INFORMATIVOS

HD POINT MOTORCYCLES - Um ponto de Encontro

            A HD POINT é um estabelecimento, restaurante, bar, que tem como seu público alvo os motociclistas em geral.

            Ela fica localizada na rua Conselheiro Júlio Kumm, 46, Praia Brava, Itajaí, Santa Catarina, fone 47-21255040, e-mail -  contato@hdpoint.com.br.

            O lugar é super agradável, de fácil localização e principalmente voltada aos temas do motociclismo.

            Embora tenha sua inspiração na HD, certamente ela atende a todos os motociclistas, todas as associações motociclísticas e os motociclistas de todas as marcas de moto.

            O local é super bem planejado, sem dúvida um reduto para motociclistas.

            Já estivemos diversas vezes no local e sempre fomos muito bem atendidos.

            A HD tem vários diferenciais, tais como: Oficina mecânica multimarcas; barbearia; lavação de motos, inclusive no horário noturno.

            Já tivemos a experiência de mandar lavar a moto e enquanto o serviço era realizado ficamos confraternizando com os motociclistas ali presentes.

            Temos, a princípio, duas coisas, que a HD tem que buscar. A primeira é criar um atrativo, uma identidade, a nível nacional ou mesmo internacional, onde todo motociclista que passe pela região tenha a obrigação de ali vir e bater aquela foto, tipo a Mão do Deserto (Mano del Desierto) que é uma escultura de uma mão localizada no Deserto de Atacama no Chile. A segunda é dar uma revisada em seu cardápio, vimos esse detalhe como o mais primordial e urgente, pois ele é restrito a poucas opções e ainda teríamos uma revisão na política de preço dos produtos.

Vale a pena uma visita, sem dúvida.

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Ulisses José Ferreira Neto

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Motociclismo Abençoado -

Motociclismo Abençoado

O Motociclismo tem muitos problemas a serem resolvidos, todos sabemos disso, porém ele tem a capacidade de se superar e mostrar que sempre temos algo a fazer.

Infelizmente, em face dessas fatalidades da vida, um anjinho teve várias partes do corpo queimada e os motociclistas da região de Itajaí resolveram fazer ação social visando angariar donativos para ajudar o anjinho e sua família.

Assim, no dia 05 de fevereiro de 2016, todos os motociclistas e convidados foram ao tradicional ponto de encontro dos motociclistas em Itajaí, no bairro Costa Cavalcante, na lanchonete Pança Cheia - https://www.facebook.com/pages/Lanchonete-Pan%C3%A7a-Cheia/315293038608651 , atendendo ao convite da Liga Itajaiense de Motoclubismo e ao Rafael, proprietário da lanchonete, para ajudar na arrecadação dos donativos.

Foi arrecado um expressivo valor e uma expressiva quantidade de donativos para o menino anjinho, todos deram o que puderam e todos somaram esforços para ajudar.

Além dessa finalidade nesse dia foi comemorado o aniversário de um grande amigo, grande motociclista, pessoa que admiramos demais, o nosso querido Brás, um super abraço meu querido amigo.

O motociclismo é assim, juntos somos uma força que pode modificar o mundo.

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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LIGA ITAJAIENSE DE MOTOCLUBISMO - LIM

LIGA ITAJAIENSE DE MOTOCLUBISMO - LIM

Foi criada em Itajaí a “LIGA ITAJAIENSE DE MOTOCUBLISMO”, essa formada pelas Associações Motociclisticas de Itajaí, entre elas, Moto Clubes, Moto Grupos, Moto Turismo, etc.

Todos sabemos que o Motoclubismo é uma bagunça, não existe disposições “legais” que organize o mesmo, desde a formação e organização das Associações Motociclisticas, cada um faz o que quer como quer e quando quer.

As Associações Motociclisticas que existem não conseguem resolver esses problemas, pois como não existe uma norma nacional regulando o Motoclubismo cada um ou cada associação da uma definição que melhor lhe agrada e dessa forma a desorganização está presente.

