INFORMATIVOS

Motociclismo Abençoado -

Motociclismo Abençoado

O Motociclismo tem muitos problemas a serem resolvidos, todos sabemos disso, porém ele tem a capacidade de se superar e mostrar que sempre temos algo a fazer.

Infelizmente, em face dessas fatalidades da vida, um anjinho teve várias partes do corpo queimada e os motociclistas da região de Itajaí resolveram fazer ação social visando angariar donativos para ajudar o anjinho e sua família.

Assim, no dia 05 de fevereiro de 2016, todos os motociclistas e convidados foram ao tradicional ponto de encontro dos motociclistas em Itajaí, no bairro Costa Cavalcante, na lanchonete Pança Cheia - https://www.facebook.com/pages/Lanchonete-Pan%C3%A7a-Cheia/315293038608651 , atendendo ao convite da Liga Itajaiense de Motoclubismo e ao Rafael, proprietário da lanchonete, para ajudar na arrecadação dos donativos.

Foi arrecado um expressivo valor e uma expressiva quantidade de donativos para o menino anjinho, todos deram o que puderam e todos somaram esforços para ajudar.

Além dessa finalidade nesse dia foi comemorado o aniversário de um grande amigo, grande motociclista, pessoa que admiramos demais, o nosso querido Brás, um super abraço meu querido amigo.

O motociclismo é assim, juntos somos uma força que pode modificar o mundo.

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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Morte na Velocidade

Morte na Velocidade

Este ano tivemos que viver com a perda de alguns Amigos Motociclistas que utilizam motos esportivas, e que agora foram percorrer as estradas do Mundo Iluminado.

Sem querer achar as causas ou mesmo apontar culpados, um elemento esteve presente na maioria dos acidentes, a VELOCIDADE.

Todos os motociclistas, para reações defensivas, para evitar um acidente, precisam de tempo e espaço, sendo que a “alta” velocidade diminui e muito esses aspectos.

Ainda, existem dois pontos que vão contra o motociclista que emprega velocidade excessiva em vias públicas.

A primeira é “ser visto”. As motos são vistas principalmente em face da luz do farol, porém, somente tal ponto de visão é pouco e quase 70% dos acidentes acontecem porque os motoristas, geralmente, não visualizam as motos.

Outro fator importante é o tempo x distância que os motoristas fazem quando visualizam as motos, ou seja, o motorista visualiza a moto e observa que a mesma se encontra a uma certa distância e calcula o tempo de sua manobra. Conclui que tem tempo, porém, ele não tem como imaginar e calcular que a velocidade empregada pelo motociclista é bem superior à que ele utilizou no cálculo mental. Então o tempo necessário que o motorista calculou para a sua manobra é feita em bases falsas, ou seja, cálculo de velocidade e tempo de manobra equivocados.

Desta forma o Motorista de carro faz a manobra dentro de um aspecto de manobra viável, porém a velocidade empregada na moto a torna um acidente inevitável.

Assim, sempre que andar sozinho o motociclista deve utilizar luz alta durante o dia, e quando andar em grupo somente o primeiro motociclista, pois ele será melhor visto. Além disso se torna super importante usar roupas e capacetes com cores que realçam a visão, pois ser visto é estar seguro.

Ainda um fator importante é o barulho do escape, pois “barulho salva vida”, mas temos que diferenciar o ronco do barulho, pois nas estradas o barulho do escape tem que ser utilizado como sinal de alerta, de moto vindo, e não de olha estou passando, de vaidade.

Para empregar velocidade alta deve-se ter em mente as condições da estrada (se é estrada que passa por dentro de uma cidade, se tem muitas ligações e curvas), pois a velocidade encurta a vida. Sabemos disso.

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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Pega Nada em Curitiba

Pega Nada em Curitiba

            Todos sabemos que o motociclismo tem várias tribos, vários ramos, sendo que, existe até uma longa discussão para saber quem é o verdadeiro motociclista, discussão sem sentido.

            Nesse sábado passado fomos a linda cidade de Curitiba e tivemos a oportunidade de nos juntar aos queridos amigos motociclistas do PEGA NADA.

            Meninada que gostam das SuperBike. Faz tempo que os acompanham, mas é a primeira vez que viajo com eles.

            O dia estava maravilhoso para andar de moto.

            O tempo faz com a gente uma coisa engraçada, envelhecemos, porém, a mente nos faz achar que somos ainda jovens. Sempre guiei a moto confortavelmente a uma velocidade de 150 km a 160km, hoje, com a idade é difícil passar de 130 km. Não conseguimos acompanhar os queridos motociclistas do Pega Nada.

            Então sabendo que na moto só devemos fazer o que sabemos e podemos fazer, deixamos eles irem na velocidade deles e fomos na nossa velocidade.

            Em Curitiba fizemos as tradicionais visitas nas lojas de revenda de moto, Harley Davidson, Ducati, Triumph e ainda nas lojas de acessórios na rua João Negrão.

