INFORMATIVOS

4º Aniversário MC Feras da Estrada

É difícil começar a escrever quando o coração ainda pula de felicidade, quando o sangue corre de forma descontrolada pelo corpo, pois buscamos palavras para expressar nossos sentimentos e temos certeza que não vamos encontra-las. Estivemos no evento do 4º Aniversário do MC Feras da Estrada, em Rio dos Cedros. Pensem no evento pank, top, pensem no evento que faz a gente se sentir vivo e acima de tudo se sentir motociclista. Primeiramente temos que destacar a mega estrutura física do evento, sendo que os organizadores do evento incluíram ele no rol dos eventos inteligentes, pois fizeram separação dos espaços,  tendo assim lugar onde se podia estacionar sua moto com segurança, lugar para acampar(área coberta), lugar para o show e lugar para alimentação. Segundo destaque foi os shows, que teve início com um bailão, todos os tipos de música que fez todo mundo dançar e tornou o evento alegre, dinâmico. Após vieram as excelentes bandas, onde os clássicos do rock que são curtidos pelos motociclistas estavam presentes. A alimentação foi outro ponto alto da festa, onde a galinha frita, ensopada, macarrão caseiro, aipim, batata e uma variedade de saladas fizeram da janta um verdadeiro banquete. O cuidado foi tanto que os talheres vieram embalados, eu seja, chique no último.
Outro ponto importante foi a alegria dos motociclistas que estavam no evento, todos alegres e felizes por ali estarem.
O que falar o que dizer se as palavras não exprimem a real emoção de estar no evento.
Claro que tudo não é perfeito, mas certamente o mais imperfeito são os motociclistas que vão ao evento para reclamar e ser deselegantes, pois chega-se ao cumulo de achar o valor da entrada caro, R$ 7,00. Por esse valor poder jantar 0800, ouvir música, estar entre amigos é barato, muito barato. Temos que pensar que se formos sair de casa para reclamar, para ver tudo ruim e melhor em ir.
Todos que são motociclistas sabem o quanto trabalhoso é a preparação de um evento e só de ter coragem de fazer o evento já é louvável, pois o evento permite o motociclismo expressar sua verdadeira essência que é estar na estrada e confraternizando com amigos.
Nós motociclistas que curtimos a festa de Aniversário do MC Feras da Estrada só temos a agradecer e pedir desculpas pelos motociclistas que esqueceram o espírito motociclístico em casa, ou quem sabe, nunca tiveram.
Obrigado Feras da Estrada.
MotociclismoSC

Ulisses

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2º Moto Passeio Feminino SC

Nós Motociclistas sabemos que o motociclismo nos surpreende e nos renova a cada
passeio, a cada nova emoção vivida na estrada e nas companhias dos companheiros
de Estrada.

                Sabemos também os Motociclistas Homens que as Mulheres nos surpreendem a cada dia de nossas vidas e
elas nos renovam a cada passeio que estão presente, a cada emoção que fazem a gente, Motociclista Homem, a viver nas estradas em companhia delas.

                Mas não vamos dar enfoque ao lado feminino, ao lado lindo da mulher como mulher, pois esse lado não existe o que falar, pois elas já estavam lindas, encantadoras e acima de tudo femininas, cada uma delas com o seu
jeitinho e modo de ser mulher, com o orgulho de ser mulher.

                Vamos dar ênfase ao lado que muitos Homens Motociclistas se recusam a ver, a imaginar e muito menos aceitar, vamos dar enfoque ao lado que elas não precisam dos Homens Motociclistas, não que elas considerem os Motociclistas Homens dispensáveis, nos achamos(rsss).

                Mas para viverem emoções que o Motociclismo Proporciona,  as Mulheres tem tudo,  a inteligência, o poder, e a habilidade para traçarem seus destinos Motociclísticos por conta própria.

                Isso ficou comprovado, mais que comprovado, quando da realização do Segundo Moto
Passeio Feminino SC, que se realizou no dia Internacional da Mulher, um passeio de ida e volta entre as cidades de Jaraguá do Sul e Rio Negro, 240km.

                As motos que compunham o Comboio eram todas pilotadas por Mulheres Motociclistas,
ou seja, 100% de beleza e emoção.