A LIM veio plantar algo bom, algo inovador, já em seu nome, pois se refere ao MOTOCLUBISMO, que é a associação de motociclistas congraçados e identificados por “brasões”.

Assim, a LIM representa, claramente, o que é muito importante, um grupo dentro do motociclismo, sendo esse grupo os motociclistas representados por BRASÕES.

Ainda tem a LIM o objetivo de:

O OBJETIVO PRINCIPAL DA" LIM" É PROMOVER A UNIÃO ENTRE OS GRUPOSMOTOCICLISTICOS DE ITAJAÍ, TRANSFORMANDO O MOTOCLUBISMO DE NOSSA CIDADE EM UMA GRANDE IRMANDADE.

Esse detalhe pode parecer pouco, mas na verdade é um grande, enorme diferencial, pois quase todas as associações, mesmo as voltadas para o motoclubismo, tem e buscam abrangências a outras categorias do motociclismo.

Ainda, dentro do nosso conhecimento, a LIM busca organizar, por enquanto, de forma tímida, a nascente do Motoclubismo, que é o nascimento e formação de uma associação motociclista.

A ideia da LIM deve ser levada a outras cidades não só de Santa Catarina, mas também do Brasil, pois só teremos um MOTOCLUBISMO organizado quando tivermos condições de ter uma “legislação” a nível nacional para regular essa área do motociclismo.

A LIM tem uma página no Facebook, porém é um grupo fechado, pois deve ser o meio de discussão e organização de seus membros.

A LIM terá que enfrentar diversos aspectos difíceis que foram formados por esses longos anos de desorganização, tanto quanto a sua própria organização quanto as organizações de seus associados, tais como: A LIM será uma associação formal, com CNPJ; Seus associados poderão ser formais ou aceitará filiação de associação informal; Quem não cumprir as regulamentações sofrerá punição. Enfim diversos desafios virão no decorrer do tempo.

A liga teve um ótimo início, pois venceu a desconfiança das associações motociclísticas de Itajaí que aos poucos foram se filiando e ainda teve atitudes corretas entre elas de reconhecer possíveis equívocos, voltar e reanalisar situações e mudar suas decisões visando o bem maior que é a coletividade, pois só teremos progressos quando tivermos coragem de fazer e ainda quando tivermos coragem maior de corrigir o que tem que ser corrigido.

Todos os motociclistas coletados devem buscar ajudar a LIM, pois é uma ideia embrionária que terá acertos e erros, porém, temos certeza que o objetivo de união estará presente em todos os momentos e somente com a união de todos os desafios serão vencidos.

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Ulisses José Ferreira Neto

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LUVAS IMPERMEÁVEIS

Todos nós que andamos de moto sabemos que um dos nossos principais problemas é andar de moto todo molhado e, sem dúvida, uma coisa que da muita agonia é guiar a moto com as mãos molhadas.

                Então saímos procurando um milagre para não guiarmos a moto com as mãos molhadas, aí vamos atrás das LUVAS IMPERMEÁVEIS.

                Quando vamos comprar, geralmente, os vendedores dizem que a luva é impermeável e que dá garantia de 3 meses (garantia estabelecida no Código de Defesa do Consumidor).

                Todos sabemos que em 3 meses, a princípio, não temos como averiguar se a luva é impermeável e realmente quando precisamos constatamos que a luva não é impermeável.

                Sinceramente, já compramos quase todas as marcas e não achamos uma luva que se propõe a ser impermeável que seja.

                Então procuramos soluções paralelas e encontramos uma.

                Utilizar luvas que são utilizadas para a inseminação de animais. Elas são compradas facilmente em casa de produtos agrícolas, em um valor super baixo.

                Essas luvas de inseminação de animais você coloca por cima da sua luva de couro, ou seja, você guia a sua moto com a sua luva de proteção e fica protegido da água da chuva.

                Fizemos quase 800 km embaixo de chuva e realmente não molhamos um dedo seguer.

                É uma dica que aprovamos.

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Ulisses José Ferreira Neto

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Encontro Bodes do Asfalto e Encontro de São Francisco do Sul

                Como todos sabem somos motociclistas que pertence ao quadro do Moto Clube Bodes do Asfalto.