            Fizemos uma viagem maravilhoso e tivemos uma super manhã.

            Para fazer um bate e volta a Curitiba, da nossa região, não tem como, tem que se levantar cedo, pois o ideal é no máximo estar entrando na cidade às 8:30 horas, pois caso contrário não se tem tempo para fazer todas as visitações.

            Ao meio dia retornamos para Itajaí, almoçando no caminho a tradicional costela fatiada.

            Na volta, os motociclistas do Pega Nada tocaram na frente e viemos tocando na nossa baladinha, na estrada encontramos um Senhor dirigindo um carinho velhinho, porém o senhorzinho fazia o carro andar a mil, passando pela esquerda, direita, forçando ultrapassagem e tocando o terror, bem tocado, mas tocando terror.

            Sempre achamos que somos experientes o bastante e muitas vezes somos traídos por essa pretensa experiência. Como o senhor do carrinho velho tocava terror viemos atrás dele acompanhando suas “M....”. Sabíamos que ali estava um problema para os outros motoristas e principalmente para os motociclistas. Uma hora da viagem resolvemos ultrapassar o mesmo e tocar, fizemos isso, porém ficamos vigiando e acompanhando as manobradas do senhor em seu carro do terror pelo retrovisor. Uma hora esquecemos tudo que aprendemos, esquecemos de nossa experiência e prestamos atenção demais no referido senhor pelo retrovisor, quando, voltamos nossa atenção para a estrada estávamos em uma curva e lá fomos saindo da pista.

            Não tem aquela hora que nosso anjo da guarda pula da moto e diz: “vai tu sozinho, você que fez agora conserta”.  Foi uma hora dessa, tivemos que trazer a moto no contra esterço e rezar, pois, se não tivéssemos mais 2 metros de pista tínhamos batido.

            Após controlar a situação, colocar o anjinho da guarda de volta na garupa e agradecer a Deus, usamos nossa experiência e fizemos, o que desde o começo devíamos ter feito, deixar o senhorzinho do terror ir embora e seguir a viagem na nossa tocada.

            Como ponto final da viagem marcamos o Posto Sinuelo onde lá se despedimos e agradecemos ao GADU por uma viagem tão abençoada.

            Quando estávamos saindo do Posto Sinuelo, que íamos embargar na moto apareceu um motociclista, Ricardo, e puxou conversa sobre a nossa moto.

            Estamos conversando quando chegou a esposa do Motociclista Ricardo, a Carla, e aí o papo foi se desenrolando.

            Sabemos e temos certeza que o motociclismo é uma “coisa” maravilhosa, que ele nos faz viver momentos que nunca pensamos em viver, e esse encontro, papo, foi tão legal, tão querido, tão renovador, que valeu a pena cada minuto que tivemos em cima da moto para ter aquele momento.

            Seguimos viagem até Itajaí juntos e mesmo com nossa experiência, nos renovamos com a viagem, o papo, e a amizade formada.

            Moto é tudo de bom, moto é vida.

            Obrigado meus queridos amigos do Pega Nada por essa oportunidade da viagem e obrigado a vocês Ricardo e Carla pela oportunidade de fazer essa amizade.

 

Fotos do passeio: http://www.motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=88 

 

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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Bunda de Ferro – IRON BUTT – Um desafio Pessoal

Bunda de Ferro – IRON BUTT – Um desafio Pessoal

 

Sempre tivemos a ideia e vontade de fazer o projeto (desafio) do Bunda de Ferro – IRON BUTT. O desafio é percorrer 1000 milhas (aproximadamente 1600 km) em 24 horas. Esse projeto tem certificação internacional feita pela IBA (Iron Butt Association), organização sediada em Illinois (EUA),  www.ironbutt.com (site em inglês).

 

Quando se fala sobre o projeto, para muitos é fácil fazer, para outros é uma loucura e uma irracionalidade.

 

Uma coisa é certa, só pode falar que é fácil quem já fez, pois como diz o lema dos Fazedores de Chuva – http://www.fazedoresdechuva.com/forums/forum.php - "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem...".

 

O primeiro ponto a destacar é que andar 1000 milhas de moto é diferente de andar 1000 milhas de moto fazendo o projeto Bunda de Ferro.

 

A entidade certificadora IBA (Iron Butt Association), organização sediada em Illinois (EUA),  www.ironbutt.com (site em inglês), estabelece critérios rígidos para a concessão da certificação, conforme relataremos abaixo.

 

É uma das condições que se a moto for de fabricação a quilometragem a ser rodada é 1.630 km, pois é exposto que a moto de referida fabricação marca quilometragem a menor.

 

A oportunidade para nós de fazer o projeto Bunda de Ferro surgiu quando o motociclista Reginaldo Alves Granja, filiado ao MC Bodes do Asfalto, nos comunicou que iria tentar realizar o projeto.

 

De imediato nos convidamos, dizendo: “Que legal Reginaldo, também vamos”.