                E nós como expectadores vimos e presenciamos um passeio de moto, na verdade um
comboio de moto todo organizado, com Briefing na saída, com posições técnicas de comboio perfeitas e no deslocamento ficou provado à habilidade que elas tinham de pilotar suas motos.

                Sem um imprevisto, sem um acidente, todas auxiliando todas e acima de tudo uma alegria e emoção contagiante, onde estar ali participando já era uma emoção que somente um motociclista sabe o que
significa.

                Até deu pena de nós homens, que com nossas pretensas superioridades não faríamos 50% do
que elas fizeram em questão de organização e deslocamento em comboio.

                Todo o passeio estava muito bem organizado, tudo planejado para viver, como foi
vivido, o motociclismo na sua mais pura essência, que é andar de moto fazendo amizade.

                Vejam em nosso site as fotos do passeio e no Facebook, elas por si só já demonstram
tudo que foi o evento.

                Aqui deixamos algo para análise para os motos passeios femininos, talvez estejamos
errados, pois é uma visão de Homem, mas, vamos tomar a ousadia de realizar a seguinte sugestão: 

                - Mais cor de rosa nas motociclistas e nas motos, pois
assim seria mais fácil para os expectadores do passeio identificarem a causa e quem são os pilotos e tornaria a causa do destaque do Dia Internacional da Mulher e da Piloto Mulher mais evidente.

               

                Nós do Site MotociclismoSC deixamos a mensagem para todas as Mulheres que foram no  2º Moto Passeio que estamos orgulhosos de vocês, pois vocês representaram e colocaram o Motociclismo de Santa Catarina em evidência também por suas habilidades e espíritos de Motociclistas.

 

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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Ducati Multistrada 1200

Em um final de semana a Ducati - http://www.brasil.ducati.com/index.do -, por sua concessionaria de Florianópolis, localizada na Avenida Ivo Silveira, 3290, bairro Capoeiras, nos cedeu uma máquina de sonho, isso mesmo, andamos com a MULTISTRADA 1200 - DUCATI.

A primeira coisa que chama atenção é ela ser super leve, comparadas com outras motos do mesmo segmento,
parece uma moto de trilha.

Não para por ai, ela se desloca potente na rodovia, pois tem 4 estágios de motor que aumentam a potência do
mesmo, vixe, muita emoção.

Não vamos aqui falar dos aspectos técnicos da moto, ate por não ter conhecimento para isso, mas sem duvida
pilotar a mesma faz o sangue correr, faz a gente se sentir menino com um brinquedo grande.

Outra coisa que gostamos bastante foram os retrovisores que trazem uma ampla visão de quem vem atrás e deixa
pouco ponto cego, fator esse muito importante.

A moto toda é formidável, a moto impressiona por sua cor e pelo ronco do motor, onde ela passa chama a atenção,
embora pareça alto o som do motor quando parada o ronco alto desaparece quando ela esta na estrada rodando, ele some totalmente.

O painel da moto também e pratico e de fácil manuseio, e olha que para nós esses negócios de eletrônico não são
fácil. Mas a mudança do modo de pilotagem e simples, fazer as regulagens dela no painel realmente e muito simples.

Sentimos um pouco o banco, pois estamos acostumados com outra moto, o banco se mostrou um pouco duro, mas no decorrer da viagem essa sensação inicial de desconforto do banco passou.

Sentimo-nos privilegiados em poder guiar uma DUCATI, pois sabíamos que existia, mas nunca achávamos que
poderíamos guiar uma DUCATI, realmente a realização de um sonho.

A moto foi nacionalizada, sendo que dessa forma ficou com os preços atraentes, compensa conferir e realizar um
teste drive com a moto, mas uma opção, na verdade, mas uma grande opção para os
motociclistas que gostam do estilo.