                A Facção do MC Bode do Asfalto, CAxias do Sul e Região, retribuindo visita à Facção de Itapoá que esteve em Caxias do Sul no encontro promovido durante a Festa da Uva, veio a Itapoá estreitar os laços de Fraternidade e Amizade que os cercam.

                Assim foi preparado o EBA-Itapoá (Encontro dos Bodes do Asfalto em Itapoá,  fomos convidados e não podíamos deixar de participar, pois a saudade dos Irmãos de Caxias do Sul era grande.

                Uma das atrações do evento  EBA-Itapoá, era a visitação ao Porto de Itapoá e assim foi realizada. Ficamos impressionados com o que vimos, empresa de primeira linha, tudo com tecnologia  e equipe de ponta. Percebemos que a principal preocupação do Porto de Itapoá é atender bem e de maneira eficiente seus clientes. Foi sem dúvida uma experiência incrível, pois nos mostrou que o Brasil ainda tem chance, ainda tem gente que busca fazer as coisas certas. Uma super visita.

            No sábado fomos de barco, saindo de Itapoá ao encontro de São Francisco, passeamos pela  baía da Babitonga que  está situada na Foz do rio Palmital, junto a duas importantes cidades: Joinville e a Ilha de São Francisco do Sul.

A baía da Babitonga já era habitada há mais de 3.000 anos por caçadores e coletores sambaquianos, os homens do sambaqui. No século XV e XVI se registra a ocupação da baía por grupos tupi-guarani, denominados carijós, que há algumas centenas de anos antes se sobrepuseram culturalmente àqueles grupamentos sambaquianos ancestrais. Os carijós por sua vez não resistiram à dominação europeia com o início da ocupação portuguesa do litoral sul do Brasil. Sucumbiram pela escravização, guerras,  doenças e até mesmo pela acultuação, desaparecendo como cultura autóctone antes do século XVII.

Às margens da baía, principalmente a norte, existem resquícios importantes da mata atlântica. A natureza exuberante faz desta região um reduto muito apreciado pelos turistas. Uma balsa faz a ligação da cidade de Joinville com a margem norte. Uma das localidade  da margem norte é a Vila da Glória. Existem outras localidades às margens da baía.

A baía da Babitonga (que em língua indígena quer dizer morcego) apresenta um conjunto de 24 ilhas.

            Os golfinhos se faziam presente no trajeto, foi super vê-los nadando ao redor da embarcação.

            Chegamos a São Francisco do Sul e fomos visitar o Museu do Mar - http://www.museunacionaldomar.com.br/ - sem dúvida um ótimo destino de viajem.

            Logo depois fomos ao querido e ótimo evento de São Francisco, sem dúvida ele é realizado em um dos lugares mais bonitos e a vista é “prakabar”.

            O evento sempre foi um super evento, tem vasta opção de alimentação, estacionamento, músicas de excelente qualidade e acima de tudo um ar de evento motociclistico que é ótimo.

            Às 15 horas retornamos para Itapoá e fomos descansar pois a noite teria a confraternização final do EBA-Itapoá, com uma Paeja de tirar o folego de tão gostosa que estava.

            É bom ver os Irmãos do Moto Clube em congraçamento, onde todos estavam alegres pelos momentos vividos.

            O Encontro de Itapoá deixou uma lição, se queremos ter amigos temos que visitar e ser  motociclista sem amigos não adianta andar de moto.

            Super eventos, Itapoá e São Francisco do Sul.

           

                Vejam as fotos do evento: http://motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=93

               

                MotociclismoSC

                Ulisses José Ferreira Neto

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Rio do Sul – MotoSul 2016.

 

                O encontro de Moto de Rio do Sul é famoso, consolidado no calendário estadual de eventos motociclísticos.

                A viagem até  Rio do Sul  é gostosa, mas, porém, sempre tem que ser realizada com cuidado, muito cuidado, pois a principal ligação para Rio do Sul é a BR 470, essa muito perigosa para os motociclistas.