Todo o preparativo burocrático da viagem foi feito pelo Motociclista Reginaldo, inclusive preparou todos os relatórios necessários à viagem e isso facilitou muito as coisas, inclusive o ganho de tempo.

 

A data foi escolhida e logo se iniciou os preparativos para o preenchimento das burocracias exigidas para a certificação.

 

Os primeiros dados necessários são: Placa da moto; Número da Carteira de Motorista; Quilometragem da moto no momento da partida; Marca,  modelo e dados da Moto; Dados do participante do desafio, incluindo e-mail.

 

É necessário convidar duas testemunhas para o ato do início do projeto, devendo obter os dados pessoais dos mesmos, inclusive e-mail.

 

INÍCIO DO PROJETO: No lugar para o início do projeto as testemunhas devem comparecer e assinar a declaração de que assistiram à partida e certificam a hora da mesma. Deve-se bater foto do local, com as testemunhas presentes, e ainda abastecer a moto, sendo que é necessário e obrigatório que o abastecimento seja precedido de nota fiscal, constando o nome do Motociclista, placa da moto, quilometragem do hodômetro naquele momento e o número do documento de identidade, que aconselhamos que seja o CPF, pois os postos têm seus cadastros pelo referido número.

Ainda deve-se tirar foto do hodômetro da moto constando a quilometragem da moto no momento da partida.

Para o projeto, deve-se fazer a burocracia necessária e no caso quando da saída preencher uma folha com os dados exigidos pela associação certificadora.

 

Saímos à 01:00 hora da manhã do dia 18 de dezembro de 2015. O horário escolhido por nós não é o ideal, pois o motociclista passa por muitos períodos de sono, aquele horário em que o sono vem.

Acreditamos que o melhor horário de saída é perto das 04:00 horas da manhã, mas deve-se escolher o horário com a necessidade de sono de cada um. Deve ser lembrado que na noite anterior a gente por mais que tente não consegue dormir, pois a ansiedade pela partida toma conta.

 

A noite estava super gostosa. Como testemunhas escolhemos os Motociclistas Armando Lins Junior e Aldair Petermann, também do nosso MC Bodes do Asfalto e para nossa grande surpresa lá também compareceram os Motociclistas Mário, Russem e Marcio.

 

Aconselhamos que o abastecimento da moto deve ser realizado no último momento da saída, pois do horário de emissão da nota fiscal do abastecimento é que começa a contar o tempo de 24 horas para percorrer as 1000 milhas.

 

Tem uma recomendação de que se faça na verdade 1630 quilômetros em vez de 1600, pois é exposto que as motos Japonesas marcam menos, não sabemos o motivo, mas recomendamos cumprir a meta de 1.630 km.

 

A noite estava super gostosa para tocar a moto, porém, como todos que andam de moto sabem, o imprevisto faz parte da viagem. No meio da Serra de Curitiba as duas pistas de rolagem para Curitiba estavam “trancadas” em face da colocação da estrutura para um viaduto. Ficamos parados mais de 01 hora e 45 minutos no local.

 

Essa parada trouxe uma preocupação quanto ao tempo, pois o desafio “Bunda de Ferro” é desafio de tempo e distância. Como não tinha modo de passar tentamos achar um lugar para descansar e o único que encontramos foi no asfalto da BR 101. Ficamos impressionados pois o mesmo é lisinho, então não deu outra, tiramos um cochilo ali mesmo.

 

Acordamos com a informação que as pistas da BR 101 seriam liberadas e a adrenalina foi lá em cima, pois a ansiedade de tocar a moto e fazer os quilômetros necessários está sempre presente.

 

Em todas as paradas para abastecimento  deve-se pegar a nota fiscal, contendo os itens acima, e ainda uma “declaração” do funcionário do posto de combustível onde se está abastecendo a moto, conforme modelo anexo.

 

Verificamos que são dois os inimigos que dificultam o desafio. O primeiro é a rota estabelecida, pois como a nossa Itajaí – Goiânia (Goiás), passamos por muitas cidades, lombadas, trafego e ainda pegamos também duas paralizações de pista para recapeamento. A segunda é o sono, que não se deve bobear, principalmente nas horas que ele vem, por isso deve-se tomar em cada parada “Gatorade” e não água, pois o Gatorade não deixa desidratar, conforme informação que recebemos de uma excelente profissional de farmacia. Ainda não se deve comer muito de uma única vez, evitando comidas “pesadas”, pois aí o sono vem mesmo, preferir refeições leves de digestão fácil que não desviam o fluxo sanguíneo todo para o fígado, deixando o cérebro em estado de sono.