 

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Escapamento Esportivos - Alteração

 

Parecer nº 081/2009
INTERESSADO: Sargento Elsio Balsan – Responsável pelo setor de trânsito do Município de Dionísio Cerqueira.
ASSUNTO: Fiscalização de ruídos emitidos por escapamentos de motos.
I. INTRODUÇÃO
Cuida-se de consulta formulada por Elsio Balsan, Sargento da Polícia Militar de Santa Catarina, com o intuito de obter o pronunciamento deste egrégio Conselho acerca de motocicletas com descarga ou escapamento esportivo, que aos ouvidos do agente parecem emitir ruídos acima do suportável; Salienta o consulente que os escapamentos não se encontram defeituosos no quesito furado ou sem silencioso, sendo apenas barulho anormal; Pergunta se os ruídos emitidos por escapamentos também devem ser medidos por instrumentos, qual o enquadramento e medidas corretas, e se pode ser considerado alteração de característica.
Considerando a competência deste Conselho para responder a consultas relativas à aplicação da legislação de trânsito e dos procedimentos normativos de trânsito, estatuída no art. 14, III, CTB, passa-se a discorrer sobre o tema trazido para análise.
II. GENERALIDADES
Os escapamentos de motos possuem modelos diversos, porém é certo que todos devem possuir silencioso, abafador ou ponteira, normalmente na parte traseira do escape; São confeccionados com vários tipos de matéria prima como por exemplo feito em chapa de aço carbono cromada ou pintada, de alumínio, aço inox, titânio e fibra de carbono, que são materiais mais leves, mais duráveis, mais resistentes à oxidação e mais bonitos esteticamente. Sempre devem conter miolo interno, seja metálico com câmaras (tipo originais) ou lã de vidro (esportivos), para abafar o ruído, mantendo-o dentro dos padrões permitidos, e manter a compressão e bom funcionamento do motor.Basicamente o que diferencia um escapamento esportivo de um escapamento original é que o primeiro possui um design externo diferenciado, seja devido ao formato, material de confecção e estilo, visando deixar a motocicleta com um toque esportivo, ou seja, por abafar menos o ruído, o escapamento esportivo proporciona ao motor um funcionamento mais livre melhorando de certa forma a performance da moto
III. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O Código de Trânsito Brasileiro prevê em seu artigo 230, inciso XI:
Conduzir o veículo com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante.
Da análise do artigo transcrito, percebe-se que são as seguintes situações que caracterizam a infração em tela, senão vejamos:
1. Descarga livre: Significa ser um tubo oco, sem nenhuma espécie de abafador, silencioso ou miolo interno, os quais servem para reduzir os níveis de emissão de ruídos e poluentes, sendo portanto altamente ruidosos; Normalmente são escapes feitos em casa partindo do corte da peça original ou mesmo com a colocação de um cano simplesmente sem nenhum padrão de confecção técnica;
2. Silenciador defeituoso deficiente ou inoperante: Significa dizer que são escapes em que as partes internas, como as câmaras ou miolo interno estão desgastados, bem como a área externa do mesmo esteja quebrada, furada ou danificada, ocasionando assim, emissão de ruído extremamente alta; Ocorre quase sempre nos escapes com muito tempo de uso que em decorrência da corrosão da parte interna, devido ao contato com os resíduos da queima do combustível, que agem como ácido, dissolvendo as câmaras internas e podendo ocasionar furos na parte externa do escape, aumentado assim o nível de ruído.
Tais situações podem ser perceptíveis visualmente pelos agentes de trânsito quando na atividade de fiscalização de trânsito, já que para descarga livre, se o escape for extremamente fino, ou seja, se possuir o diâmetro externo idêntico à medida do tubo que sai do motor (cabeçote ou cilindro), certamente o escape não terá abafador ou miolo, já que para tal, a parte traseira do escape tem que ter no mínimo o triplo do diâmetro da medida do tubo que sai do motor; Além disso o nível de ruído será extremamente alto, bem estridente e agudo, diferente de um escape esportivo com miolo interno em que o ronco é mais grosso e abafado. Para silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante, o escape tem de estar com danos em sua parte interna, ou furos, quebras ou danos na área externa, como bocal traseiro ou corpo do escape furado ou quebrado.
Cumpre salientar que no artigo 230, XI do CTB e até mesmo na legislação de trânsito, não há qualquer previsão de nível máximo de ruído a ser emitido por escapamentos de veículos, e, consequentemente nenhum equipamento deve ser utilizado por agente de trânsito quando da fiscalização de tal equipamento.