                Fomos na sexta feira à tarde e já vimos que seria uma grande festa, como todo ano.

                O MotoSul tem tudo que um ótimo evento deve ter. Tem muito lojistas, muitas opções de alimentação, sendo que, esses espaços são s separados das motos.

                O calor foi forte, o sol foi impiedoso, era quente, mas esse calor deixava ainda mais quente o evento.

                O MotoSul congrega todas as tribos de motociclistas, desde baiqueiros, moto clubes, motociclistas viajantes, enfim todas os tipos de motociclistas são encontrados no evento.

                O MotoSul é um evento que faz vista grossa a zoeira e dessa forma atrai os adeptos que gostam desse tipo de manobra e que não são poucos. Motos preparadas para fazer o borrachão, o zerinho estão sempre presentes e fazem a curtição de muitos que lá vão.

                Não adianta alguns motociclistas criticarem a existência de zoeira no evento, pois muitos gostam, e não são poucos, pelo número de participante que foram ao evento.

                Então cada um tem o direito de escolha, se não gosta não deve ir, pois se for certamente tem que aguentar as manobras da zoeira.

                A presença dos motociclistas era tão grande que a certa hora da noite os portões do parque de evento foram fechados, não entrava mais moto, não cabia mais moto. A rua em frente ao parque  ficou tomada por motociclistas querendo adentrar no evento, porém, temos que elogiar, todos aguardaram a liberação sem briga ou xingamento aos seguranças do evento.

                Outro ponto a elogiar eram as mulheres, muito lindas, charmosas e encantadoras, sem dúvida faziam parte da atração.. Quanto aos homens vamos deixar para lá..rsss... não compensa comentar.

                A recepção do MotoSul foi feita na loja Moto Neno. Todos sabemos que o Neno é um grande amigo do motociclista e está sempre ao lado do motociclismo ajudando no que for preciso. Foi servido um delicioso café da manhã. Vimos o Neno atendendo todo mundo, correndo para cá e para lá, buscando atender da melhor forma possível os visitantes.

Porém ficamos um pouco triste, pois não sentimos na equipe da loja o mesmo objetivo. Todos em seus cantos, não buscavam conversa, não buscavam atender e essa opinião foi externada por mais alguns motociclistas que lá compareceram. Mas de qualquer forma foi bom ver o Motociclista Neno e ir em sua loja.

Passeamos por Rio do Sul. A Igreja Matrix é linda, calma, serena e nos leva a rezar e meditar, agradecer ao Grande Arquiteto do Universo por lá estarmos com saúde. A Cidade de Rio do Sul é linda.

Vejam as fotos do evento - http://motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=91 

Que venha o MotoSul 2017.

 

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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Pulseira LifeCode - Salva Vida

Uma das preocupações constantes dos Motociclistas são os procedimentos a serem adotados em caso de acidente. Todos sabem que uma das dificuldades é informar aos Socorristas e Médicos os “dados” pessoais, tipo de sangue, se o acidentado possui algum tipo de alergia, diabete, doença grave, etc. Ainda sabemos que o ganho de tempo em um atendimento pode representar a vida ou a morte.

Muito motociclista ciente da necessidade e importância dessas informações mandava costurar em seu colete esses dados impressos, outros mandavam fazer cartões, tipo de cartão de banco. O maior problema passava a ser a localização desses dados pela equipe de socorristas na hora do acidente.

Em nossas “motocadas” já levamos mais de 15 motociclistas para hospital em face de atendimento e sempre nos posicionamos em favor de qualquer atitude, acessório ou medida que ajudasse quando da situação do acidente.

Tomamos conhecimento da existência da pulseira Pulseira LifeCode, que tem a função armazenar, informar, fornecer dados, aos socorristas, médicos e qualquer outro agente de saúde em caso de acidente, ainda tem a possibilidade de anexar documentos, tais como, documentos da moto, apólice de seguro, passaporte, etc.

A pulseira tem seu custo em torno de R$ 250,00 (pode ser alterado sem aviso, sendo para grupo pode ser negociado).