 

Como já falamos, quem anda de moto sabe que imprevistos acontecem. No período da tarde, que estava gostoso para andar de moto, após uma parada para resolver um problema na moto, olhamos para a jaqueta e notei que não liguei o cabo de “air bag” da jaqueta, mas não quis parar. De repente o céu começou a ficar escuro, anunciando uma trovoada de verão. Não demos muita “bola” e continuamos a viagem, no momento do início da tempestade estávamos pensando nos queridos amigos Motociclistas do MG Pega Nada, pensávamos em dizer para eles quantas coisas se faz andando de moto. Concentrado em nossos pensamentos fomos despertados pelos primeiros pingos de chuva.

 

A Chuva começou a “engrossar” e o vento a ficar forte, não demorou muito e a chuva engrossou de tal forma que não tínhamos qualquer visão na frente, não tinha mais estrada, somente água na pista. O vento lateral era super forte e nos empurrava para o acostamento, de imediato resolvemos parar no acostamento mesmo. Olhamos pelo retrovisor e vimos um caminhão pequeno atrás. Então usamos a técnica de redução de velocidade gradativa forçando o caminhão também a diminuir. Quando estávamos em velocidade baixa e sem qualquer visão, pois a chuva era super forte, íamos entrar no acostamento, um vento “bateu” de tal maneira que a moto começou a “sambar” nos jogando fora dela e indo ao chão. Não sabemos como, onde ou mesmo o motivo, mas quando vimos estávamos rolando pelo chão da BR e a moto caída. Por sorte, como tínhamos diminuído a velocidade e feito o caminhão pequeno diminuir a velocidade este logo parou.

 

A sensação de susto e impotência é enorme. A mente variando impressiona, após cair a gente não se localiza, não sabe os motivos e um monte de sentimentos, principalmente de medo vem a gente.

 

O resultado do tombo foi que o pé ficou preso, inchou bastante e ficou doido. Ficamos mais de 1 hora parados novamente.

 

Perto do nosso destino nos lembramos que estávamos carregando as notas fiscais de abastecimento no bolso da calça e com a chuva e o tombo elas se desintegraram, aí o tombo doeu mais ainda.

 

Chegamos ao nosso destino,  a cidade de Abadiana, Goiás, a 00 h. e 45 minutos, ou seja, faltando 15 minutos do prazo estabelecido para o desafio.

 

Muitos momentos da viagem, principalmente após a queda, pensamos em desistir do projeto, porém, como somos teimosos seguimentos em frente.

 

Como também já mencionamos, a Moto e o Motociclismo são imprevisíveis. Nos colocam em momentos difíceis, mas também diante de momentos maravilhosos e principalmente de pessoas maravilhosas.

Nessa viagem podemos conhecer os pais do Reginaldo, seu Raimundo e D. Inácia, suas Irmãs Selma e seu filho Leonardo, Celda (motociclista que pilota uma Harley Davidson),  Regina Célia e seu esposo que em um curto espaço de tempo nos ensinou várias coisas sobre construção, Soren Kall, Leandro Augusto Granja e sua esposa e o Silvio, amigo de Uberlândia. Pelas fotos temos certeza que saberão a quem nos refirimos.

 

Estando em Goiânia, fomos fazer uma parte do outro projeto de duas rodas, que é o projeto “Bandeirante Fazedor de Chuva”, que consiste em ir em todas as capitais do Brasil. Então fomos ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, centro administrativo do Governo de Goiás.

 

Ainda fomos a Feira Livre de Goiânia. Ficamos impressionados com a diferença de costumes e produtos. O “pequi” https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequi - é o centro das atenções e a feira ainda é daquelas antigas, onde todos os produtos são expostos. Super legal o passeio.

 

Temos que agradecer de coração o nosso companheiro de viagem Reginaldo Alves Granja, motociclista que demonstra como tocar uma moto e acima de tudo está sempre de pé e a ordem para o que der e vier.

 

Por fim, temos que informar que as motos não deram qualquer problema, porém a BMW 1200 GS Adventure deu um banho na questão da autonomia, era dois abastecimentos da minha moto para um abastecimento da GW.

 

Como dissemos no começo, esse projeto de percorrer 1630 km em 24 horas para muitos é fácil, para outros é loucura. Agora vejo que o que importa é o que o projeto te traz, o que ele te complementa como motociclista e a sensação de conseguir alcançar um objetivo e no nosso caso, essa sensação foi super, super.

 

MotociclismoSC

Ulisses

 

Fotos do Desafio:

http://www.motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=85 

http://www.motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=87

 

 

 

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Gran Premiro Red Bull República Argentina, Termas do Rio Hondo - Moto GP

Gran Premiro Red Bull República Argentina, Termas do Rio Hondo - Moto GP.

Quem vive o motociclismo vive uma paixão que move montanhas. Dois motociclistas, na data de 19 de abril de 2015, moveram montanhas.

Os Motociclistas Nilson Reinert (Srad 1000 Suzuki) e o Motociclista Maurício João Ricardo (BMW S1000), foram ao Moto GP da Argentina pilotando duas super esportivas.

A distância percorrida por pelos dois foi aproximadamente de 4.200 km, ida e volta, porém, como todo motociclista sabe e acaba acontecendo, eles deram uma pequena perdida de percurso e andaram mais 300 km.