Apenas o art. 104 do Código de Trânsito Brasileiro prevê que:
Os veículos em circulação terão suas condições de segurança, de controle de emissão de gases poluentes e de ruído avaliadas mediante inspeção, que será obrigatória, na forma e periodicidade estabelecidas pelo CONTRAN para os itens de segurança e pelo CONAMA para emissão de gases poluentes e ruído.
Pelo artigo 104 do CTB, ficou estabelecida a divisão de competência para fins de inspeção, cabendo ao Contran a forma e periodicidade de avaliação dos itens de segurança e ao CONAMA a forma e periodicidade de avaliação de gases poluentes e ruídos; Desta forma, o Contran estabeleceu as normas referentes à inspeção técnica de veículos conforme art. 104 do CTB através da Resolução nº 84 de 19 de Novembro de 1998, estabelecendo a obrigatoriedade da mesma para o licenciamento de veículos tendo por objetivo inspecionar e atestar as reais condições dos itens de segurança da frota em circulação, sendo que conforme Anexo I da referida Resolução, o sistema de exaustão de gases é um dos itens de análise quando da inspeção; Ocorre porém que tal Resolução teve sua vigência suspensa pela Resolução nº 107 de 21 de dezembro de 1999 do Contran, a qual permanece em vigor.
Quanto à emissão de ruídos emitidos pelo escapamento da motocicleta, a Resolução nº 252 de 01 de fevereiro de 1999 do CONAMA estabelece para os veículos automotores, inclusive veículos encaroçados, complementados e modificados, nacionais ou importados, limites máximos de ruído nas proximidades do escapamento, para fins de inspeção obrigatória e fiscalização de veículos em uso, disciplinando que para veículos nacionais ou importados que atendam aos limites máximos de ruído em aceleração estabelecidos nas Resoluções no 002/93 e 008/93 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, o limite máximo de ruído para fins de inspeção obrigatória e fiscalização é o ruído emitido por veículos automotores na condição parado, declarado pelo fabricante ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, conforme art. 20, § 6o da Resolução CONAMA no 008/93 ou art. 1o, § 6o da Resolução CONAMA no 002/93, dependendo da categoria de veículo.
Conforme a Resolução 252/1999 do CONAMA, para motocicletas, motonetas, ciclomotores, e bicicletas com motor auxiliar e veículos assemelhados, o limite máximo permitido é de 99Db, sendo tal medição devendo ser realizada de acordo com a norma brasileira NBR 9714 – Ruído Emitido por Veículos Automotores na Condição Parado – Método de Ensaio, no que se refere à medição de ruído nas proximidades do escapamento, utilizando-se equipamento previamente calibrado pelo Inmetro ou laboratórios pertencentes à Rede Brasileira de Calibração.
Quanto à indagação do consulente se a troca do escapamento da motocicleta por escapamento esportivo poderia caracterizar alteração de característica de veículo, necessário salientar que o escapamento esportivo mantém a mesma finalidade técnica que o escapamento original, ou seja, a passagem dos gases do cilindro e a compressão do motor; A proibição de modificação de características de veículo referem-se às estruturais, ou seja, mudanças que fariam com que a motocicleta ficasse diferente e tivesse modificado ou excluído os itens que são obrigatórios no veículo ou na informação do documento do mesmo.
IV. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Do exposto, conclui-se que nas ações de fiscalização de trânsito, apenas poderá o agente de trânsito autuar o proprietário de uma motocicleta, motoneta ou ciclomotor se a descarga estiver livre ou o silenciador de motor de explosão estiver defeituoso, deficiente ou inoperante, conforme previsão do art. 230, Inciso XI do Código de Trânsito Brasileiro.
Naquelas situações em que a descarga não esteja livre ou o silenciador de motor de explosão não esteja defeituoso, deficiente ou inoperante, mas conforme palavras do consulente, “que aos ouvidos do agente parecem emitir ruídos acima do suportável”, não há previsão legal de alguma ação por parte do agente de trânsito, já que deverá ser objeto de inspeção técnica regulamentada pela Resolução nº 84/1998 do Contran, infelizmente ainda com sua vigência suspensa, seguindo-se o preconizado na Resolução nº 252 de 01 de fevereiro de 1999 do CONAMA.
Quanto à troca do escapamento original das motocicletas por escapamentos chamados esportivos, não há que se falar em alteração de característica de veículo já que não refere-se à mudança estrutural do veículo.
É o parecer que submeto à deliberação deste colendo Conselho.