Senhores diretores de Moto Clube, Moto Grupo e outras associações de motociclistas, por favor, deem atenção especial ao assunto e tentem adquirir esse importante instrumento de salvação de vida aos motociclistas de sua associação.

Na internet tem um amplo material sobre a pulseira - https://www.youtube.com/watch?v=GX_mwzDH5K0&feature=youtu.be

O representante da Pulseira LifeCode é o senhor  Leodesio Amorim - leodesioamorim@yahoo.com.br.

 

Salvar vida é missão de todo Motociclista.

 

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Ulisses José Ferreira Neto

 

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CURSO BIG TRAIL FLORIPA – VANTUIR BOPPRE – JACKSON FEUBAK

                Há muito tempo desejávamos fazer o curso de pilotagem Off Road (andar por terrenos de chão).

       Tivemos a possibilidade de “fazer” o curso, 28ª turma.

       A ansiedade era grande para iniciar o curso e sábado fomos ao local, lá encontramos vários amigos estradeiros e fizemos outros amigos e companheiros de estrada.

       Fomos para o local do curso, CT (Centro de Treinamento) da Yamaha Geração, em Governador Celso Ramo. Quando saímos da BR 101 logo ingressamos na estrada de chão e por ali fomos.

 

Já de imediato o nervosismo tomou conta, pois já rodamos muitos e muitos km neste tipo de estrada, porém sempre evitamos, pois ainda tínhamos o trauma de termos “caído” com a moto em uma estrada de chão onde tivemos que andar mais de 3 horas para achar ajuda para poder levantar a moto. Sem dúvida um grande trauma.

Na preleção conhecemos os integrantes da equipe que ministraram o curso – Instrutores: VANTUIR BOPPRE, JACKSON FEUBAK; Equipe: JANA ROBERGE; MAXIMILIANO SALCHA.

Logo no início já deu para sentir que o curso seria “pedreira”, pois o Instrutor Jackson pegou sua KTM e colocou no centro da sala, descendo a moto por uma pequena escada, que para nós era sem dúvida uma escada muito longa.

Da equipe só conheciamos o instrutor Vantuir Boppre, pois à muito tempo seguimos o motociclista Vantuir, com admiração e respeito.

Temos certeza que jamais iremos andar pelas estradas que ele andou e acima de tudo pelas estradas que possibilitou os motociclistas, inclusive nós de conhecermos, em seus filmes e relatos pessoais.

Na preleção tivemos os primeiros, mas fundamentais ensinamentos dos requisitos para andar de moto por estrada de chão e fazer o motociclismo Off Road, que, conforme já dissemos, era uma experiência traumática.

Em nossas palavras a primeira coisa que solicitamos foi que a estrada que liga a BR 101 ao centro de treinamento fosse asfaltada, pois chegar lá já foi pura adrenalina. Ficamos contentes, pois vimos que o trauma não era somente nosso e que tinha mais alunos do curso com o mesmo trauma.

A “aula” teórica foi de fundamental importância para irmos para as aulas práticas. Já nessa parte do curso ficou evidente a integração dos ministrantes do curso, sendo que os conhecimentos deles se integram e trazem junto um conhecimento sólido, claro e acima de tudo chega a transmitir que tudo é possível.

Terminada a aula teórica saímos do centro de treinamento e fomos para o treinamento prático em um terreno campesino. O sol castigava e muito a todos.

O curso todo foi realizado utilizando nossas motos e nossos equipamentos, assim logo se aprende a desapegar um pouco do patrimônio, importante lição, pois muitas vezes para sobreviver a uma situação temos que ter em mente que o patrimônio se substitui, porém, a vida não.

No primeiro exercício já tivemos certeza que vale a pena fazer o curso, pois, aprendemos a lidar com a moto, mexendo-a e fazendo-a locomover-se, sem estar com o motor ligado. Tarefa simples, mas difícil para quem não tem a técnica certa.

A cada novo exercício os instrutores Vantuir e Jackson demonstravam na prática o que fazer.

O instrutor Jacson fazia o que queria com sua moto, simplesmente uma habilidade que nunca tínhamos visto.