O melhor de se perder de moto é que você anda mais de moto.

A ideia de ir a um Moto GP iniciou em uma brincadeira. O motociclista Nilson, em uma festa de motociclista, lançou a ideia de ir ao Moto GP, que foi imediatamente adotada pelo Motociclista Maurício. 

Após aceitarem o desafio eles começaram a elaborar a viagem. Para tanto passaram a pesquisar roteiros, hotéis, tempo necessário para fazer a viagem, ingressos e tudo mais, porém o que mais salientam é a angustia de esperar o dia chegar para dar início à viagem.

 

A bagagem foi acondicionada nas motos em uma mochila de tanque e uma mala traseira. Como todo motociclista, eles disseram que levariam menos roupa para a viagem, pois eles chegando lá comprariam camisas do evento, porém dizem que levaram muita bagagem. Então sempre vale o conselho: Coloque tudo em cima de uma cama, elimine a metade, que vai ainda sobrar.

O único item que não foi pré-estabelecido foi o hotel, pois pela internet os preços pesquisados estavam super caros, assim deixaram para verificar esse item da hospedagem lá mesmo.

Era uma experiência única, pois ambos não tinham ainda saído das fronteiras do Brasil. Porém a viagem de ida foi super tranquila, onde o anseio para viver um Grande Prêmio de Moto GP, motiva a andar cada km.

Para ambos os motociclistas não existe um ponto a ser destacado na elaboração da viagem, pois tudo foi novo,  emocionante é uma experiência excepcional.

Quando chegaram ao lugar do Moto PG, autódromo, o Motociclista Nilson relata que a sensação foi de realização, pois jamais imaginou viver essa experiência.

Ainda quando o Campeão do Mundo de Moto Velocidade, Rossi, se destacou na corrida, e todos os seus torcedores vibravam em cada volta, a emoção de viver essa paixão e a emoção da corrida lhe levou a sentir sentimentos de adrenalina igual a quando esta pilotando sua moto.

 

São unanimes em afirmar e aconselhar a todos a assistirem a um Moto PG, será uma experiência que dará sentido ao espírito de qualquer motociclista.

Eles saíram com muito receio, principalmente pelos relatos dos outros motociclistas que lá já tinham ido, os “guardas argentinos”, porém não tiveram qualquer problema, sendo que em nenhum momento foi pedido propina sendo que os guardas os paravam para ver as motos e seus roncos.

Outro ponto a ser destacado é a admiração das crianças pelas motos, pois quando paravam, as motos eram cercadas e em seus olhos se via o fascínio que elas tinham. Ainda dizem que  a uns 400 km antes da cidade do evento os “Argentinos” esperavam na pista as motos passarem e faziam o tradicional movimento para acelerarem as motos.

Eles ressaltam que a hospedagem, que é um ponto importante em qualquer viagem, deve ser feita com cuidado, pois quando chegaram à cidade do moto GP logo se hospedaram com receito de não encontrar vagas. Assim, se hospedaram em um hotel de baixa qualidade.

Em contato com alguns motociclistas de Santos eles lhe indicaram um hotel melhor e mais barato. Então novamente vale a regra, pesquisar preço e verificar as instalações.

Quando eles não estavam no evento iam à praça da cidade, onde todos os motociclistas se encontravam e lá trocavam experiências com os demais motociclistas, uma festa do Moto PG em volta da praça.

Ainda nessa praça compareciam os moradores da cidade, enfim, a cidade se retratava a “praça moto”.

Na volta, que aconteceu no dia 20 eles saíram de madrugada, 6 horas da manhã, e logo após uns 20 km a moto do Motociclista Maurício parou de funcionar, acharam que era falta de combustível. O Nilson voltou até a cidade e comprou combustível, porém a moto voltou a funcionar e logo após parou novamente, o Nilson saiu atrás de socorro e encontrou mais dois motociclistas que haviam conhecido na praça da cidade e que também estavam com a moto quebrada. Quando retornou com socorro até o Maurício ele já havia consertado a moto, foram até o encontro dos outros dois motociclistas e ficaram com eles até o conserto da outra moto. Foram mais de sete horas até descobrir o problema, ou seja, o rastreador da moto e conserto da outra.

 

O Motociclista Maurício ajudou a arrumar outra moto, pois tinha conhecimento de mecânica. Dá para perceber com o relato de ambos que nessa hora a barreira da cidadania, da língua e as demais barreiras deixam de existir, pois os laços que os motociclistas formam é bem maior que as dificuldades.

Iniciaram a viagem de volta após o meio dia  e superaram todos os problemas. Tocaram até Continente Argentino, onde repousaram.

No outro dia, às 6 horas da manhã, já estavam em suas motos a caminho de Itajaí chegando as 22:30 horas.

Assim, eles percorreram 1.540 km em um único dia. Eles só paravam para abastecer, e se alimentar com lanches rápidos.

