na dianteira.

Há ainda a 29ª moto Honda produzida no Brasil: Segundo Filgueiras, a CG 125 "bolinha" 1976 é a mesma unidade usada por Pelé na campanha de marketing do lançamento da moto.

Outras raridades são exemplares fabricados na Hungria, Belarus, Rússia, Inglaterra e na extinta Tchecoslováquia. Muitas dessas marcas se perderam no tempo.

Filgueiras está providenciando a réplica de uma Draisiana, de 1813. Feito em madeira, o veículo já contava com guidão, sistema de endurecimento da direção e regulagens da altura do assento. Só como analogia, seria a moto dos "Flintstones".

Revivendo a história

O próximo passo do Museu da Moto de Tiradentes é ter uma biblioteca para pesquisa e ainda uma sala de restauração. Com esse passo, será possível remontar uma moto histórica como se fosse zero-quilômetro, seguindo os padrões de originalidade conforme publicações e catálogos de época.

"Além apresentar a evolução tecnológicas das motos, temos o prazer de reacender a chama do motociclismo, já que muitas pessoas que passam por aqui têm alguma história, alguma boa recordação sobre duas rodas. Queremos preservar as máquinas e amplificar estas boas histórias", afirma Filgueiras.

O Museu da Moto fica na avenida Governador Israel Pinheiro, 35, Tiradentes (MG). Abre suas portas conforme a agenda de eventos da cidade mineira, cobrando R$ 10 pela entrada de adultos (crianças não pagam). Para conferir as datas de funcionamento, siga a página do museu no Facebook https://www.facebook.com/museudamotomg/about/?entry_point=page_nav_about_item

Ligar para (31) 99798-1977

http://carros.uol.com.br/motos/noticias/redacao/2016/10/01/tiradentes-mg-abre-museu-com-motos-centenarias-veja-esta-e-outras-opcoes.htm

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