Em cada ensinamento teórico ministrado, vinha logo após a parte prática, aí o “bicho” pegava.

Sempre a primeira impressão foi: Isso eu não consigo, isso eu não sei fazer, porém, a medida que os treinamentos iam acontecendo todos os alunos iam vencendo os medos e superando os limites.

A adrenalina durante todo o curso estava sempre em alta, parecíamos meninos com nossos brinquedos, descobrindo novos meios de usá-los.

Durante todo o curso tivemos alimentação com muita qualidade e fartura, sem sombra de dúvida um dos pontos altos do curso..rssss.

Passamos por várias etapas de aprendizado, entre elas: Direcionamento da moto somente com uso das pernas; Frenagem; Frenagem de emergência; Direção em terreno arenoso; Direção em terreno alagado; Direção em terreno diversificado em tipos de pisos; Equilíbrio da moto em descida de morro íngreme.

Foram dois dias, onde a exaustão física esteve presente, porém, o prazer da alma e do conhecimento não tiveram preço.

Talvez, por essas simples palavras, não conseguimos traduzir o que é o curso, mas podemos garantir que nesses mais de 33 anos pilotando moto foi, sem dúvida, momentos em que tivemos mais prazer, mais desejo de estar, mais medos, mais força de vontade para vencer nossos medos e angustias.

 

A cada novo exercício você tem que se superar, vencer seus medos e acima de tudo passar pela vontade muito forte de fazer meia volta e ir embora, deixando o curso pela metade.

Sabemos que para muitos motociclistas acostumados com a estrada de chão, nossas palavras não fazem sentido, porém tem que lembrar que somos motociclistas de asfalto, sendo que 99% de nossa vida motociclistica foi feita em cima de uma moto e em cima de asfalto.

  O custo do curso aparentemente tem um valor “elevado”, porém, após o curso, se tem plena ciência que pelas condições, onde o curso é ministrado, pela alimentação, pelos instrutores, pela equipe e principalmente pelos conhecimentos adquiridos vale cada centavo empregado.

Além de tudo ganhamos um outro aprendizado, ainda maior, a amizade dos companheiros de curso, onde todos torcem e buscam ajudar uns aos outros.

Andar de moto é muito mais que guiar uma moto, mas saber o que fazer na hora que se precisa.

Obrigado ao VANTUIR BOPPRE, JACKSON FEUBAK; Equipe: JANA ROBERGE; MAXIMILIANO SALCHA, pois, para mim, não foi um curso, foi um aprendizado de vida.

Detalhe, ao final todos pediram que não asfaltassem mais o trajeto da BR 101 ao Centro de Eventos, pois sem dúvida é uma gostosa pista de terra.

 

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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2º Moto Carrero

                Estivemos participando do 2º Moto Carrero, que ocorreu no final de semana passada na cidade de Penha.

                A organização ficou a encargo do Tigre do Starbok.

                O evento adotou uma excelente divisão de áreas, pois ficou dividido o lugar da alimentação e lojistas, lugar de estacionamento seguro, lugar da “zoeira”, e ainda contava com a excelente acomodação do Kartódromo Internacional Beto Carrero.

                O evento inovou quando reservou um lugar para a chamada manobra do “Zerinho”. A área era cercada, protegendo assim quem fazia a manobra e o público que a assistia, uma excelente ideia.

                O evento lotou, os espaços estavam totalmente ocupados e o ruído dos motores era  forte.

                Houve separação das motos de baixa cilindradas e de altas cilindradas. Quando isso ocorre observa-se que a separação atende os dois públicos, pois a “gurizada” da “cg” tem seu espeço privativo de manobra e estão dentro do seu “território”, e tal separação evita, sem dúvida, os confrontos entre os motociclistas de alta e baixa cilindrada.

                Somente deve ser exposto que o pessoal da baixa cilindrada podia entrar em todo o evento e circular livremente, desde que não estivesse de moto. Ideia ótima e que na prática deu certo.