Quando eles contaram que fizeram essa quilometragem, com moto esportiva, em um único dia, todos que ouviram se contorceram e ficou aquele ponto de suspense e desconfiança.

Nós por conhecermos ambos não duvidamos, porém, no decorrer dos dias, quando contávamos esse fato a outros motociclistas todos duvidavam.

A prova da distância percorrida é feita pelo rastreador.

Eles dizem que não tinham noção da quilometragem percorrida, pois vinham tocando suas motos com o único objetivo de chegar em casa. Ouvindo eles e observando seus olhos, ambos disseram que chegaram inteiros, sendo que a mochila de tanque ajudou muito a descansar.

O Motociclista Nilson expõe que como ambos estavam de moto esportiva, tinham que parar na média de 180 km, pois isso possibilitava um alongamento e tornou a viagem mais fácil.

A moto Srad Suzuki 1000 cabe no tanque 17,5 litros, sendo que quando foi abastecida, coube apenas 17,3 litros.

Eles também comentam que muitos motociclistas não acreditam que fizeram essa quilometragem, principalmente por estarem conduzindo motos esportivas.

O motociclista Nilson resume a viagem e as emoções vividas como sendo a experiência de uma lembrança para toda a vida. É uma história que somente quem anda de moto pode sentir.

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

 

Fotos da Aventura: http://www.motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=84

 

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Natal - Um Presente Inesperado do MC Anjos da Lealdade

Natal   

         Em todos os cantos do nosso querido e lindo Brasil os Moto Clubes e as demais associações motociclísticas buscam levar um pouco de conforto as pessoas, especialmente as crianças, que tem maiores necessidades.

         As doações feitas são simples e muitas vezes são significativas em relação aos valores.

         Não importa, se as doações são simples ou significativas, pois o que importa é o conforto que tais atitudes trazem as pessoas que recebem as referidas lembranças.

         Este ano novamente fomos participar da entrega de doações do MC Anjos da Lealdade, de Schroeder.

         Não há o que falar ou  como transmitir as sensações e emoções que se vive quando se participa de tal beneficência, pois elas são únicas tanto para quem faz como para quem as recebe.

         Faz alguns anos que acompanhamos a distribuição dos donativos feitos pelo MC Anjos da Lealdade e notamos esse ano algo diferente, algo bem diferente.

         Diferente não nas emoções de quem recebe os donativos, pois a alegria, a esperança nos olhos das crianças e adultos dizem tudo, vale a pena cada minuto concedido a esse projeto, e desses sentimentos já falamos muito nos anos anteriores.

         O que notamos de diferente nesse ano foi no próprio MC Anjos da Lealdade, em seus integrantes.

         Todos estavam voltados a um único fim, a um único propósito, que era levar esse “conforto” as crianças carentes.

         Estavam mobilizados como Moto Clube, como Irmãos e Companheiros de Estradas.

         As meninas, lindas, os rapazes, nem tão lindos, do Moto Clube estavam buscando um fim comum, juntando e passando por cima das diferenças de opiniões, de conceitos e dirigiam todas as ideias e atos para uma só finalidade, fazer o Natal melhor para alguém.

Verificamos que com os anos e a continuidade do projeto, esse ano, quem ganhou um grande e lindo presente do Papai Noel foram os Motociclistas do MC Anjos da Lealdade.

         Eles já tinham, esse ano firmaram algo muito especial que foi a aplicação do conceito de Irmandade no Motociclismo, conceito esse tão perdido ultimamente por muitos MCs.

Muitas vezes é isso, você pensa que está dando um presente e na verdade está recebendo.

Assim temos certeza que muitos Moto Clubes desse Brasil receberam esse ano o mesmo presente dos integrantes do MC Anjos da Lealdade, pois na verdade quem dá recebe.

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

 

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Uma Viagem ao Extremo do Brasil - Mâncio Lima - Acre

Reinaldo Rocha Junior – Salésio Giacomozzi

Nossos Motociclistas tiveram origem motociclísticas bem diferente.

 O Reinaldo iniciou sua jornada em uma moto de corrida, ou seja, era um dos famosos baiqueiros. Após sua entrada no MG Lobos do Vento, trocou o estilo da moto e por coincidência ingressou no MG juntamente com seu companheiro Salésio.

 Já o Salésio trabalhava na Polícia Civil na área administrativa e utilizava motocicleta no seu dia a dia de serviço. Quando se aposentou comprou uma Moto Chopper, Shadow, e em suas “voltas na quadra” passou a ter contato com motociclistas coletados.

            Dois motociclistas que tiveram origens diferentes no mundo das motos, e também seus destinos ligados pela motocicleta e pelo mundo dos Coletes, pois ambos foram coletados no MG Lobos do Vento na mesma oportunidade.