Florianópolis, 27 de janeiro de 2009.
ANDRÉ GOMES BRAGA
Conselheiro do CETRAN/SC

Aprovado por unanimidade na Sessão Ordinária n.º 003, realizada em 27 de janeiro de 2009.

LUIZ ANTONIO DE SOUZA
Presidente
Demais orientações - Parecer 81/CETRAN/SC/2009:

A Resolução nº 228, de 02 de março de 2007 do Conselho Nacional de Trânsito, deu nova redação ao item “10” do inciso IV do art. 1º da Resolução nº 14/98 do Contran, a qual estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de veículos em circulação e dá outras providências.
“Art. 1º Para circular em vias públicas, os veículos deverão estar dotados dos equipamentos obrigatórios relacionados abaixo, a serem constatados pela fiscalização e em condições de funcionamento:
[...];
IV) para as motonetas, motocicletas e triciclos:
[...];
10) dispositivo destinado ao controle de ruído do motor, dimensionado para manter a temperatura de sua superfície externa em nível térmico adequado ao uso seguro do veículo pelos ocupantes sob condições normais de utilização e com uso de vestimentas e acessórios indicados no manual do usuário fornecido pelo fabricante, devendo ser complementado por redutores de temperatura nos pontos críticos de calor, a critério do fabricante, conforme exemplificado no Anexo desta Resolução”.

Estabelece a Resolução nº 14/98 em seu art. 9º do Contran, que os proprietários ou condutores, cujos veículos circularem nas vias públicas desprovidas dos requisitos estabelecidos, ficam sujeitos às penalidades constantes do art. 230 do Código de Trânsito Brasileiro, no que couber.
Prevê o art. 230 do Código de Trânsito Brasileiro:

“Art. 230. Conduzir o veículo:
[...];
IX - sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou inoperante;
X - com equipamento obrigatório em desacordo com o estabelecido pelo CONTRAN;
XI - com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante;
[...];
XVIII - em mau estado de conservação, comprometendo a segurança, ou reprovado na avaliação de inspeção de segurança e de emissão de poluentes e ruído, prevista no art. 104;
[...]”.
Dos incisos acima transcritos, percebe-se que uma motocicleta que transite com dispositivo destinado ao controle de ruído de motor deficiente, poderia ser enquadrado num primeiro momento nos incisos IX, X ou XVIII do art. 230 do CTB, sendo que pelo princípio da especificidade, é adequado a aplicação do inciso XI por referir-se especificamente à descarga e ao silenciador do motor, cabendo ressaltar que não há qualquer menção relativo a medição de decibéis.
A Resolução nº 204 de 20 de outubro de 2006 do Contran a qual regulamenta o volume e a freqüência dos sons produzidos por equipamentos utilizados em veículos e estabelece metodologia para medição a ser adotada pelas autoridades de trânsito ou seus agentes, a que se refere o art. 228 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB, que em um primeiro momento poderia ser aplicada na medição de ruídos emitidos por escapamentos, prevê que excetua-se da aplicação da referida Resolução os ruídos produzidos por motor e demais componentes obrigatórios do próprio veículo; Desta forma, sendo o dispositivo destinado ao controle de ruído considerado componente obrigatório de motocicletas, motonetas e ciclomotores, logo conclui-se que a tabela de decibéis prevista na Resolução 204/2006 do Contran não se aplica para medição de ruídos emitidos por escapamentos.
Comete equívoco o consulente quando alega em seu desiderato que o Parecer 081/2009 aprovado por este Conselho, teria deixado de observar as orientações da Resolução 228/07 do Contran; O citado Parecer é claro ao descrever que o escapamento esportivo possui um design externo diferenciado, seja devido ao formato, material de confecção e estilo, visando deixar a motocicleta com um toque esportivo, ou seja, por abafar menos o ruído, o escapamento esportivo proporciona ao motor um funcionamento mais livre; Desta forma, não é o simples fato de uma motocicleta possuir escapamento esportivo que estará configurada a infração, pois o mesmo poderá ter um design externo diferenciado mas com dispositivo destinado ao controle de ruído de modo a abafar o som de forma adequada; Caso o escapamento esportivo tenha sido fabricado de modo a abafar menos o ruído do veículo, estará ocorrendo a infração do art. 230, inciso XI por estar o mesmo deficiente na sua função para o qual a legislação prevê.
ANDRÉ GOMES BRAGA
Conselheiro Representante da PMSC
Andre lendo a coluna -carta dos leitores- muitos são os comentarios sobre apreensão de motos utilizando escapamentos outros que não os originais, pois bem aqui em Curitiba – Pr as apreensões ocorrem com muita frequencia e as notificações são lavradas alegando o artigo 230 parágrafo XI e o artigo 3º do CTB muitas lavradas com o veiculo em movimento e o condutor nao identificado.Pois bem muitos colegas recorreram seguindo ate mesmo as suas orientações e os recursos foram indeferidos na JARI, mesmo alegando que não houve aferição do nivel de ruido,que o veiculo não foi parado etc e tal.A JARI alega que NÃO SE TRATA DE AFERIÇÃO E NIVEL DE RUIDO E SIM DE ALTERAÇÃO DE CARACTERISTICA DO VEICULO,entao lhe pergunto o que é alteração de caracteristica e o que não é? mais uma vez abraço e este ano o motonline meeting esperamos não seja no dona siroba hahaha
abraço Rui (32), Curitiba – PR