                Quanto aos lojistas que vendem produtos motociclisticos, já de muito tempo temos ouvido que os lojistas estão desaparecendo dos encontros. Fato esse público e notório, mas sem dúvida a culpa é nossa, dos motociclistas e da internet, pois muitos motociclistas procuram os lojistas, analisam as mercadorias e aí buscam melhor preço na internet, e lógico, os lojistas deixaram de vender, e por isso deixaram de ir expor nos eventos.

Em nossa opinião, os lojistas devem sempre ficar em um espaço privilegiado, onde tenha transito de público, pois o que vai trazer eles de volta no evento do ano seguinte e justamente a certeza do faturamento do ano anterior. Assim, vemos que os lojistas no evento ficaram um pouco deslocados do público. Não existe grande evento de moto sem lojista, essa é uma certeza. Assim, deveria o evento repensar em um local melhor para os lojistas.

Ao nosso ver, faltou ao evento uma entrada exclusiva para pedestres, pois eles entravam no mesmo lugar das motos, e sem dúvida, isso é um risco.

                O evento do Moto Carrero veio para ficar, é um sucesso e sem dúvida a cada ano será melhor, pois a prática ensina.

                Fotos do evento: http://motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=90

 

                MotociclismoSC

                Ulisses José Ferreira Neto

2º Moto Carrero

                Estivemos participando do 2º Moto Carrero, que ocorreu no final de semana passada na cidade de Penha.

                A organização ficou a encargo do Tigre do Starbok.

                O evento adotou uma excelente divisão de áreas, pois ficou dividido o lugar da alimentação e lojistas, lugar de estacionamento seguro, lugar da “zoeira”, e ainda contava com a excelente acomodação do Kartódromo Internacional Beto Carrero.

                O evento inovou quando reservou um lugar para a chamada manobra do “Zerinho”. A área era cercada, protegendo assim quem fazia a manobra e o público que a assistia, uma excelente ideia.

                O evento lotou, os espaços estavam totalmente ocupados e o ruído dos motores era  forte.

                Houve separação das motos de baixa cilindradas e de altas cilindradas. Quando isso ocorre observa-se que a separação atende os dois públicos, pois a “gurizada” da “cg” tem seu espeço privativo de manobra e estão dentro do seu “território”, e tal separação evita, sem dúvida, os confrontos entre os motociclistas de alta e baixa cilindrada.

                Somente deve ser exposto que o pessoal da baixa cilindrada podia entrar em todo o evento e circular livremente, desde que não estivesse de moto. Ideia ótima e que na prática deu certo.

                Quanto aos lojistas que vendem produtos motociclisticos, já de muito tempo temos ouvido que os lojistas estão desaparecendo dos encontros. Fato esse público e notório, mas sem dúvida a culpa é nossa, dos motociclistas e da internet, pois muitos motociclistas procuram os lojistas, analisam as mercadorias e aí buscam melhor preço na internet, e lógico, os lojistas deixaram de vender, e por isso deixaram de ir expor nos eventos.

Em nossa opinião, os lojistas devem sempre ficar em um espaço privilegiado, onde tenha transito de público, pois o que vai trazer eles de volta no evento do ano seguinte e justamente a certeza do faturamento do ano anterior. Assim, vemos que os lojistas no evento ficaram um pouco deslocados do público. Não existe grande evento de moto sem lojista, essa é uma certeza. Assim, deveria o evento repensar em um local melhor para os lojistas.

Ao nosso ver, faltou ao evento uma entrada exclusiva para pedestres, pois eles entravam no mesmo lugar das motos, e sem dúvida, isso é um risco.

                O evento do Moto Carrero veio para ficar, é um sucesso e sem dúvida a cada ano será melhor, pois a prática ensina.

                Fotos do evento: http://motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=90

 

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                Ulisses José Ferreira Neto

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Pega Nada em Curitiba

Pega Nada em Curitiba

            Todos sabemos que o motociclismo tem várias tribos, vários ramos, sendo que, existe até uma longa discussão para saber quem é o verdadeiro motociclista, discussão sem sentido.

            Nesse sábado passado fomos a linda cidade de Curitiba e tivemos a oportunidade de nos juntar aos queridos amigos motociclistas do PEGA NADA.