            O Motociclista Salésio já tinha a visão de ir em todas as cidades de Santa Catarina e deu iniciou quando foi ao evento do MC Feras da Estrada, em Rio dos Cedros, pois durante o encontro visitou e “tirou” fotos em frente as Prefeituras das cidade de Pomerode, Rio dos Cedros, Benedito Novo e Dr. Pedrinho, sendo que além das Prefeituras “tirava” fotos também das Igrejas, tudo visando conhecer nosso estado. Nessa visão e roteiro o Motociclista Reinaldo o acompanhou.

            Após já terem ido visitar as cidades acima, no evento do MC Feras da Estrada, em uma conversa com o Motociclista Ulisses José Ferreira Neto, tiveram ciência do Projeto do site – “Valente Fazedor de Chuva – certificado pelo site – www.fazedoresdechuva.com.br – onde era proposto um projeto de conhecer todas cidades de Santa Catarina de Moto.

            O Motociclista Salésio realizou a sua visão, foi em todas as cidades de Santa Catarina de Moto, se tornando um VALENTE FAZEDOR DE CHUVA, sendo que o Motociclista Reinaldo o acompanhou em algumas etapas desse projeto.

            Basta conversar com o Motociclista Salésio por breves momentos sobre o projeto Valente Fazedor de Chuva que já se observa em seus olhos a empolgação de ter feito e o quanto valeu a pena.

            Após a conclusão do projeto Valente Fazedor de Chuva o Motociclista Salésio ampliou sua visão, pois resolveu fazer mais três novas propostas pelo site Fazedores de Chuva.

            Assim, ele se propôs a fazer os Projetos Valente Rodoviário (ir de ponta a ponta na BR 101), Valente Cardeal (ir aos quatros pontos cardeais do Brasil), Valente Bandeirantes (ir em todas as Capitais dos Estados do Brasil, incluindo o Distrito Federal).

            Então o Motociclista Salésio iniciou a realização de sua visão e juntamente com o Motociclista Reinaldo, Garcia, Mauro (MG Lobos dos Vento), Braz e sua esposa Sueli (MC Falcões do Litoral) e os Motociclistas Ricardo e Valéria (MC Fênix de Ouro), fizeram a parte Sul dos projetos, ou seja, fizeram o projeto Rodoviário Fazedor de Chuva, parte sul da BR 101, de Balneário Camboriú a São José do Norte(RS), Cardeal Fazedor de Chuva (o Motociclista Salésio, foi no ponto Cardeal mais ao Sul do Brasil, em Chuí) e também fez o Bandeirante Fazedor de Chuva, indo em Porto Alegre ao Palácio do Governo.

            Para dar continuidade aos Projetos o Motociclista Salésio, tendo em sua companhia o Motociclista Reinaldo, prosseguiu nas realizações e fizeram uma viajem desbravadora.

            Saíram de Itajaí no dia 10 de julho de 2015 e passaram por Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Cuiabá (Mato Grosso), Porto Velho (Rondônia), Rio Branco (Acre) e ainda foram em perseguição a Mâncio Lima, no Acre, ponto mais ao Leste do Brasil.

            Foi uma viagem de mais de 10.000 km em 15 dias, onde o clima ajudou e muito, pois não “pegaram” chuva e nem sol forte, o que tornou a viagem ótima.

            No decorrer da viagem eles perceberam que fariam uma grande economia se dormissem nos postos de combustíveis, e que era também mais seguro. Contavam com apoio dos frentistas e dos motoristas de caminhões. Aconselham a dormir em postos de combustíveis grandes, e com melhor infra estrutura.

                        Relataram que pagaram a gasolina entre R$ 2,80 a R$ 4,10, então  tem que fazer um cálculo de gastos pelo valor superior. A gasolina muitas vezes não tem opção de escolha, mesmo achando que ela é adulterada tem que colocar, pois senão fica com pane seca.

                        Alertam que na estrada de barro a lama é diferente, pois ela tira toda a estabilidade da moto e se vai ao chão mesmo, ainda não se pode deixá-la secar na moto, especialmente na corrente, pois quando seca trava toda a moto.

                        O sol também muda a viagem, pois ele está de pé às 5 horas e se esconde às 17 horas, por isso deve-se tomar cuidado para não ficar em algum trecho no meio da noite.

                        Percebia-se claramente a sensação que tinham na alma de fazer o projeto de conhecer as capitais do Brasil, pois ambos falavam com muita alegria nos olhos, e sabemos que ainda  terão muitas outras capitais a serem visitadas.

Durante a viagem conheceram vários motociclistas e deles receberam muito apoio, entre eles citam o Marcos Cezar Rosada (Presidente do MC Lunáticos - Cuiabá), Ronny (Papa-léguas – Porto Velho, RD), Jane Vampira (Papa-Léguas – Rio Branco, Acre). Após essa viagem, pelo apoio que receberam, afirmam sem sobra de dúvida que existe sim uma verdadeira irmandade entre os motociclistas que tem seus elos nos atos de amizades de cada viagem.