http://www.motonline.com.br/alteracao-de-caracteristicasescapamento-abastecimento-da-moto-no-posto-shell-que-moto-comprar/

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Viagem com GPS - Três Barras

Meus Queridos  Motociclistas

Esse final de semana fui no evento de Três Barras, perto de
Canoinhas. A viagem, o evento tudo foi maravilhoso.

Quero contar para os Amigos Motociclistas que antes de sair de casa
programei o GPS, fiz analise de percurso e todos os estudos possíveis,
inclusive com latitude e longitude.

Programado o GPS fui embora com orientação total, sendo que em um
determinado momento o GPS mandou entrar, eu entrei e peguei uma estrada gostosa
cheia de curvas, mas ...... mas, de repetente acabou o asfalto, e lá estava eu
na estrada de chão. Não sou motociclista de voltar.

O GPS ainda indicava vai reto, em frente e avante. Então obedeci,
mas achando que alguma coisa estava errado.

No caminho três vaquinhas impedindo a passagem, trancavam toda a
rua, parei a moto e passei a tentar enxotar as vaquinhas, dizia “chu” “chu” e
nada, pensei, será que é assim que enxota vaca, então passei fazer vários
“enxotamentos” nada das vaquinhas saírem, então uma delas virou na direção da
moto e eu pensei, to ralado, mas ela vendo o meu desespero resolveu sair da
estrada e as outras foram atrás. Ainda bem que a vaquinha notou que eu já
estava ficando bravo.

Mais na frente encontrei um senhor de idade sentado na varanda de
uma casa, pedi informação de como ir para 3 Barras, ele me olhou estranho, pedi
também um copo de agua, isso era depois do meio dia, um solão quente, ele me
trouxe um copo de água geladinha, do poço, e começou a me explicar o caminho
para Três Barras e eu com o calor não prestei tanta atenção, afinal de conta
tinha o meu GPS, só prestei atenção quando ele falou que tinha que tomar
cuidado na divisão das entradas.

Agradeci a gentileza e me preparei para ir, então o senhor me
perguntou se o aparelho, GPS, era aquele aparelho que guiava a gente e não
deixava a gente se perder. Eu olhei para ele e pensei: “será que ele tá me
sacaneando”, mas educadamente, respondi que sim, mas acrescentei que era bom
sempre confirmar as informações do GPS.

Sai pela estrada de chão e cheguei a tal divisão da estrada, e nesse
momento o meu GPS marcava “nada”, perda de sinal. Não vou dizer para os Amigos
Motociclistas qual caminho tomei, o certo  ou o errado, mas depois de meia
hora estava no caminho correto novamente, andei mais um pouco e logo ingressei
novamente na BR indo para Três Barras.

Só um pensamento me veio a mente:  QUE SAUDADE DO MEU MANINHO
JAIME COM O SEU GPS TURBINADO.

Vejam as fotos e as outras narrativas da viagem em www.motociclismosc.com.br

 

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Moto Planalto 8º – Três Barras

O 8º Moto Planalto foi um pequeno grande evento. Foi um evento que nos surpreendeu de forma bem
positiva.

               
O pequeno é em face das características da cidade de Três Barras, aquela cidade
gostosa, hospitaleira e que nos trás na mente aquela impressão de cidade do
interior. Sendo que o pequeno ficou somente nessa impressão, pois tudo o que
mais no 8º Moto Planalto foi excelente.