            Meninada que gostam das SuperBike. Faz tempo que os acompanham, mas é a primeira vez que viajo com eles.

            O dia estava maravilhoso para andar de moto.

            O tempo faz com a gente uma coisa engraçada, envelhecemos, porém, a mente nos faz achar que somos ainda jovens. Sempre guiei a moto confortavelmente a uma velocidade de 150 km a 160km, hoje, com a idade é difícil passar de 130 km. Não conseguimos acompanhar os queridos motociclistas do Pega Nada.

            Então sabendo que na moto só devemos fazer o que sabemos e podemos fazer, deixamos eles irem na velocidade deles e fomos na nossa velocidade.

            Em Curitiba fizemos as tradicionais visitas nas lojas de revenda de moto, Harley Davidson, Ducati, Triumph e ainda nas lojas de acessórios na rua João Negrão.

            Fizemos uma viagem maravilhoso e tivemos uma super manhã.

            Para fazer um bate e volta a Curitiba, da nossa região, não tem como, tem que se levantar cedo, pois o ideal é no máximo estar entrando na cidade às 8:30 horas, pois caso contrário não se tem tempo para fazer todas as visitações.

            Ao meio dia retornamos para Itajaí, almoçando no caminho a tradicional costela fatiada.

            Na volta, os motociclistas do Pega Nada tocaram na frente e viemos tocando na nossa baladinha, na estrada encontramos um Senhor dirigindo um carinho velhinho, porém o senhorzinho fazia o carro andar a mil, passando pela esquerda, direita, forçando ultrapassagem e tocando o terror, bem tocado, mas tocando terror.

            Sempre achamos que somos experientes o bastante e muitas vezes somos traídos por essa pretensa experiência. Como o senhor do carrinho velho tocava terror viemos atrás dele acompanhando suas “M....”. Sabíamos que ali estava um problema para os outros motoristas e principalmente para os motociclistas. Uma hora da viagem resolvemos ultrapassar o mesmo e tocar, fizemos isso, porém ficamos vigiando e acompanhando as manobradas do senhor em seu carro do terror pelo retrovisor. Uma hora esquecemos tudo que aprendemos, esquecemos de nossa experiência e prestamos atenção demais no referido senhor pelo retrovisor, quando, voltamos nossa atenção para a estrada estávamos em uma curva e lá fomos saindo da pista.

            Não tem aquela hora que nosso anjo da guarda pula da moto e diz: “vai tu sozinho, você que fez agora conserta”.  Foi uma hora dessa, tivemos que trazer a moto no contra esterço e rezar, pois, se não tivéssemos mais 2 metros de pista tínhamos batido.

            Após controlar a situação, colocar o anjinho da guarda de volta na garupa e agradecer a Deus, usamos nossa experiência e fizemos, o que desde o começo devíamos ter feito, deixar o senhorzinho do terror ir embora e seguir a viagem na nossa tocada.

            Como ponto final da viagem marcamos o Posto Sinuelo onde lá se despedimos e agradecemos ao GADU por uma viagem tão abençoada.

            Quando estávamos saindo do Posto Sinuelo, que íamos embargar na moto apareceu um motociclista, Ricardo, e puxou conversa sobre a nossa moto.

            Estamos conversando quando chegou a esposa do Motociclista Ricardo, a Carla, e aí o papo foi se desenrolando.

            Sabemos e temos certeza que o motociclismo é uma “coisa” maravilhosa, que ele nos faz viver momentos que nunca pensamos em viver, e esse encontro, papo, foi tão legal, tão querido, tão renovador, que valeu a pena cada minuto que tivemos em cima da moto para ter aquele momento.

            Seguimos viagem até Itajaí juntos e mesmo com nossa experiência, nos renovamos com a viagem, o papo, e a amizade formada.

            Moto é tudo de bom, moto é vida.

            Obrigado meus queridos amigos do Pega Nada por essa oportunidade da viagem e obrigado a vocês Ricardo e Carla pela oportunidade de fazer essa amizade.

 

Fotos do passeio: http://www.motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=88 

 

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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