            A parte mais difícil da viagem foi durante o trajeto a Mâncio Lima, no Acre, cidade mais ao extremo oeste do Brasil, onde a estrada era puro barro e se chovesse não passava, sendo que muitos motociclistas aconselharam a não ir.

 

            Para se chegar a Mâncio Lima são 750 km (contados de Rio Branco) de pura adrenalina, pois 500 km são feitos de buracos e lama.

            Nesse trajeto o Motociclista Salésio levou um tombo com sua moto, voando sobre a mesma e indo parar no acostamento. A moto teve pequenos danos que não o impediu de viajar. Aí, ressalta Salésio, a importância de ter um companheiro de viagem nesse momento, pois o mesmo teve todo o auxílio do Reinaldo.

                        Destaque para a sensação que transmitiram na hora de contar a visita a Mâncio Lima, onde ambos relatam aquela sensação de consegui chegar, “aqui estamos”, uma vitória que muitos podem fazer, mas poucos o fazem.

                        Ainda na volta foram ao Moto Capital em Brasília, e ficaram perplexos com as instalações, com a quantidade de motociclista do maior evento do Brasil.

                        No Facebook do Motociclista Salésio, você leitor, poderá verificar as fotos da viagem e obter outros dados.

                        Parabéns aos Motociclistas Salésio e Reinaldo, do Moto Grupo Lobos do Vento, Itajaí, Santa Catarina, pois só de escutá-los já dá vontade de pegar a moto e ir “fazer” as capitais do Brasil. Viver o motociclismo é andar de moto.

                        MotociclismoSC

                        Ulisses José Ferreira Neto

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Caveira – Simbolismo dentro do Motociclismo

            O motociclismo usa vários símbolos para expressar suas posições frente a sociedade, entre os grupos de moto e trazem dessa forma para dentro do motociclismo imagens que transmitem ideias e posições.

            A CAVEIRA é um símbolo muito usado no motociclismo e pelos motociclistas.

            Ela está presente nas motos e nos coletes dos motociclistas e é uma imagem forte, porém, no motociclismo ela não está ligada diretamente com a morte, como muitos podem pensar.

            A CAVEIRA no motociclismo é usada como símbolo da igualdade, da mesma condição, independente de onde viemos e para onde vamos.

            Diante da caveira não podemos sabes e dessa forma não podemos distinguir raça, se é gordo ou magro, rico ou pobre, bom ou malvado, religioso ou ate, se é hetero ou homossexual, enfim nossas diferenças desaparecem.

            Ainda a CAVEIRA simboliza a fraternidade que todo Motociclista deve pregar e realizar, sem levar em conta a ruça, religião, marca e potência da moto.

            A CAVEIRA está presente nos motociclistas em suas tatuagem sendo que, sem dúvida, o mais conhecido motociclista que explora esse símbolo é o famoso personagem de quadrinhos Marvel o Motoqueiro Fantasma.

            Assim, diante de um motociclista com o símbolo da caveira você estará diante de alguém que defende a igualdade entre as pessoas.

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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Pulseira para Motociclista - Salva Vidas - Lifecode

             

Uma das preocupações constantes dos Motociclistas são os procedimentos a serem adotados em caso de acidente. Todos sabem que uma das dificuldades é informar aos Socorristas e Médicos os “dados” pessoais, tipo de sangue, se o acidentado possui algum tipo de alergia, diabete, doença grave, etc. Ainda sabemos que o ganho de tempo em um atendimento pode representar a vida ou a morte.

Muito motociclista ciente da necessidade e importância dessas informações mandava costurar em seu colete esses dados impressos, outros mandavam fazer cartões, tipo de cartão de banco. O maior problema passava a ser a localização desses dados pela equipe de socorristas na hora do acidente.

Em nossas “motocadas” já levamos mais de 15 motociclistas para hospital em face de atendimento e sempre nos posicionamos em favor de qualquer atitude, acessório ou medida que ajudasse quando da situação do acidente.

Tomamos conhecimento da existência da pulseira Pulseira LifeCode, que tem a função armazenar, informar, fornecer dados, aos socorristas, médicos e qualquer outro agente de saúde em caso de acidente, ainda tem a possibilidade de anexar documentos, tais como, documentos da moto, apólice de seguro, passaporte, etc.

A pulseira tem seu custo em torno de R$ 250,00 (pode ser alterado sem aviso, sendo para grupo pode ser negociado).

Senhores diretores de Moto Clube, Moto Grupo e outras associações de motociclistas, por favor, deem atenção especial ao assunto e tentem adquirir esse importante instrumento de salvação de vida aos motociclistas de sua associação.

Na internet tem um amplo material sobre a pulseira - https://www.youtube.com/watch?v=GX_mwzDH5K0&feature=youtu.be

O representante da Pulseira LifeCode é o senhor  Leodesio Amorim - leodesioamorim@yahoo.com.br.

 

Salvar vida é missão de todo Motociclista.

 

wwww.motociclismosc.com.br

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Ulisses José Ferreira Neto

 

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