               
Por ser um evento realizado em espaço aberto, praça municipal, fomos ao evento
meio desconfiados em relação ao mesmo, pois sabemos que esse tipo de evento
cativa os zoeristas.

               
A viagem é foi uma delica, tempo firme, quente, as estradas ótimas onde
encontramos muita serras e você se deliciava com a estrada, com cada quilometro
percorrido, que dia gostoso, saboroso para andar de moto.

               
Chegamos no 8º Moto Planalto “debaixo” de um calor forte e logo tomamos que o
evento tinha sido elaborado e planejado de forma inteligente, onde as áreas
eram separadas, ou seja, tinha área de camping, alimentação, shows e lojistas.

               
Hoje é essencial ter nos eventos essas separações, pois permite a todos
curtirem o espaços que desejam ficar de forma tranquila, sem aqueles atropelos
de motos ou músicas altas no meio da praça de alimentação.

               
Outro ponto positivo foi o local escolhido muito bonito, pois a praça ao lado
dava um charme especial ao evento.

               
As bandas de músicas ótimas, incluindo a excelente Banda Kravan, que fizeram uns shows excelentes e no intervalo música
mecânica.

               
Alimentação bem variada, ótimas opções e a um preço justo e com o diferencial
do “boi no palito”, muito saboroso.

               
Amplo lugar para acampar e bons hotéis que davam suporte para os motociclistas
que passou a noite em Três Barras.

               
Destacamos ainda a participação dos expositores, que estavam presentes em ótimo
número e com variados artigos, temos que entender que não existe evento bom sem
expositores.

               
Somos obrigados destacar a participação e importância da administração pública
municipal na realização do evento, pois sem dúvida ficou evidente a parceira
entro o MA OS INTOCÁVEIS e a “Prefeitura”, na pessoa do Sr. Prefeito ELÓI QUEGE
que lá compareceu e notamos o seu compromisso em buscar opções de turismo para
a cidade.

               
Já tivemos em várias cidades onde os administradores públicos deixam claro que
a cidade não tem atrativo turístico, sempre falamos, que a atração turística é
feita inicialmente com imaginação e competência, como ficou claro em Três
Barras, pois o Moto Planalto é um Turismo de Evento e levou a cidade pessoas de
várias partes deixando ali recursos financeiros e levaram consigo essa linda e
gostosa imagem de Três Barras. Parabéns ao Senhor Prefeito.

               
Por fim o destaque maior foi a alegria, disposição e recepção dos integrantes
do MA OS INTOCÁVEIS que realizaram o evento, pois todos bem alegres, digamos
juvenis e acima de tudo compromissados com o evento.

               
A zoeira não esteve presente, impressionante, mas realmente não esteve
presente, o grau de motociclismo era tão alto que quem pretendia fazer zoeira
ficavam sem jeito, pois era sentido no ambiente o ar do motociclismo.

               
Não temos qualquer recomendação ou
sugestão para fazer sobre o evento.

              
Parabéns aos integrantes do MA OS INTOCÁVEIS, a qual referenciamos na pessoa do
Presidente, Sr. Cristian Roberto Todt, pois o 8º Moto Planalto em Três Barras
foi um grande evento.

Já tínhamos terminado o texto do Moto Planalto, pois para nós só nos restava
voltar. Aí estava o nosso engano. 

Gostaria de compartilhar com os irmãos os momentos prazerosos  que vivenciamos  na volta, ou seja, de Três Barras para Itajaí. Saímos de Três Barras e estávamos naquele dia que a gente
veste a moto e a moto veste a gente, que louca delícia e a estrada maravilhosa,
nem frio nem quente, sem movimento, só estrada.

Ainda
em alguns trechos do percurso tínhamos a companhia da serração, que dava aquela
sensação de renovação da alma.

Por
diversas vezes sentimos um arrepio percorrendo o corpo e para vocês terem noção
do tipo do arrepio e igual aquele que se tem quando a pessoa amada beija a
orelha e o pescoço e faz aquele carinho, sem dúvida é aquele arrepio.

Na
BR estávamos atrás de vários motociclistas quando do outro lado da pista tinha
um casal onde o homem empurrava a sua moto CG e a esposa levava os capacetes,
todos passaram por eles inclusive nós. Após passar pelo senhor com a moto de
pneu furado fiquei pensando se alguém iria parar e acabamos nos perguntando por
qual motivo não paramos.

Logo
veio a mente que tínhamos que chegar cedo em casa, tínhamos que vir, que ia nos
atrasar, como nós somos falhos, como realmente a cada dia temos que buscar
dentro da gente os ensinamentos de nossos pais e os elementos do espirito do
motociclista.

Então
após um próprio puxão de orelha voltamos e fomos ajudar o senhor. Quando parei
a moto os dois ficaram super espantados e desconfiados, abrimos o baú da moto e
tiramos o motorzinho de encher pneu, porém não deu certo, pois a câmara do pneu
da CG tinha rasgado.

Perguntamos
se ele queria que eu levasse a senhora dele até o Posto para ela não ter que ir
a pé naquele longo caminho e com o sol forte e assim foi feito, levei ela até o
trevo e ela me falou como eles eram daquela região eles se viravam, agradeceu
a  ajuda.

Nos
colocamos de volta na viagem pensando que realmente temos que a cada minuto
lembrar que somos falhos e que sempre podemos ajudar de alguma forma.

Toda
a viagem foi uma delicia, curva após curva, quando chegamos na Serra da Dona
Francisca voltou a percorrer pelo corpo aquele arrepio, aquele arrepio que faz
a alma dizer, “eu estou vivo, eu sou motociclista”.

 

Para
encerrar a viagem paramos para almoçar no Restaurante SERRA VERDE, fone
-47-34355014,  Rodovia SC 301, Km 84, Estrada da Serra Dona Francisca, na
frente do posto BR, um marreco com comida caseira, que delicia, e a comida
ficou ainda mais gostosa em face do excelente atendimento do Sr.  Sandro e
da Senhora Ineide, pois todos sabemos que atendimento é tudo.

Por
fim descobrimos atrás do restaurante um lugar maravilhoso onde as pessoas vão
tomar banho de rio.

Vejam
as fotos em
http://www.motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=53

http://www.motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=52

 

Ficamos à disposição.

MotociclismoSC

Ulisses José Ferreira Neto

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MC Cano Quente Visita Sede

Quando iniciamos no mundo do motociclismo um dos primeiros
fatos impressionante nos eventos era encontrar o então presidente da AMO-SC –
Sr. Gidalto Sérgio Dias, era impressionante pois o mesmo transmitia, falava, do
motociclismo com tanto carinho, carisma, orgulho e paixão que era contagiante e
temos que ele fez despertar em muitos motociclistas a paixão pelo motoclubismo.
O Senhor Gidalto também defendia, divulgava e usava com orgulho o brasão de seu
moto clube que era o do MC CANO QUENTE.

Então iniciamos no mundo do motoclubismo com muita admiração
pelo MC Cano Quente, pelas suas divisas de estrada, liberdade.

Nesse dia 17 de janeiro fomos visitar pela primeira vez a
sede do MC Cano Quente e sem dúvida impressiona, pois a sede tem localização
privilegiada, em um lindo lugar, amplo e as instalações são e vão ficar ainda
melhor em face das melhorias que estão sendo construídas.

Lá podemos encontrar velhos conhecidos de estradas e ainda
tivemos a possibilidade de conhecer novos motociclistas, sendo que o bate papo
rolou solto, a música ambiente foi ótima, sendo que o volume não atrapalha a
conversa.

Excelente e a um preço muito bom foi a comida oferecida na
janta, realmente muito saborosa e com uma pitada de “fique a vontade” pois
todos estavam a vontade para repetir.

Foi uma noite muito gostosa que passamos no MC Cano Quente,
em Jaraguá do Sul, quando vocês motociclistas puderem ir, vão pois sem dúvida
“vale a pena”.

Como recomendação a todas as associações motociclísticas que
tem sede e fazem eventos damos uma dica que achamos muito importante que é
manter sempre dois membros do MC na recepção dos visitantes novos e essa
recepção deve ser feita ainda na moto, ou seja, na chegada do motociclista
visitante o MC por seus integrantes já deve ir ao motociclista agradecer sua
visita e expor a ele que fique a vontade. Sem dúvida isso é um diferencial
incrível.

 

Vejam as fotos do evento: http://www.motociclismosc.com.br/fotos_mostra.php?foto=51

 

Ficamos à disposição.

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Ulisses José Ferreira Neto

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